Chegamos ao Chuí

Nosso trajeto nos levou até o extremo sul do país, passando pelo Parque Nacional da Lagoa do Peixe e pela Reserva do Taim, até o Chuí.

  
  
Nosso bravo guerreiro

Nosso trajeto nos levou até o extremo sul do país, passando pelo Parque Nacional da Lagoa do Peixe e pela Reserva do Taim, até o Chuí. Transitamos pela tão falada “estrada do inferno” que infelizmente hoje em dia está toda asfaltada. Mesmo assim nos divertimos bastante desviando várias vezes pela praia e atravessando algumas dunas e trechos alagados.

Chegando a Rio Grande pegamos a última balsa do dia e seguimos até Cassino onde pernoitamos após ver um lindo pôr-do-sol durante a travessia. Passando pelo Taim vimos diversas aves, alguns jacarés e muitas capivaras. É uma região bem bonita com um ecossistema diversificado, porém o acesso é bem limitado e deveria ser mais aberto.

Pausa para contemplar

Dois quilômetros antes do Chuí chegamos ao controle policial e tivemos que “registrar” todo nosso equipamento. Mesmo sabendo que íamos passar apenas algumas horas ali e que não faríamos compras nenhuma, seguimos o procedimento para evitar problemas na volta. No final até que foi tranqüilo e deu tudo certo.

Registramos nossa chegada, com fotos e filmagens, no ponto mais ao sul do Brasil, devidamente marcado pela placa! Foi divertido, porém rápido, e em menos de uma hora estávamos passando novamente pela policia o que foi ótimo, pois não tivemos problema algum.

Na volta, passamos pela cidade de Pelotas, famosa pelas fazendas de charque na época dos colonizadores Portugueses. Visitamos a Fazenda São João e foi bem interessante aprender um pouco melhor como funcionavam as fazendas no passado. É uma parte da nossa história que vale a pena conhecer melhor.

Pôr do Sol
No limite do país. Mais um pouco e estamos fora do Brasil!
Uma viagem ao passado

Saímos debaixo de muita chuva, mas seguimos nosso destino, desta vez rumo ao norte!

  
  

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