Em Mendoza se preparando para o Aconcágua

Chegamos em Mendoza, e como em toda a cidade, um pouquinho de stress para encontrarmos um lugar para ficar

  
  
Parque General San Matinr

Chegamos em Mendoza, e como em toda a cidade, um pouquinho de stress para encontrarmos um lugar para ficar. Relaxamos a primeira noite e no dia seguinte, fomos cumprir nossos deveres: lavar roupa, internet, revelar as fotos e a tradicional troca de dinheiro. Tendo feito isso, fomos conhecer um pouco da cidade.

Passamos um dia no lindo Parque General San Martin, onde almoçamos e, aproveitamos o solzinho que fazia.

Rua Las Heras

Caminhamos muito pelo centro e, depois de subir e descer a rua ‘Las Heras’ diversas vezes, estávamos prontos para partir rumo ao Aconcágua, a maior montanha das Américas.

Monumento San Martin

Finalmente, estávamos em um dos lugares mais esperados desta aventura!

Chegamos na entrada do parque, ‘Lagoa dos Horcones’, no final da tarde e quase congelamos pois estávamos de shorts e camiseta e fazia um frio absurdo . . .

Parque Lagoa dos Horcones

Depois de termos montado acampamento e nos agasalhado (com direito à luvas e gorro) preparamos um jantarzinho típico. Fomos descansar pois no próximo dia iríamos começar nosso trekking de 3 dias . . .

Acordamos cedo, arrumamos nossas mochilas e estávamos prontos para caminhar . . . foi então que nos demos conta que estávamos fora de forma. Mas felizmente, ao invés de 5 horas (que esperávamos andar no primeiro dia) demoramos 3:30 horas até ‘Confluencia’ (3300m), nosso local de acampamento.

Vista do Mirante, Aconcágua

Foi muito legal encontrar várias pessoas que estavam se preparando para escalar o Aconcagua até o topo (6960m), e outros que estavam retornando. O mais interessante foi que assim que o sol baixava (por volta das 6pm) todos ‘hibernavam’ em suas barracas, para escapar do frio, e nós fizemos o mesmo! O difícil era conseguir dormir por causa da altitude e óbviamente, o frrrrrriiiiio.

No próximo dia caminhamos rumo a ‘Plaza Francia’ (4200m), para podermos apreciar a montanha mais de perto. Não precisa nem dizer que pelo fato de ser somente subida, foi bem cansativo, mas definitivamente valeu à pena e o lugar é espetacular!
Antes de voltarmos para ‘nossa casa’, passamos mais uma noite em ‘Confluencia’ para curtir mais um pouco o ambiente e a experiência.

Frio do Aconcágua

Ao chegarmos no carro, partimos em busca de um banho bem quente e um lugar para passarmos a noite, antes de irmos para o Chile.

Voltando do Aconcágua passamos para visitar a ‘Puente del Inca’ que consiste em uma ponte natural da época dos Incas e também ruínas de um Hotel com termas naturais (o hotel foi destruído por uma avalanche). Nos divertimos nas termas e curtimos o calorzinho que fazia. . . bem diferente do que na montanha.

Decidimos ficar em Los Penitentes pela noite e no próximo dia cruzaríamos a fronteira para o Chile. Fizemos uma arrumação geral no carro, colocando as mochilas de volta no rack e deixando tudo organizado, e fomos jantar.

Cristo Redentor

Antes de cruzarmos a fronteira, fomos visitar o Cristo Redentor, que fica exatamente na divisa entre Argentina e o Chile e, representa a paz entre os dois paises. Nos juntamos com um grupo e até tivemos um guia.

O caminho até lá foi bem emocionante, para não dizer assustador (O Rob quase ‘cagou na calça’ e achou que ia ser o fim da Land Rover, rolando no abismo). Enfim chegamos sãos e na volta até paramos para tirar fotos.

Depois do ‘tour’ estava na hora de enfrentar a fronteira e conhecer o Chile . . . Lá fomos nós e até que foi tudo tranqüilo, apesar de termos que jogar um monte de comida fora, ao entrar no país.

  
  

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