Destino final Nasca, mas antes Colca Canyon e Chauchilla

Prosseguimos viagem até Cabanaconde para podermos conhecer o tão esperado Colca Canyon, que diz ser o mais profundo do mundo!

  
  
O Colca Canyon

Prosseguimos viagem até Cabanaconde para podermos conhecer o tão esperado Colca Canyon, que diz ser o mais profundo do mundo! A estrada era linda e fomos, sem pressa, curtindo as vistas que eram maravilhosas.

Paramos no mirante ‘Cruz del Condor’ onde pudemos ver Condores. A vista do Canyon é espetacular e o fato de ter Condores por lá tornou o momento ainda mais especial. Realmente lindo!

Mirante 'Cruz del Condor'

Chegamos em Cabanaconde, conversamos com os policiais e eles disseram que podíamos deixar o carro no estacionamento deles, o que foi perfeito. Depois arrumamos as coisas e começamos a caminhar . . . foram 2h de descida com uma vista simplesmente deslumbrante.

O 'oásis'

Chegando no ‘oásis’, deixamos nossas coisas no ‘bungalow’, tomamos uma coca-cola e fomos direto para a piscina natural que tinha . . . foi simplesmente demais!

Conhecemos um casal suíço que eram escoteiros e ficamos conversando com eles. À noite, cozinhamos nosso jantar, na cozinha ‘local’, e depois ficamos atualizando nossos diários e lendo. A noite estava muito agradável e o céu estava estrelado, lindo!

Na manhã seguinte, acordamos e fomos direto para a piscina . . . onde ficamos até de tarde, quando resolvemos enfrentar as ‘horas’ de subida que nos esperava.

No final das contas, não foi tão mal assim, pois a vista que tínhamos era tão linda que o cansaço passava despercebido, mesmo porque paramos algumas vezes para tirarmos fotos.

Parada para descanço e foto

Infelizmente começou a chover no meio da caminhada e chegamos em Cabanaconde totalmente molhados e morrendo de frio. Fomos direto para um hotelzinho tomar um banho bem quente e depois jantamos.

O Colca Canyon é mesmo maravilhoso e vale a pena visitar!

Cemitério Inca - Chauchilla

Antes de chegarmos à Nasca, fomos visitar o ‘Cemitério Inca – Chauchilla’. Sinceramente, não foi muito agradável, porém interessante.

Acampamento em Wasipunko

Resolvemos acampar um pouco afastado da cidade e foi a melhor opção. Ficamos em Wasipunko, um lugarzinho muito aconchegante e Olívia, a dona do lugar, foi simpaticíssima conosco. Pudemos aprender mais sobre a gastronomia Inca e acompanhamos todo o processo, desde a preparação, a cerimônia e é claro, a degustação.

Antes de partirmos, fomos conhecer as famosas ‘Linhas de Nasca’, que foram feitas por uma cultura Pré-Inca. Ninguém sabe exatamente o que significavam e sua função. Infelizmente, nosso budget não permitiu que fizéssemos o tour de avião, e ao invés visitamos uma torre mais ‘humilde’.

As Linhas de Nasca

Começamos nossa viagem para Cusco e após uns kilometros . . . o carro parou e nada de funcionar mais. Oops! Depois de um tempo olhando nos manuais e tentando encontrar o problema, descobrimos um vazamento no ‘filtro sedimentar’ que não permitia que o combustível chegasse no motor. Fizemos uma ‘gambiarra’ com borracha e sisal e conseguimos tampar o vazamento. Não tínhamos muita escolha e voltamos para Nasca.

Acordamos cedo e fomos à procura de um mecânico, onde solucionamos nosso primeiro ‘problema técnico’. Depois disso, estávamos prontos para começar novamente nossa viagem para Cuzco . .

  
  

Publicado por em

João coelho

João coelho

05/06/2009 20:37:38
Não diz é mesmo.