É dia de visita às operadoras

Uma rápida reunião na noite anterior ajudou a otimizar o dia de hoje. Deixamos o motorhome no mesmo posto de combustíveis e seguimos de metrô até a Estação Central de Amsterdã. No posto de informações turísticas nos munimos de guias, mapas e nos informamo

  
  

Uma rápida reunião na noite anterior ajudou a otimizar o dia de hoje. Deixamos o motorhome no mesmo posto de combustíveis e seguimos de metrô até a Estação Central de Amsterdã. No posto de informações turísticas nos munimos de guias, mapas e nos informamos sobre os endereços das operadoras que deveríamos visitar.

Jeronimo - agente que leva grupos para o Brasil

Jeronimo - agente que leva grupos para o Brasil

Atravessamos de barco um dos canais que liga o outro lado da cidade e chegamos à primeira agência de viagens. Fomos recebidas por Mike. Bastante atencioso, recebeu o material sobre “Iguassu” e nos mostrou alguns dos roteiros disponíveis para o Brasil e procurados pelos holandeses que desejam conhecer o nosso país. Mike já esteve três meses em Foz e disse gostar muito da região. Uma cuia de tererê – mate gelado muito consumido por argentinos e paraguaios – não o deixava mentir. Quando perguntamos a ele sobre o número de pessoas que viajam pela agência por ano para o Brasil, não soube nos informar e ainda alertou que os turistas têm preferido destinos mais caros, porém melhores divulgados, como o Chile e o Peru.

Mike da operadora Tico Latino

Mike da operadora Tico Latino

Na conversa, descobrimos que no lugar outra empresa também disponibilizava pacotes para o Brasil. Não pensamos duas vezes e também fizemos nosso marketing no departamento ao lado, desta vez para Jerônimo, encarregado do setor. Ele nos confirmou a preferência dos clientes pelos outros países sulamericanos. A agência comumente vende pacotes para 24 dias, onde estão estadas no nordeste, Rio de Janeiro, Ouro Preto, Pantanal e Foz do Iguaçu. Em seguida, rumamos para a terceira operadora e concluímos o trabalho do dia.

Roberto - da operadora Vamonos

Roberto - da operadora Vamonos

Ainda com um pouco de tempo, resolvemos aproveitar o resto da tarde para passear um pouco. Conhecemos o Vandelpark e visitamos o Museu van Gogh (ver “Dicas de Viagem”). No parque, uma parada para descansar um pouco e consultar o guia de atrações da cidade. Na saída, uma desagradável surpresa. Um cheiro forte denunciou o acidente: Fabiula havia estava com a jaqueta e a mochila toda lambuzada de cocô de passarinho. Ecaaaa! Sorte, diriam outros. Só mesmo a ajuda das amigas para se ver livre do inusitado batismo em Amsterdã.

Sobrou pra Patrícia limpar a sujeira

Sobrou pra Patrícia limpar a sujeira

Passado o incômodo e os “sarrinhos”, chegou a hora de conhecer o famoso museu. A sensação de observar uma tela pintada por um grande pintor é indescritível. Esta é sensação é enriquecida quando se pode observar em um mesmo lugar a evolução da obra de tal mestre. Van Gogh morreu com apenas 37 anos, depois de um ataque nervoso que o levou a tirar sua própria vida com um tiro na testa. Descobriu sua vocação para as artes quando já tinha 30 anos. Entre a maioria de suas telas estão paisagens que ele via da janela do seu quarto, no asilo psiquiátrico onde morreu, uma delas inacabada. Valeu o dia!

Fachada do Museu van Gogh

Fachada do Museu van Gogh

  
  

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