Fernando de Noronha... Viagem ao Éden

Não é a toa que o destino é desejado por 9 entre 10 pessoas, mesmo para quem esteve lá. O ideal é que se fique por 8 dias, como sugere a operadora, assim é possível conhecer e aproveitar cada encanto que este paraíso tem a oferecer.

  
  

Apresentação

Morro dois Irmãos

Fui conhecer o Arquipélago de Fernando de Noronha a convite da operadora Ambiental Expedições. Foram quatro dias onde pude ver beleza tão rara! Mar verde, ora azul e de perto águas transparentes, além da rica vida marinha.

Não é a toa que o destino é desejado por 9 entre 10 pessoas, mesmo para quem esteve lá. O ideal é que se fique por 8 dias, como sugere a operadora, assim é possível conhecer e aproveitar cada encanto que este paraíso tem a oferecer.

A história da ilha é de muitas ocupações e trocas de nome. Começou em 1503 - o ano oficial da descoberta, apesar de aparecer em cartas náuticas com o nome de Quaresma e Ilha de São Vespúcio. O arquipélago foi doado ao financiador da expedição, Fernão de Noronha, por isso o nome atual.

De 1629 a 1654 - abandonada, a ilha foi invadida pela Holanda, que a transformou em posto de recuperação de seus marinheiros, arrendada, recebeu o nome de `Pavônia`.

Em 1700 - a coroa portuguesa transfere o domínio do arquipélago para capitania de Pernambuco, que não a ocupou, devido ao abandono, em 1736 foi invadida por franceses, que a batizaram de `Isle Dauphine`, um ano depois os portugueses ocuparam a ilha em definitivo através da Capitania de Pernambuco, instalando um presídio comum.

Cartão Postal

Em 1938 foi ativado um presídio político, já em 42 em função da II Guerra Mundial, o presídio foi extinto e o arquipélago tornou-se Território Federal, onde foi instalada uma base aliada. Só em 1988 teve retorno do domínio de Pernambuco e foi criado o Parque Nacional Marinho.

Depois de 14 anos, ela merece ser conservada, preservada e admirada por todos que tem a sorte de poder estar naquele lugar. São 21 ilhas e ilhotas, dependendo da época a visibilidade da água chega a 50 metros, convite para um mergulho inesquecível junto aos peixes coloridos, tartarugas, raias, lagostas, moréias e pequenos tubarões. Em terra, caminhadas pelas trilhas com árvores nativas e vista para o mar e 16 praias de areias brancas.

Primeiro dia

Vista Aérea

Nosso grupo saiu de São Paulo às 6h da manhã no vôo da Nordeste/Varig com destino à Fernando de Noronha. Desembarcamos às 12h50, tivemos que adiantar os relógios para 13h50. O encanto começa quando o avião vai pousar - falaram que quem está sentado do lado esquerdo do avião é privilegiado com as imagens - mas o piloto nos presenteou com um vôo panorâmico - deixando todos afoitos. Só se viam câmeras pra cá e pra lá, em busca do melhor ângulo! Inclusive eu não perdi uma foto, quase cai no colo de uma passageira que estava ao lado para tentar registrar aquela beleza indescritível.

Ainda no aeroporto, preenchemos o formulário e pagamos a taxa de Preservação Ambiental de acordo com a quantidade de dias que iríamos ficar, inclusive mencionando o lugar da hospedagem.

Em seguida seguimos para as pousadas. Nem todos ficaram juntos, pois as pousadas, apesar de aconchegantes, são simples e em geral têm de 4 a 6 quartos - de forma que não caberia todo o grupo.

Nos acomodamos e já fomos para o nosso primeiro passeio

Entramos no micro ônibus e seguimos para o Terminal Turístico do Cachorro. Fizemos a trilha Jardim Elizabeth a pé, uma rua de pedras com algumas árvores nativas. A primeira parada foi no bar `Café com Arte` para o coquetel de boas vindas e uma rápida palestra de introdução à ilha com o guia Aguinaldo Flôr - quem nos acompanhou durante os quatro dias de estadia em Noronha.

Fizemos um passeio pelas redondezas, conhecemos o Palácio de São Miguel - sede da administração, e a Igreja Nossa Senhora dos Remédios - construída em 1722, teve sua última restauração em 98, mantendo as portas, janelas, altar e bancos originais.

Mabuia

Ali perto estão as ruínas do Presídio feminino, mas não pudemos entrar por estar em mau estado de conservação.

Subimos o morro e fomos para o Forte dos Remédios, onde tivemos nosso primeiro contato com as mabuias - espécie endêmica muito comum na ilha, são inofensivas, mas adoram entrar em bolsas e mochilas de turistas....

Pôr do Sol no Forte

De lá de cima escutamos mais histórias sobre a ilha e o Forte, contemplando o pôr-do-sol que, apesar de nublado estava muito bonito.

Mesmo cansada, estava maravilhada com as imagens que via. Voltamos à pousada para um banho, descanso e logo depois o jantar no Restaurante Tratoria da Morena. Os pratos principais são de massas frescas, caseira e geralmente serve uma pessoa. Como o restaurante é muito procurado, a dica é chegar entre 19h e 19h30. Experimentei um Fetuccini Mediterrâneo puxado no azeite com camarão, lagosta e peixe - delicioso!

Logo após o jantar fomos assistir à palestra do IBAMA, o palestrante da noite foi o Marco Aurélio - vice-diretor do Parque Nacional e o tema era `Parque Nacional de Noronha`. Todas as noites um tema diferente é abordado e a entrada é gratuita. Praticamente todos os turistas presentes na ilha assistem às palestras do IBAMA - são muito interessantes!

Forró no Cachorro

No fim das palestras os táxis (buggys) ficam mais baratos, cobram R$ 2,00 por pessoa para levar até o centrinho ou à pousada. Fora deste horário é cobrado de R$ 5,00 à R$ 8,00 (pela corrida) dependendo da distância. Mesmo cansados, alguns ainda foram ao famoso `Bar do Cachorro`, onde rola forró todas as noites.

Segundo dia

Porto de Sto. Antônio

Nosso horário de saída era sempre às 8h, então às 7h30 já estávamos acordados e nos preparando para o café da manhã. Como ficamos divididos em diversas pousadas, ficávamos sempre conversando na varanda enquanto o ônibus pegava os outros.

Ponta da Sapata

O primeiro passeio do dia: tour de barco pelas praias. No Porto de Santo Antônio há diversas lojinhas, entre elas a Apnéia, que aluga por dia coletes salva-vidas (R$ 8,00), máscara, snorkel e nadadeiras ($ 5,00 o kit). Depois de ficar praticamente o dia todo vendo mar, queria logo pular n`água.

Fizemos o passeio margeando a costa do Mar de Dentro, chegando até o Portal da Sapata - formação da imagem do mapa do Brasil.

Golfinho

Próximo à Baía dos Golfinhos, pudemos ver diversos golfinhos que acompanhavam o barco, dando alguns saltos. Da Baía dos Golfinhos até a Ponta da Sapata podemos observar os 5% da vegetação nativa do arquipélago.

Aquele azul da água não dever ter em nenhum outro lugar, pois é maravilhoso! Enfim, fizemos uma parada de 50 minutos para mergulho livre na Baía do Sancho.

Sancho vista de cima

A água estava em torno de 24o C, uma verdadeira piscina aquecida cheia de peixinhos coloridos.

Próximos aos corais a quantidade era ainda maior, mas para quem se afastou do barco e fez mergulho livre viu muito mais, como tartarugas e raias.

De volta ao Porto fomos direto almoçar, afinal de contas ninguém é de ferro, ver aquelas belas paisagens e mergulhar dá uma fome!

Praia da Atalaia

Almoçamos no Restaurante Paraíso do Atlântico, simples, porém bom, com comida no sistema self-service (R$ 18,00/Kg).

Por último chegamos à praia da Atalaia, que é a mais controlada pelo IBAMA, pois na maré vazante ficam presos alguns peixes, lagostas e até pequenos tubarões em uma piscina natural

Diariamente só podem entrar no máximo 100 pessoas e permanecer por 20 minutos cada grupo dentro d`água, inclusive é proibido o uso de protetor solar e nadadeiras.

Pôr do Sol

Infelizmente não pudemos entrar devido às condições do mar, que havia causado um pequeno aterro na piscina natural, e a profundidade não estava adequada para o mergulho.

Voltamos então ao Porto Santo Antônio, onde há um navio naufragado há poucos metros da costa.

Ali alguns mergulharam e puderam ver tartarugas marinhas e bastante peixes coloridos.

Quem não entrou na água - como eu - foi olhar as lojinhas do porto e conhecer o Morro do Air France - local histórico que serviu de base para aviação francesa na década de 20. Pude observar o encontro dos mares `de dentro` e `de fora` e algumas ilhas secundárias, além do Porto e o Mirante dos Tubarões.

Um pouco mais à frente tem o Museu do Tubarão, esperamos o pessoal por lá, comendo bolinhos de tubalhau. Depois fomos de ônibus contemplar o pôr-do-sol no Forte de S. Pedro.

De volta à pousada para banho e descanso, saímos para jantar no Restaurante Ecológikus - comida artesanal, o prato saboreado por todos foi `Sinfonia marítima` com lagosta, camarão, caranguejo e peixe. Da mesma forma que o Tratoria da Morena, o ideal é reservar com antecedência ou chegar entre 19h e 19h30. Depois fomos para o centrinho e assistimos ao último jogo de futebol da rodada. Um campeonato entre os moradores e principalmente alunos dos colégios da ilha. Escolhemos um time para torcer e tivemos uma integração com o povo local - foi bem interessante e divertido! Ainda com fôlego, fomos para o bar do Cachorro curtir um pouco o forró até o fim da noite.

Terceiro dia

Trilha do Golfinho

O dia hoje foi de trekking... O ônibus nos pegou pontualmente às 8h e nos deixou no inicio da Trilha do Golfinho. A primeira parada foi depois de 2km no Mirante dos Golfinhos, um paredão com 60 metros de altura, mas neste horário já não haviam mais tantos golfinhos. Mesmo assim vimos alguns saltos bem de longe, com uma objetiva de 200mm não consegui registrar nenhum deles perfeitamente. Esta trilha é bem leve, não há subidas nem descidas, guarda um pouco da mata nativa da ilha.

Mirante dos Golfinhos

Seguimos a trilha pelo alto da encosta. Dentre algumas árvores peculiares que vimos, conhecemos a burra leiteira, que produz um leite venenoso que provoca queimaduras de até terceiro grau, e seu pó, se for passado nos olhos, pode levar à cegueira.

Mas é preciso ter cuidado, pois não existe nenhuma placa de aviso, geralmente quando se vai com um guia ele nos avisa desses detalhes.

Esta caminhada é por cima das falésias, onde vamos observando os pontos mais bonitos da ilha - Baía do Sancho, dos Porcos, Morro Dois Irmãos...

Durante o percursos há vários mirantes - pontos obrigatórios para as fotos. A cada parada uma vista diferente de rara beleza.

Baía do Sancho

Chegamos num ponto onde há duas escadas de ferro cravadas na rocha, uma seguida da outra, com aproximadamente 10 metros de altura, dando acesso à Baía do Sancho. Novamente chegamos à Baía do Sancho, só que, desta vez, por terra. Ficamos cerca de 40 minutos mergulhando, mesmo na beira da praia pude ver uma Raia-manteiga, de cor cinza chumbo enorme, olhei pra ela e fomos para lados opostos. Fui próximo aos corais e vi muitos peixinhos: Donzela-de-rocas e Sardinhas.

Viuvinhas

Saí da água antes do pessoal e, pela primeira vez, estiquei a canga e tomei um solzinho. Por ali sempre há um rapaz vendendo bebidas (água mineral, cerveja e refrigerantes a R$ 3,00 cada). Hora de ir embora: seguimos pela trilha e atravessamos um costão por uns 10 minutos até chegarmos à Baía dos Porcos. Na minha opinião, a mais bonita do arquipélago: águas calmas e transparentes e muitas formações de piscinas, inclusive uma delas acima das pedra, onde é proibida a entrada. É um ponto excelente para fazer uma foto de braços abertos com a vista do Morro Dois Irmãos atrás.

Ali ficaria por horas, mas tínhamos mais praias para conhecer neste dia. Seguimos pela praia Cacimba do Padre - foi a primeira vez que vi algumas ondas, elas não passavam de 1 metro, mesmo assim não é boa para banho, pois possui muitas correntes e mar revolto, no entanto, muito bonita para fotos, com o Morro Dois Irmãos de fundo.

No final da praia há um quiosque com sombra, próximo à estrada de terra, onde é possível deixar o buggy estacionado. O ônibus já nos esperava e fomos almoçar, desta vez, no Restaurante do Hotel Dolphin. Diversos tipos de saladas, peixes e carnes, no sistema self-service por $ 15,00/pessoa, com bebidas e sobremesas à parte.

À tarde fomos conhecer algumas pousadas com as quais a operadora trabalha - geralmente simples, algumas com uma melhor localização, tendo até vista para o mar; mas todas observam rigorosamente o padrão mínimo de conforto exigido: quartos com banheiro, TV, ar-condicionado e frigobar.

O destaque é para a `Estrela do Mar` - quatro disputadíssimos chalés com varanda e rede, vista para o mar, localizada no bairro Floresta Nova. Na Vila dos Remédios, a pousada `Simpatia da Ilha`, tem quatro quartos com banheiros amplos e limpos - para quem gosta de agito, é bem próxima ao forró. Na Floresta Velha a `Pousada da Rita` tem quatro quartos simples, mas vale muito a pena pelo atendimento e a simpatia da dona Rita. A `Pousada da Jô`, localizada na Vila dos 30, oferece quartos amplos com cama de casal, banheiros limpos com box, guarda-roupas, a varanda é grande, arborizada e com diversas redes, além da mesinha na sala com revistas atuais.

A última pousada que visitamos foi propositalmente a `Colina dos Ventos`, com uma varanda ampla que atende a todos os quartos, onde é possível contemplar o pôr-do-sol sem sair da cadeira de balanço tomando água de côco e olhando o Morro do Pico - um show para fechar o fim da tarde com chave de ouro.

O passeio da noite foi a Palestra no IBAMA sobre os Golfinhos Rotatores com o oceanógrafo José Martins da Silva Jr. e o jantar foi na Pizzaria Massa da Ilha. A noite foi de chuva e com isso o forró do Cachorro ficou vazio. Fui logo dormir, pois no dia seguinte tínhamos que estar prontos às 5h da manhã para o passeio ao Mirante dos Golfinhos.

Quarto dia

Caiaque

Infelizmente não consegui levantar, minha companheira de quarto, a Renata, me chamou 4h55, achei que não ia dar tempo, pois os motoristas sempre foram muito pontuais. Ela foi e eu fiquei escutando o movimento na rua do pessoal indo para o ônibus.

A Renata me contou que, por volta das 6 horas, cerca de 250 golfinhos foram chegando aos poucos na Baía, o dia clareava e dava para ver muitos deles saltando. Como nosso grupo foi atendido pela agência Luck, puderam ver os golfinhos com binóculos, que são fornecidos pela agência.

Neste último dia íamos ficar nas praias urbanas, por serem mais próximas, mas fomos convidados a um passeio de caiaque. Há cerca de um mês foi inaugurada esta atração que sai do Porto e segue pelas praias urbanas.

Grupo

Depois das instruções, formamos duplas e saímos rumo à Praia da Conceição, o ideal é que vá um homem e uma mulher pra dar o equilíbrio na hora de remar. Parecia ser fácil e nem prestei muita atenção nas instruções, o que acarretou num probleminha na hora H. Ao invés de empurrar o `volante` com os pés eu os puxava com as mãos, o que fez com que ficássemos para trás, devido aos zigue-zagues - mas foi muito divertido!

Parada na praia para descanso, água mineral e lanchinho. Nossa sorte é que sempre um bote e dois caiaques vão de apoio, pois viramos quatro vezes e para voltar ao caiaque dá um pouco de trabalho. Mesmo assim adorei, pois ia me despedindo aos poucos daquela imensidão de águas verdes, transparentes e calmas.

Batismo

De volta ao Porto, hora das comprinhas. Depois fomos para a pousada arrumar as malas. Fechamos com chave de ouro, almoçamos no Restaurante do Nascimento com vista para uma área verde e o mar ao fundo. Os pratos servem duas pessoas, dividi uma moqueca de peixe com camarão e também experimentei a caldeirada com diversos frutos do mar. Maravilhosos!

Acompanhamento no mergulho

O embarque foi pontualmente às 17hs, com a Nordeste/Varig com destino a São Paulo, quando chegamos aqui chovia e fazia frio... Um pouco diferente da nossa chegada em Noronha, mas estava bem feliz pelo que tinha conhecido e aprendido no arquipélago.

Infelizmente não tive tempo para fazer o Batismo Submarino, mas o Marcelo teve a oportunidade de conferir com a operadora Águas Claras. Mesmo quem não tem experiência anterior e até mesmo para quem não sabe nadar, pode mergulhar e ver de perto a fauna e a flora marinha, que em Noronha é rica e abundante.

Acompanhamento no mergulho

Antes do mergulho: instruções de uso dos equipamentos e explicações de como o instrutor fará o acompanhamento dentro d´água. Ele disse que após alguns minutos de adaptação com o equipamento na superfície, o instrutor desinfla o colete salva-vidas e vão afundando juntos para um mundo que ele ainda não conhecia - a 8 metros de profundidade, conseguiu ver uma infinidade de peixes coloridos e uma lagosta enorme. Enquanto isso o instrutor vai o tempo todo auxiliando, apontando os peixes e sempre perguntando se está tudo Ok.

Serviços

Ambiental Expedições
www.ambiental.tur.br
(11) 3819-4600 begin_of_the_skype_highlighting              (11) 3819-4600      end_of_the_skype_highlighting
ambiental@ambiental.tur.br

Dicas da autora

Rute Alves

A primeira coisa a se fazer quando for à Noronha é escolher a época, para quem quer surfar deve ir entre dezembro e abril. Para curtir águas tranqüilas e claras - ideal para mergulhos - ir entre maio e novembro;

Deixe reservado dinheiro para a taxa de Preservação Ambiental, é cobrado na entrada da ilha ainda no aeroporto e varia de acordo com a quantidade de dias que ficar Até quatro dias são cobrados 20 UFIRs por dia (R$ 22,00), menores de 5 anos não pagam. Aceitam para o pagamento: dinheiro, cheque ou cartão de crédito (Visa e Credicard);

Leve medicamentos de uso habitual, não há farmácias, apenas uma loja que vende alguns medicamentos mais básicos;

Se tiver carteirinha de mergulho autônomo não a deixe em casa, pois é obrigatório apresentá-la para tal modalidade;

Vale comprar uma tabela de PVC nas lojinhas do Projeto TAMAR para identificação da vida marinha em Noronha quando estiver dentro d`água (R$ 9,00);

Dependendo da sua bagagem, muitas vezes alugar equipamento sai mais barato, o kit com máscara, snorkel e nadadeiras saem por R$ 5,00/dia na Apnéia - próximo ao Porto Santo Antônio;

O uso de Internet é possível no Palácio São Miguel - 15min $ 4,00, 30min $ 8,00 e 60min $ 16,00;

Se for ao Mirante dos Golfinhos de madrugada não esqueça de levar lanterna, como também binóculos para melhor visualização;

Assista às Palestras do IBAMA no centro de visitantes do Projeto TAMAR - oportunidade de aprender com quem entende do assunto de forma descontraída e gratuitamente, começa às 21h e normalmente lota, mas dá para assistir de pé ou sentado no chão;

Leve pilhas, baterias, filmes, protetor solar e repelente, por lá os preços costumam ser 100% mais caro que em São Paulo;

O calçado mais apropriado para a ilha é a papete, confortável e pode molhar;

Existe um único banco na ilha, o Real ABN Amro Bank com caixas eletrônicos interligados à rede do Banco 24 Horas, veja se o seu é compatível;

A energia da ilha é de 220V - é muito comum queimar carregadores de celular, barbeador e secador, preste atenção antes de ligar seu aparelho;

Coopere evitando o desperdício de água já que não há nascentes na ilha, a água é proveniente de chuvas e poços artesianos, parte da água é dessalinizada, mas ainda há muitos problemas com o equipamento;

Uma boa opção é alugar buggy (R$ 85,00/diária), a gasolina não é barata o litro custa R$ 2,88, mas pode ser divido em 5 pessoas. Para economizar há também alugueis de motos e bicicletas. Ande sempre com a carteira de habilitação, pois há blitz nas ruas, e não esqueça de perguntar se o acesso é permitido, principalmente na área do Parque Marinho.

  
  

Publicado por em

Mileide ricarte de arruda

Mileide ricarte de arruda

14/09/2008 17:02:54
é fernando de noronha é muito bonito mesmo e vc soube aproveitar muito somente 4 dias...espero 1 dia ter esta oportunidade q vc teve parabéns!!!

bjos de Mi

Jhonny

Jhonny

01/09/2008 15:45:32
ficou muito bonito