Domingo de sol e mosquitos no Balaton

No Balaton tudo é uma delícia, a não ser as centenas de milhares de mosquitos que existem no lugar... A nossa sorte é que todas as janelas do motorhome possuem telas. O risco é na hora de abrir e fechá-las. Tudo tem de ser muito rápido para que nosso carr

  
  

No Balaton tudo é uma delícia, a não ser as centenas de milhares de mosquitos que existem no lugar... A nossa sorte é que todas as janelas do motorhome possuem telas. O risco é na hora de abrir e fechá-las. Tudo tem de ser muito rápido para que nosso carro não seja invadido por famílias inteiras de mosquitos famintos. Numa destas noites, ao fechar uma das janelas, Patrícia ergueu sem querer a tela. Foi incrível a quantidade de mosquitos que entrou. Cláudia assistia a tudo de camarote, no quarto com a cortina fechada só com o “nariz” para o lado de fora. Ela dizia: no teto tem um monte... Agora eles migraram pra perto da janela... Mata aí, eles estão na luminária... E assim foi até que Patrícia e Fabiula conseguissem matar os 945 mosquitinhos que iriam infernizar a nossa noite.

Dia de folga no Lago Balaton

Dia de folga no Lago Balaton

Mas é claro que no domingo já tínhamos adquirido um know-how contra os pequenos insetos do mal e o dia foi só maravilha. Acordamos assim que a preguiça permitiu, tomamos café e fomos aproveitar o dia de sol e calor no lago. Ainda é primavera aqui, mas o calor já é de verão e o gramado do lago estava lotado. Difícil foi conseguir uma sombrinha numa das árvores para que Cláudia e Fabiula jogassem cartas enquanto Patrícia aproveitava pra pegar uma corzinha. O sol aqui parece ser mais brando do que no Brasil. Ele esquenta muitíssimo, mas não deixa a pele avermelhada. Patrícia sabe bem disso. Nas últimas duas vezes que tomou sol no Brasil ficou igual a um pimentão, nem vermelho era, mais parecia um roxo.

O dia foi agradável. Dividido entre a sombra das árvores e o frescor da água. Almoçamos em ritmo de domingo, depois das três e meia da tarde. Voltamos pro lago e só retornamos pro carro quando já era quase noite.

De vez em quando uma folga assim é essencial. No Brasil, tínhamos pelo menos um dia na semana para o sagrado descanso. Aqui, às vezes, passam-se 15 dias sem uma folguinha sequer. Temos que aproveitar bem quando ela aparece...

  
  

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