Alemanha, aqui estamos!

Logo estávamos explorando pequenas partes da grandiosa Alemanha...Tivemos muita dificuldade em nos comunicarmos, pois nosso ‘alemão’ é nulo

  
  
Catedral Gótica 'Dom'

Logo estávamos explorando pequenas partes da grandiosa Alemanha...Tivemos muita dificuldade em nos comunicarmos, pois nosso ‘alemão’ é nulo, com exceção dos 2 anos que o Rob estudou na escola, o que foi essencial e nos ajudou bastante.

Primeiramente fomos a Cologne e vimos a famosa Catedral Gótica – “Dom” o que foi um pouco decepcionante e o fato de estar lotado não ajudou, e tornou nossa visita um pouco desagradável.

Estátua 'Lorelei'

Seguimos à caminho do ‘Rhein’ onde ficamos em um camping muito gostoso na beira do rio. Sempre que montamos a barraca, querendo ou não, chamamos atenção e, acabamos conversando com os curiosos que vêm saber do que se trata uma Land Rover cheia de adesivos com uma barraca no teto...Os alemães são pessoas muito legais e apesar da dificuldade com a língua, batemos papo com várias pessoas interessantes que nos deram dicas e sugestões de lugares para visitarmos na região.

Muitos vinhedos

Vimos a famosa ‘Lorelei’ (estátua de uma sereia) que diz a lenda ser uma mulher que atraia os marinheiros pela sua beleza, e fazia com que os barcos se chocassem contra as pedras. Seguimos pelo caminho dos vinhedos percorrendo a “Weinstrasser”, na região da Floresta Pfälzer. Colhemos uvas diretas dos vinhedos e fizemos uma caminhada ao topo do morro onde tivemos uma vista incrível onde se via hectares e hectares repletos de vinhedos...

Fomos à Heidelberg, onde está situada a mais antiga universidade da Alemanha, uma cidade muito interessante, bonita e cheia de vida. Foi super gostoso caminhar pelas ruas e apreciar os prédios e a arquitetura desta época, além da igreja ‘Heiliggeistkirche’ no centro da praça, repleta de lojinhas em volta, tradicional da época.

Acampando na Floresta Negra

Resolvemos fazer uma volta, descendo quase até a fronteira com a Suíça, explorando a Floresta Negra – “Schwarzwald”. Gostamos muito desta região e acabamos passando três dias por lá antes de voltarmos para o Norte à caminho de Mutterstadt, onde nos encontramos com a Karina Niewerth (amiga da Grace).

Rob e Karina

Passamos quatro dias em Mutterstadt e foi demais! Logo no dia em que chegamos fomos nadar em uma lagoa lá perto e saboreamos a cerveja alemã. À noite nos encontramos com uns amigos brasileiros da Karina e assistimos ‘Os Normais’ em DVD...acreditem se quiser! Foi divertido e demos muita risada, junto com a Brasileirada toda!

Nossos dias em Mutterstadt foram super agitados com programa toda hora...muito legal! Saímos para jantar com a galera toda em um tradicional “biergarten” e como bons turistas experimentamos a comida tradicional Alemã: a famosa lingüiça com repolho - “wurst ünd sauerkrout” e uma espécie de macarrão com batata e queijo (desculpe-nos, mas não lembramos o nome)...tudo muito bom e em grandes quantidades!

Brasileirada reunida

Tivemos um jantar com direito à feijoada e farofa brasileira; andamos de bicicleta, nadamos em outro lago e tivemos a oportunidade de presenciar uma “Stadt Fest”. Era a festa de aniversário da cidade de Mutterstadt e podemos dizer que estávamos em um mini “Oktober Fest”. Muita gente, muita cerveja (com direito ao tradicional ‘canecão’ Alemão), muita música e alegria a noite toda. Divertimos-nos muito!

Infelizmente tínhamos que seguir adiante e na segunda-feira arrumamos nossas coisas e depois de um almoço com a Karina e o Kay, nos despedimos deles e seguimos rumo ao Norte, à caminho da Dinamarca, passando por Hann Münden e Lübeck, ambas as cidades muito bonitas.

Muro de Berlim

Karina e Kay, obrigadão por nos receber tão bem e fazer com que nossa estadia em Mutterstadt tenha sido tão legal quanto foi. Valeu mesmo por tudo! Obrigado a todos vocês da BASF também: Frau Brown, Daniella, Sacha e Heloisa!

Nosso destino agora na Alemanha era Berlin e tendo apenas visitado brevemente o Parque Nacional Muritz no caminho, chegando em Berlin fomos conhecer um pouco da cidade e toda sua história.
Seguimos o “percurso turístico” passando pela famosa “Brandenburg Gate” (portal principal que separava a parte Oeste da Leste), “Museu de Guggenheim” (porém não entramos), “Berliner Dom” (Catedral), “Alexanderplatz” (a parte comercial de Berlin) e o “Reichstag” (prefeitura que foi renovada após a guerra e hoje é considerado um marco muito importante).

Entrevista para o jornal local

Passamos um tempo visitando a exposição (“The Topography of Terror”) sobre o Nazismo em Berlin. Vimos diversas fotos de cenas bastante pesadas e chocantes, que retratam um pouco de como foi a vida em Berlin nesta época . . . nada fácil, nem agradável. Vimos também a parte que resta do famoso “Muro de Berlin”, que dividiu a cidade durante 28 anos até o dia 8 de Novembro de 1989, quando foi finalmente derrubado.

Após um delicioso almoço em um restaurante Grego que encontramos, seguimos na estrada e paramos em um camping em Frankfurt Oder, bem perto da fronteira para a Polônia. O dono do camping era uma figura e na manhã seguinte havia chamado o jornal local para nos entrevistar, pois era a primeira vez que um carro Brasileiro passava por lá. Foi engraçado e no dia seguinte CYD era notícia de jornal!

'Marien Platz'

Após uma noite muito fria, em um camping bastante desagradável, fomos conhecer Munique. Caminhamos por uma hora passando apenas por alguns dos pontos turísticos, estávamos um pouco cansados de “city tours”.

Conhecemos a “Marien Platz” onde está situado o “Rathaus”, com seu famoso relógio que é apreciado por centenas de turistas a cada hora. Passamos pelo “Dom”, a Catedral gótica com seus domos gêmeos e vimos de longe a “Theatinerkirche”, uma igreja real muito bonita localizada na “Odeonsplatz”. Pisamos também em solo onde Hitler iniciou sua campanha Nazista e no qual teve milhares de pessoas em seu poder.

De Munique seguimos para Füssen, famoso pelos castelos “Neuschwanstein” e “Hohenschwangau” de Ludwig II.

'Rathaus'

Resolvemos conhecer apenas um deles, o mais conhecido “Neuschwanstein” e o tour levou em torno de duas horas. Passeamos pelo castelo todo e é mesmo impressionante apenas imaginar como vivem os Reis do mundo. Nossa visita, apesar de um pouco cara, valeu muito à pena e recomendamos a todos.

Esta foi nossa última passagem pela Alemanha, e daqui seguimos para explorar “La Bella Itália”.

  
  

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