JALAPÃO a bordo do KORUBO

O Jalapão é uma região compreendida pela APA (Área de Proteção Ambiental) e também pelo Parque Estadual, localizada em pleno Cerrado Tocantinense, mais precisamente a leste da capital, Palmas.

  
  

Apresentação

Jalapa, a flor que dá nome ao Jalapão

Quando decidi ir ao Jalapão e contei aos meus amigos, a pergunta foi geral: `Que lugar é esse? Onde fica?`. Assim é o Jalapão: desconhecido e distante e, por isso mesmo, belo e intocado. O Jalapão é uma região compreendida pela APA (Área de Proteção Ambiental) e também pelo Parque Estadual, localizada em pleno Cerrado Tocantinense, mais precisamente a leste da capital, Palmas. O visual surpreende pela diversidade de paisagens e atrações: rios, dunas, lagoas, veredas, chapadas, praias fluviais e cachoeiras encantam os visitantes que se arriscam a desbravá-lo.

Caminhão da Korubo

Em nível nacional, a região começou a ser explorada comercialmente há apenas 2 anos, com a chegada do Korubo, um caminhão 4x4 no estilo dos Overlands Africanos, mas que foi adaptado para o turismo em locais inóspitos e de difícil acesso. Com poltronas reclináveis, ar condicionado, som e tetos solares, o caminhão é o meio de transporte ideal para essa viagem, que é uma verdadeira maratona. Como parte da infra-estrutura Korubo, há também o Safári Camp, um acampamento fixo composto por confortáveis barracas, banheiro com vaso sanitário e chuveiro de água quente, além das barracas cozinha e refeitório, onde um experiente chef de cozinha prepara excelentes refeições que agradariam aos mais exigentes gourmets.

Mirante da Serra

Coordenando todas as atividades, estão os guias, motoristas e cozinheiros, sempre muito amáveis e prestativos. Dessa forma, o Korubo possibilita aos turistas mais aventureiros conhecer o Jalapão em sua totalidade e de uma forma muito confortável e organizada. Por tudo isso, tem tido uma procura crescente ao longo destes anos, sempre agradando e superando as expectativas de todos os seus visitantes.

Sendo assim, no dia 25 de abril, embarquei com destino a Palmas a convite da Korubo Expedições, ansiosa e cheia de sonhos, pois tinha apenas uma leve idéia do que estava reservado para mim nos próximos dias...

Primeiro dia

Tínhamos um longo caminho pela frente

A chegada na cidade de Palmas impressiona a todos os turistas. Isso porque, quando se fala em Tocantins, por se tratar de um Estado novo, distante e pouco conhecido, as pessoas logo imaginam cidades simples, pequenas e pouco desenvolvidas. E Palmas é justamente o contrário. A cidade realmente é muito jovem (foi fundada há apenas 15 anos), mas foi extremamente bem planejada. Com ruas e avenidas largas e limpas, a cidade é dividida em setores e conta com todos os serviços de uma grande capital.

No caminho para a pousada, passei rapidamente por alguns pontos interessantes da cidade e, apesar de já estar escuro, pude perceber a grandiosidade e modernidade das construções, tudo muito bem iluminado, bem distribuído e limpo. A Pousada dos Girassóis, próxima ao imponente Palácio do Governo, é considerada uma das melhores opções de hospedagem na cidade: muito charmosa, bem localizada e com um atendimento bastante atencioso. Fui descansar logo, pois no dia seguinte a viagem até o Jalapão começaria cedo e seria longa.

Segundo dia

Visual da estrada

Depois do café da manhã, encontramos a equipe Korubo já nos esperando na recepção do hotel. O grupo que seguiria para o Jalapão tinha 18 participantes, que é a capacidade máxima de turistas no caminhão. Saindo de Palmas, pegamos estrada sentido a cidadezinha de Ponte Alta, considerada porta de entrada para o Jalapão e onde seria nossa parada para almoço. Até lá, foram cerca de 3 horas de viagem em estrada toda asfaltada. Fomos recepcionados por uma senhora muito gentil em uma casa simples, onde a mesa já estava posta. O menu foi uma comidinha caseira e bem farta que agradou a todos do grupo.

Cânion do Sussuapara

Daí atravessamos uma ponte e entramos na estrada de terra, margeando o Monte do Carmo e passando por algumas casas de moradores locais. Ficamos impressionados com a rusticidade das casas de pau-a-pique cobertas de sapê, com famílias pobres e numerosas, longe de qualquer indício de urbanização. Por onde o caminhão passava, chamava atenção de todos os que o viam. De cada pessoa, recebíamos acenos nos dando as boas vindas.

Safari Camp Korubo

Alguns quilômetros depois, fizemos nossa primeira visita a uma atração local: a Cachoeira do Sussuapara. Descemos do caminhão e andamos numa pequena trilha, acompanhando a margem de um riacho. Entramos dentro de uma fenda por onde a água corria, como se fosse um pequeno cânion coberto pela mata, e caminhamos lá dentro até chegar à cachoeira.

Tamanha foi nossa surpresa ao encontrar um poço de água bem fundo, onde caía uma forte corrente d`água por dentro das paredes de pedra. Sem hesitar, todos trataram de mergulhar e se refrescar naquelas águas. Ficamos por ali algum tempo e depois continuamos viagem por mais algumas horas.

As barracas mais pareciam chalés!

A partir daí, começamos a entrar no verdadeiro visual do Jalapão. Uma paisagem bem típica de Cerrado, com extensos campos gramados e algumas pequenas árvores espalhadas ao redor, além de muita poeira e muito sol. Pudemos subir no teto solar do caminhão e admirar o visual lá de cima, onde uma revoada de maritacas ia nos acompanhando.

Finalmente, chegamos ao acampamento Korubo e nos surpreendemos muito ao ver toda a infra-estrutura ali montada. Fomos então apresentados à equipe e a todos os equipamentos, aprendendo sobre o seu funcionamento e também sobre as regras de convivência do Safári Camp.

As barracas onde nos acomodamos nada se parecem com barracas de acampamento convencionais: são bem amplas e altas (dá até para ficar de pé dentro delas!!!) e equipadas com 2 camas de armar e uma pequena estante, além da varanda com cadeiras e mesinha. Os banheiros possuem um sanitário químico (bem parecido a um vaso sanitário normal, mas que dispensa tratamento de esgoto) onde estão disponíveis 2 para as mulheres e 2 para os homens, devidamente fechados e iluminados. Chuveiros também são 2 para cada e todos com água quente!!! O melhor de tudo é que são fechados apenas dos lados, ficando a céu aberto, ou seja, você toma banho olhando para as estrelas....demais!!!

Na barraca cozinha, o chef prepara os pratos que são servidos na barraca refeitório, composta por uma mesa para o buffet e outra para os visitantes. De frente para esta barraca, encontra-se uma prainha natural, já que o acampamento foi estrategicamente montado às margens do Rio Novo, num ponto ótimo para banho. A noite caiu e foram acesas tochas para iluminar o acampamento. Depois de todos de banho tomado, o jantar foi servido em alto estilo. Uma fogueira foi acesa para o grupo se reunir e bater papo o que, graças ao espírito alegre de todos, acabou se tornando uma sessão de piadas de dar dor de barriga.

Terceiro dia

Visual típico do Jalapão

No acampamento, ninguém consegue acordar muito tarde. Por volta das 6h30/ 7:00h todos já estão de pé. A cantoria dos pássaros anima nosso super café da manhã, com direito a pão de queijo quentinho, frutas, bolos e sucos. Saímos por volta das 8h30 para uma caminhada de 6 km margeando o Rio do Sono. Nesta caminhada, pudemos reconhecer o visual do Jalapão. Conhecemos a famosa Jalapa, a flor que dá nome ao local, e vimos também várias veredas ao longo do caminho. O céu estava claro e o sol ficava cada vez mais forte.

Praia no Rio do Sono

Finalmente chegamos ao nosso ponto final: uma prainha formada às margens do rio, com muitas pedras e bancos de areia formando piscinas naturais. Para todos que estavam já sem fôlego devido ao intenso calor, foi um alívio poder mergulhar ali.

Passada quase uma hora, ninguém queria ir embora, já que o banho estava muito refrescante e agradável. Mas como toda a programação tem horário a ser cumprido, voltamos para o acampamento, onde um delicioso almoço nos aguardava.

Jipe da Korubo

Depois da merecida (e necessária) ciesta, chegaram os jipes que nos levariam ao Mirante da Serra, distante cerca de 2 horas do acampamento. Rodamos por uma longa estrada e pegamos alguns trechos de trilha mais difíceis, onde o jipe teve que usar toda sua potência para passar.

Ao longe, começamos a enxergar uma chapada única e isolada no meio do cerrado e, conforme íamos nos aproximando, podíamos identificar os detalhes das formações rochosas que a compunham. Pareciam várias torres, uma ao lado da outra, dando-lhe a forma de um castelo. Quanto mais perto chegávamos, mais bonita ela se tornava.

Finalmente, os jipes pararam e começamos a subida rumo ao topo. É uma caminhada curta, porém bastante íngreme, o que exige certo esforço físico. A trilha termina justamente nas `torres`, por onde pudemos caminhar e até mesmo subir em algumas, para admirar ângulos mais exclusivos da paisagem que nos cercava.

Visual do pôr do sol

Este é um ponto totalmente isolado na região, onde somente a equipe Korubo leva visitantes. De tão isolado, pudemos encontrar uma pele de cobra abandonada e também fezes de uma provável onça. O visual lá de cima é algo impressionante. Pudemos ver uma grande parte da planície do Jalapão e seus limites com a Bahia e o Maranhão. O sol começou a se pôr, prometendo um espetáculo inesquecível, e ali ficamos então, curtindo uma deliciosa brisa e esperando o alvorecer, que realmente foi maravilhoso e deixou todos em silêncio, tamanha sua beleza.

Antes que escurecesse de vez, descemos de volta aos jipes para retornar ao acampamento. Aos poucos a noite caía e íamos sentindo o clima noturno do Cerrado. Mais uma vez um divino jantar do chef Divino superou as expectativas de todo o grupo, faminto devido à caminhada no mirante. Depois do jantar, fomos caminhando até uma escola que fica próxima ao acampamento. Lá encontramos duas senhoras fazendo algumas peças de artesanato num trabalho bem manual. Gentilmente elas nos mostraram outras peças já prontas e que estavam à venda. Bolsas, vasos, potes e vários outros objetos, todos feitos de capim dourado, uma planta típica dali, que deixa os objetos dourados como ouro.

Este artesanato do Jalapão é bem característico e já está se tornando mundialmente famoso, principalmente as bolsas que já são comercializadas em lojas finas de Paris. Após as compras, voltamos para o acampamento e fomos descansar, já que ainda tínhamos muitas atividades pela frente nos próximos dias.

Quarto dia

Café da manhã na barraca refeitório

Acordamos com o cheiro do pão de queijo invadindo nossas barracas, o que foi um motivo a mais para todos pularem da cama bem cedo! Estávamos ansiosos por aquele dia, pois visitaríamos as atrações mais famosas do Jalapão: o Fervedouro e a Cachoeira do Formiga. Depois de todas as instruções dos guias sobre o que levar e como nos vestir, subimos no Korubo com grande ansiedade. Dali rodamos cerca de 2 horas e meia até chegar à entrada do Fervedouro, de onde caminhamos mais uns 5 minutos até o ponto final. O acesso de veículos a partir da entrada é proibido justamente para preservar a vegetação e também como uma forma de controlar o acesso de visitantes no local, que é extremamente delicado.

A trilha desce até chegarmos numa clareira, onde avistamos, de um lado, um pequeno rio e, de outro, um poço de água muito branco cercado por bananeiras. Todos já se entusiasmaram querendo entrar ao mesmo tempo, mas o guia limita o acesso em no máximo 5 pessoas de cada vez. Por mais que eu já soubesse o que acontece ali, não pude deixar de me surpreender quando entrei. O poço é quase todo bem raso, tendo apenas alguns centímetros de profundidade, mas em certo ponto você simplesmente cai num buraco bem profundo, mas imediatamente começa a flutuar, empurrado para cima pela força da água. Na verdade, o que acontece ali é a existência de vários olhos d`água brotando do chão e jorrando água pra cima, impedindo que qualquer coisa afunde. A sensação é deliciosa e ninguém queria sair de lá. No riozinho ao lado podíamos tirar um pouco da areia que gruda em nosso corpo e nadar mais livremente.

Fervedouro

De volta ao caminhão, seguimos agora com destino à Cachoeira do Formiga, onde também tivemos que descer na entrada e caminhar cerca de 10 minutos. As duas atrações são próximas e não gastamos mais de uma hora entre elas. A chegada na cachoeira também é surpreendente: as águas profundamente azuis caindo pelas pedras formam um poço perfeito para o banho. O casal que cuida da área se aproximou e nos passou algumas recomendações para que não ficássemos muito nas bordas do poço, de onde pode se soltar uma terra bem escura e sujar a água. Ali nos divertimos muito. Curtimos um pouco da hidromassagem que a queda fazia, já que a cachoeira é bastante baixa, e arriscamos alguns saltos pendurados numa corda amarrada nas árvores. Colocamos também máscaras de mergulho para enxergar debaixo d`água, de onde se tem uma visibilidade extremamente grande, já que a água é muito cristalina.

Saindo dali, voltamos até o caminhão, onde o lanche de trilha nos esperava: saladas, lanches e sucos. Nossa próxima viagem teria como destino uma das principais cidades da região: Mateiros. Chegamos justamente na hora do término das aulas e as ruas estavam repletas de crianças. Para os que não esqueceram de casa, havia uma `pequena` fila no orelhão público para dizer um alô, já que estávamos há dias distantes de qualquer sinal de civilização. Passamos ali algum tempo sentindo um pouco da tranqüila rotina dos moradores do Jalapão, e voltamos para o acampamento, onde tivemos uma longa noite de sono.

Quinto dia

Grupo se equipando

O dia de hoje prometia fortes emoções. Depois do café da manhã, subimos no jipe e pegamos cerca de meia hora de estrada até um ponto no Rio do Sono. Lá já estavam vários equipamentos de segurança para o Acqua-Raid, como coletes, capacetes, caneleiras e luvas separados no chão. Tivemos as primeiras instruções de como utilizar esses equipamentos e, quando estávamos todos devidamente vestidos, pegamos nossas respectivas bóias e seguimos até a margem do rio. Recebemos mais algumas instruções de como usar o equipamento e entramos na água para nos ambientarmos.

Preparação para o Acqua-Raid

O Acqua-Raid consiste na descida de rios utilizando bóias infláveis. Essas bóias são de formato oval e possuem alças para segurança. O praticante deita de bruços sobre a bóia, mas é possível também sentar-se sobre ela durante os trechos mais calmos. Depois de muito sobe e desce, nos sentimos finalmente seguros para seguir o percurso do rio até o acampamento. Os primeiros trechos são extremamente tranqüilos e a descida foi um gostoso passeio, onde conversamos, brincamos e tomamos um pouco de chuva. Sim!!! Depois de tantos dias extremamente ensolarados, o sol deu uma trégua e uma refrescante garoa caiu no Jalapão. Pouco a pouco, foram surgindo algumas pequenas corredeiras para aumentar a adrenalina.

Finalmente, paramos num banco de areia e fomos orientados sobre como atravessar a primeira grande corredeira do rio. Um a um, encaramos o desafio. Todos chegaram sãos e salvos, mas quedas, viradas e trombadas nas pedras foram inevitáveis para quase todos do grupo. Continuamos nossa descida e passamos por mais 2 corredeiras fortes até terminarmos nossa aventura, já no acampamento base. O almoço foi servido e, depois da sobremesa, todos disputaram as redes para uma ligeira soneca.

Caminho para as Dunas

Por volta das 15h, saímos em direção às dunas para conhecer mais uma das surpresas do Jalapão. O caminho não foi longo e logo chegamos a um lago rodeado de árvores... lindo!!! O caminhão parou ali e continuamos então a pé até uma grande parede de areia, que dá a impressão de que as dunas jalapenses são algo bem modesto. Subimos a duna então sem maiores pretensões e ficamos extasiados ao chegar no seu topo: um mar de dunas se abre diante de nossos olhos!!! A paisagem é impressionante. Dunas e mais dunas, como se estivéssemos num deserto! Caminhamos por elas até com um certo pesar por deixar nossas pegadas numa areia tão lisinha, mas o guia sugere uma caminhada maior para conhecermos um lago mais adiante.

Chegada nas Dunas

O sol começa a se pôr e, apesar do céu nublado, o espetáculo da natureza é encantador. Vamos embora já no escuro da noite. Voltei sentada no teto do caminhão para sentir a brisa quente noturna. O Jalapão é realmente um lugar surpreendente!!!

Sexto dia

A impressionante Cachoeira da Velha

Nosso último dia de Jalapão já deixava saudades antes mesmo de irmos embora. Tomamos nosso café e nos despedimos de toda a equipe do Korubo, que não nos acompanharia na viagem de volta, agradecendo pelo imenso cuidado, prestatividade e carinho que tiveram conosco durante todos aqueles dias. Seguimos rumo à Cachoeira da Velha, uma das principais atrações. O sol estava bastante forte e a viagem durou cerca de uma hora e meia.

Prainha

Para se chegar à Cachoeira, é necessário passar pela Pousada do Jalapão, onde um portão libera o acesso. Deixamos o caminhão alguns metros depois do portão e seguimos a pé até a cachoeira, caminhando por uns 15 minutos. A chegada na cachoeira já impressiona pelo barulho e pela força da queda d`água. Entrando por uma trilha secundária, há duas pequenas entradas para outros pontos de visualização, de onde é possível admirá-la de ângulos excepcionais. Ficamos ali alguns minutos admirando a força da natureza. Em uma ponta da cachoeira, alguns até arriscaram um pequeno banho, pois entrar de verdade na água é absolutamente impossível!

Voltamos até o caminhão para tomar água e seguimos caminhada até a Prainha, que como o nome já diz, é uma praia formada pelo Rio do Sono, um lugar belíssimo onde nos refrescamos do calor daquele dia. Tomamos sol, demos alguns mergulhos e fizemos uma espécie de pic-nic durante o almoço. Foi um passeio muito gostoso para fechar nossa viagem ao Jalapão com chave de ouro. Saindo dali, passamos na pousada para trocar de roupa e nos preparar para pegarmos estrada de volta para Palmas. Daí foram mais cerca de 5 horas de viagem, sendo parte em estrada de terra, até Ponte Alta, onde fizemos uma parada, e o restante em estrada asfaltada, já na rodovia que liga a cidade até a capital.

A chegada na Pousada dos Girassóis foi às 21h30 e quase todos do grupo, exaustos, preferiram dormir para embarcar no vôo bem cedo do dia seguinte. Uma semana depois, de volta à capital, éramos pessoas diferentes, transformados pela natureza, pelo isolamento e pela exuberância daquele lugar tão distante chamado Jalapão. Chegamos à conclusão de que longe é um lugar que não existe... Pelo menos não mais para nós.

Serviços

Korubo Expedições
www.korubo.com.br
korubo@korubo.com.br

Dicas da autora

Dicas do Autor

Fique atento ao arrumar sua mala e não se esqueça de itens básicos para sua `sobrevivência` no Jalapão, como roupas leves, repelente, protetor solar, chapéu, lanterna, toalha e roupa de banho. Leve também uma ou duas blusas de frio pois, durante a noite, a temperatura cai bastante.

Não se esqueça da máquina fotográfica com pilhas extras e muitos rolos de filme. Você certamente vai tirar mais fotos do que pretende!

Tome muita água e use sempre bastante protetor solar e chapéu, pois o sol no Jalapão é muito forte.

Programe sua viagem entre os meses de abril e setembro, que é a melhor época para se visitar a região, e é quando o Korubo está por lá. Estes são os meses considerados como verão, pois as chuvas se tornam escassas e os dias são bastante claros e ensolarados.

Converse com a população local, que é extremamente receptiva, e deixe-se envolver por sua rotina, para sentir realmente como é a vida no Jalapão. Isso vai enriquecer muito a sua experiência.

À noite, no acampamento, use sempre sapatos fechados e ilumine bem por onde anda para não acabar pisando em algum animal perigoso como aranha, escorpião ou cobra.

Relaxe e curta cada momento da sua viagem com muita alegria. Quando estamos com o espírito aberto, tudo fica mais bonito!!!

Ponte Alta do Tocantins

  
  

Publicado por em

Hilton

Hilton

06/07/2010 09:50:10
Iremos (minha esposa e eu) em setembro de 2011 pela korubo, estou pagando desde ja em parcelas mensais. Vamos conhecer mais esse paraiso dentro do meu Brasil. A autora me deixou com mais ansiedade de ir logo a esse local. Me aguardeeeee..............

Equipe EcoViagem

Equipe EcoViagem

Olá Hilton, Com certeza o Jalapão é um paraíso. Se quiser saber mais sobre ele, leia este post também sobre uma viagem feita ao Jalapão pela Korubo ([[http://ecoviagem.uol.com.br/blogs/equipe-ecoviagem/viagens-nacionais/jalapao-to-na-imensidao-do-paraiso-tocantinense-10495.asp) boa|]] Viagem, Equipe EcoViagem
Fatima

Fatima

19/05/2010 18:32:29
Que maravilha! Adoro aventuras, estou programamdo ir dar um espiadinha nesse lugar lindo.

Jakeline

Jakeline

01/12/2009 17:17:58
quero ir pro jalapão, adoooro aventuras

Silvana

Silvana

22/12/2008 23:31:11
gostei muito quero muito conhecer esse lugar tão maravilhoso, o mais importante, foi Deus quem criou,beijos..

RUBENS VITELLI PEIXOTO

RUBENS VITELLI PEIXOTO

17/10/2008 13:34:49
Meu nome é Rubens Vitelli. Sou Promotor de vendas da JOVEM TURISMO de Brasília D.F. Já Havia lido alguma coisa àa respeito da Chapada do Jalapão, mas assisti a reportagem da TV BRASIL do dia 16 de Outubro 08 muito mais detalhe de informaçoes e do visual das paisagens, dos rios de aguas trnsparentes com suas praias, cacheiras, dunas, fauna e flora de um modo geras, e fiquei simplesmente deslumbrado.

Esther

Esther

16/10/2008 22:57:22
Carambaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!
Eu queri ir ao Jalapão!!
Vi na Tv Brasil uma ida até lá... e estou procurando coisas sobre na net!
Achei esse site!
Gostei muito, me animou mais ainda a ir...
Queria mais informações sobre a korubo... ,mas este site naum abre!
Mas adorei a reportagem!