Cidade do Cabo, Stellenbosch e Garden Route

Dirigimos pela “Garden Route” direto, sem parar, pois tínhamos que estar no aeroporto as 8am – horário previsto para a chegada do Pingo e da Lari.

  
  
O Pingo e a Lari chegaram

Dirigimos pela “Garden Route” direto, sem parar, pois tínhamos que estar no aeroporto as 8am – horário previsto para a chegada do Pingo e da Lari. O carro ainda estava uma zona e tínhamos roupa para lavar, arrumação geral para fazer e nossa despensa estava vazia, mas tínhamos duas opções: chegávamos no aeroporto a tempo, ou parávamos para fazer compras e ajeitar as coisas. Por mais que quiséssemos ter tudo organizado para a chegada deles, tivemos que optar pela primeira opção!

O vôo deles atrasou e eles chegaram apenas as 11am, mas nós estávamos lá as 8am! Enfim, aquela ansiedade no aeroporto, afinal de contas faziam 2 anos que não víamos o Pingo e a Lari – foi uma euforia só quando nos encontramos! Colocamos a bagagem no carro, passamos no supermercado, almoçamos e seguimos para um camping onde tentamos arrumar o Baloo, além de “matar a saudades” e bater papo, é claro!

Pinguins africanos

Antes de visitarmos Stellenbosch e seus vinhedos, passamos três dias na Cidade do Cabo e visitamos “Boulders” e seus “Pingüins Africanos” (que são muito fofos e engraçados); andamos pelo “Waterfront” e conhecemos o “Castelo da Boa Esperança”, onde pudemos compreender um pouco mais da historia Sul-Africana e o regime “Apartheid”.

Encontramos um camping ideal na região de Stellenbosch e fizemos nosso primeiro “braai” (churrasco). No dia seguinte visitamos o “Parque Nacional Jonkershoek” onde fizemos uma caminhada montanha acima, passando por duas cachoeiras, e como recompensa tivemos uma vista linda do topo.

Boulders

Havíamos combinado de encontrarmos com a Tatiana (amiga da Lari), que morava em Stellenbosch, e então fomos comer uma pizza todos juntos. Ela morava em uma casa estilo “república”, com um jardim legal, e ela falou que nós podíamos acampar lá mesmo.

Acabamos passando duas noites com ela, e no próximo dia fomos visitar os vinhedos e fazer a tão esperada e falada “Degustação”.
Visitamos “Boschendal” e nos divertimos provando os diversos vinhos – quem vê até pensa que somos entendidos – até parece! Tentamos visitar outro vinhedo, mas já estava fechado, então voltamos e fizemos mais um “braai”. Como diz a Tatiana: “Aqui nós fazemos “braai” dia-sim-dia-não, e no outro dia comemos pizza.” Pelo menos nestes dois dias cumprimos com este “esquema”. Valeu Tati, obrigado por tudo!

Nosso churrasco

Nos despedimos e fomos novamente para a Cidade do Cabo, onde nos encontramos com a Gerlinde (tia da Lari). Fomos até sua casa, conhecemos o Neville e tomamos um rápido café da manhã, e depois fomos caminhar pela base do “Table Mountain”. Fizemos um trekking muito gostoso, terminando em “Kirstenbosch”, onde passeamos dentre os jardins e apreciamos a flora da região, incluindo a característica “protea”, dentre outras. E ainda por cima fomos jantar fora para finalizar este excelente dia!

No próximo dia fomos até “Bloubergstrand”, onde conseguimos a foto “cartão postal” da famosa “Table Mountain”. Apreciamos a vista, comemos um lanche e caminhamos pela praia . . . De tarde, decidimos pegar o bondinho até o topo do “Table Mountain” onde pudemos apreciar a vista da cidade! Descemos de bondinho novamente e retornamos andando, pois a casa da Gerlinde e do Neville está situada em uma área super bonita tendo, de um lado, a vista do “Lion’s Head” e a do “Table Mountain” do outro. Chegamos lá e eles haviam preparado um super “braai” para nós, então sentamos no jardim, relaxamos e curtimos o jantar e a companhia.

Saboreando vinhos com a Tatiana

No nosso próximo e último dia na Cidade do Cabo, visitamos o “Cabo da Boa Esperança” e o “Cape Point”, mais alguns marcos desta bela cidade. Andamos até o farol, de onde tivemos uma vista fantástica, e apesar do ataque dos baboons, aproveitamos bastante. No “Cape Point” tiramos a tradicional foto na placa e foi então que surgiu o assunto: “Onde é realmente o encontro dos dois oceanos? Em “Cape Point” ou em “Cape Agulhas"?”. Nós visitamos os dois “pontos” então de qualquer forma “vimos o encontro dos oceanos”! He he he! Nos disseram que o ponto exato onde o Atlântico se encontra com o Indico altera dependendo das correntes . . . vivendo e aprendendo!

De manhã, nos despedimos da Gerlinde e do Neville, que foram ótimos anfitriões, e fizeram nossa estada na Cidade do Cabo formidável. Muito Obrigada Gerlinde e Neville!

Que vista!

Pegamos à estrada e seguimos rumo a “Cape Agulhas”, onde nos divertimos tocando os dois oceanos, tirando fotos e simplesmente apreciando as cores do mar e do céu, que estavam demais!

Daqui seguimos a caminho do “Garden Route” . . . desta vez com mais calma!

Nossa primeira parada foi o Parque Nacional Bontebok, onde pudemos ver (por incrível que pareça) alguns Bontebok! Chegamos a tempo de dar uma volta pelo parque, antes do pôr-do-sol, e vimos também algumas zebrinhas. Procuramos um local para montarmos acampamento e ao lado do fogo, preparamos nosso jantar.

Na divisa

Passamos por Mossel Bay e lá visitamos o museu “Bartolomeu Dias”, onde pudemos ver uma réplica da caravela que atravessou o oceano no século XXV. Esta caravela (réplica) foi construída em Portugal e também navegou até Mossel Bay em 1988, comemorando 500 anos desde a primeira expedição, para então fazer parte deste museu. Depois disso seguimos pela “Garden Route” passando pelo Parque Nacional Wilderness e a cidade de Knysna, onde apesar de não termos experimentado as deliciosas e famosas ostras de Knysna, pudemos curtir a linda vista do mirante.

Belo parque

O Parque Nacional Tsitsikamma foi nossa próxima parada – que lugar maravilhoso! De todos os campsites que já visitamos, nos atrevemos a dizer que este é o melhor até agora. Bem tranqüilo, organizado, limpinho, água quente até para lavar a louça, área de lavanderia, churrasqueira e o mais incrível de tudo - uma vista espetacular!

Durante nossa estadia por aqui, fizemos uma caminhada ao topo da montanha, passando pela famosa ponte suspensa, e tendo uma merecida vista lá de cima. Vimos baleias (porém apenas de longe), diversos pássaros e também alguns “rock dassies”. Comemos um sanduíche no restaurante do parque, visitamos a lojinha, aproveitamos para organizar um pouco o carro e simplesmente curtimos o local.

A

Seguimos em direção ao Parque Nacional Addo, mas no caminho resolvemos passar por Port Elizabeth, para conhecermos rapidinho e também para pegar o carro que o Pingo e a Lari estavam alugando, pois em breve eles seguiriam viagem para visitar o Parque Nacional Kruger, e nos seguiríamos rumo ao norte para Namíbia.

  
  

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