DIA 2

Atravessamos com certa facilidade a fronteira entre o Alaska e o Canada, apenas quando o agente alfandegário perguntou em quanto tempo a gente iria deixar o país, e nós respondemos que seria em torno de 24 horas, é que ele se assustou. Só rodando 24 horas

  
  

Atravessamos com certa facilidade a fronteira entre o Alaska e o Canada, apenas quando o agente alfandegário perguntou em quanto tempo a gente iria deixar o país, e nós respondemos que seria em torno de 24 horas, é que ele se assustou. Só rodando 24 horas por dia, disse ele. E isso ái, enquanto a gente não chegar no México, onde não vamos rodar à noite por razões de segurança, serão 24 horas por dia com turnos de mais ou menos quatro horas no volante (ou enquanto durar a gasolina, pois aproveitamos as paradas nos postos para fazer a troca). Até esse exato momento, na província de Britsh Columbia, oeste do Canada, rodamos 2 470 km, sendo que desses, 22:19 horas em movimento e 02:49 horas parados em abastecimento, troca de pneus e paradas para ir ao banheiro, fazendo uma média de 98,3 km/h.

As paisagens mudaram bastante, ao invés do branco neve, há bastante verde, muitos pinheiros e alguma vegetação rasteira. Neve mesmo só nos picos das montanhas. A temperatura também mudou por completo, dos 30 graus negativos da largada, estamos agora com 8 positivo, etá calorzinho bom. Nessa estrada há muitos animais selvagens, como cabritos montanheses e veados, e é preciso ter bastante cuidado. Devemos chegar na fronteira com os Estados Unidos na madrugada desta terça-feira. Tudo está correndo muito bem, só mesmo o CD player é que ainda não resolveu funcionar...vale as rádios locais.

  
  

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