Chegamos a Maintal, é tempo de ajustes no carro...

A viagem para Maintal correu tranqüila, o inconveniente foi o calor que quase nos matou e não estamos de frescura, não! Passamos por um termômetro que marcava 44 graus. Tudo bem que ele estava no sol, mas nós também estávamos. Nenhum lugar era fresco... A

  
  

A viagem para Maintal correu tranqüila, o inconveniente foi o calor que quase nos matou e não estamos de frescura, não! Passamos por um termômetro que marcava 44 graus. Tudo bem que ele estava no sol, mas nós também estávamos. Nenhum lugar era fresco... A segunda-feira parecia um inferno.

Patricia e Fabiula com as encomendas do Brasil e da Europa

Patricia e Fabiula com as encomendas do Brasil e da Europa

Chegamos a casa de seu Rubertus já era fim da tarde. Falamos de todos os problemas que tínhamos tido até então e ficamos de nos reunir na manhã seguinte para verificar como seriam feitos os ajustes e como ele nos reembolsaria, afinal trocamos a varanda, a bomba d’água e um cano. Tudo quebrou nesses seis meses de expedição e gastamos com isso quase novecentos euros. Pegamos com ele também algumas caixas que haviam sido remetidas para nós do Brasil e de alguns países aqui da Europa. Entre o material, estavam alguns exemplares da Revista Real, que circula na Bélgica, Irlanda, Inglaterra e Suíça.

Conheçam a Revista Real que mensalmente publica reportagens da Eurotrip

Conheçam a Revista Real que mensalmente publica reportagens da Eurotrip

Voltamos pro carro e fomos trabalhar. Preparar uma carta que será enviada aos patrocinadores para informá-los sobre o andamento do nosso trabalho, acertar a listagem das cidades por onde já passamos. Para o outro dia, ficaram os últimos diários, as dicas de viagem e a edição de fotos.

Na manhã seguinte, exatamente na hora marcada, chegou o seu Rubertus. Gostou de ver o carro em perfeito estado. Quando iniciamos a expedição, ele nos perguntou quantos adesivos iguais aos que tínhamos colocado no carro ainda tínhamos de reserva. Nenhum, dissemos, esse é o único. Ele ficou feliz com a resposta. Na verdade, ele estava bastante receoso de deixar o carro daquele tamanho na mão de três mulheres durante um ano. Puro preconceito. Por isso, o alívio de ver o carro agora sem nenhuma batidinha na carroceria.

O primeiro ajuste foi no cabo da eletricidade. Percebemos que não estava funcionando em Veneza, quando tentamos “plugar” o carro na luz e ele nem deu sinal. Testa aqui, observa dali. Foram necessários poucos minutos para que ele percebesse que não havia problema algum, nem com o cabo, nem com o carro. Um interruptor que fica escondido no armário ao lado da pia da cozinha tinha sido desligado acidentalmente. Foi só levantar o pino para que tudo estivesse resolvido. Ficamos felizes porque o problema foi bem mais fácil de se resolver do que imaginávamos, mas nos achamos meio “pastel”. Poxa, bem que podíamos ter encontrado esse maldito interruptor antes e aproveitar a nossa geladeira fresquinha por alguns dias nesse calor sufocante... Agora sim, com geladeira e forno funcionando poderemos saborear algumas delícias.

Cláudia e Fabiula foram ao mercado e voltaram com duas sacolas de compras. Fabiula voltou com o lábio um pouco inchado também e quase que perde um dente. Foi sentir o perfume de uma vela para afastar mosquitos e não contava que ela viesse furiosa ao encontro dos seus dentes. Mas nada de mais grave aconteceu e tudo está sob controle. Não é mesmo, Fá?

  
  

Publicado por em