Rafting em Zâmbia

Todas as corredeiras tinham nomes assustadores tal como “Muncher”, e desde o início a adrenalina estava a mil.

  
  
Na balsa, atravessando o Rio Zambezi

De Kasane seguimos para Kazungula, onde pegamos uma balsa para atravessarmos o Rio Zambezi, e entrarmos na Zâmbia. Era uma balsa bem simples que devia estar rodando por muito tempo, e carecia um pouco de manutenção, mas o importante é que chegamos do outro lado!

De Botsuana, entramos em contato com o “Jollyboys Backpackers” em Livingstone, e organizamos nosso “visa waiver” com eles, o que foi perfeito. Eles oferecem um pacote irrecusável que incluí: 2 refeições, 1 bebida, 4 noites acampando e o visto, tudo por US$25,00. Como havíamos falado com eles somente um dia antes, não estávamos confiantes que daria tudo certo, mas para nosso espanto e contentamento, quando chegamos na imigração nossos nomes e dados estavam lá!

Livingstone

Eventualmente chegamos em Livingstone e no “Jollyboys Backpackers”. O lugar é bem legal e eficiente. Passeamos pela cidade e à noite experimentamos o bufe de “comida típica” no próprio Jollyboys, que por sinal estava uma delícia!

No dia seguinte nos aventuramos no tão famoso e esperado “Rafting no Zambezi”. Estávamos super empolgados e às oito da manhã pegamos o ônibus com o resto do pessoal. Chegamos num lodge, onde fomos servidos um café da manhã completo e tivemos um “briefing” de como seria nosso dia, incluindo algumas dicas de segurança.

A Turma do Rafting

Todos com capacetes, coletes e remos a mão seguimos até o ponto de partida. Nesta época do ano o rafting começa a partir da corredeira #9 pois o nível de água é demasiado e não é possível iniciar da #1, que fica bem na boca da catarata. Por isso teremos que retornar um dia para fazer o circuito completo! = )

O próximo passo era descermos até o rio, por uma trilha bem íngreme, com uma vista fenomenal da garganta e do Zambezi em si. Infelizmente não trouxemos a máquina então ficará somente na memória! Montamos nosso grupo de oito, conhecemos nosso guia o “Baby Face”, e seguimos morro abaixo, dispostos a enfrentarmos o rio.

Victoria Falls

Todas as corredeiras tinham nomes assustadores tal como “Muncher”, e desde o início a adrenalina estava a mil.

Percorremos por volta de 15 corredeiras, umas mais impressionantes e desafiadoras que outras, porém todas emocionantes. Vários botes viraram, mas temos a honra de dizer que nós permanecemos a bordo durante todo o trajeto!

Nossa parada para o almoço foi do lado do Zimbábue, então podemos dizer que visitamos mais um país. Tendo concluído o curso do rafting pelo “Mighty Mighty Zambezi” voltamos para o lodge, onde jantamos e assistimos o vídeo que tinham feito durante o trajeto. Conhecemos várias pessoas legais e sem dúvida valeu demais a pena. Recomendamos a todos!

Apreciando...

Mais um dia de Zâmbia, e obviamente não deixaríamos de visitar “Victoria Falls”. Passamos a manh㠓negociando” na feirinha de artesanatos de Livingstone, onde não resistimos e compramos alguns “souvenires”. Inclusive a Grace acabou trocando uma camiseta do Brasil (super cotada) por uma travessa de madeira bacana. De tarde visitamos as cataratas, ficamos totalmente ensopados (por ser “época de cheia” a água jorrava para todo lado), mas mesmo assim curtimos bastante.

Mais uma travessia do Zambezi de balsa e então seguimos rumo a Joanesburgo, passando por Botsuana novamente, o que nos levou uns três dias. Lá nos despediríamos do Cláudio . . .

  
  

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