Estamos na capital mundial do champagne

Finalmente deixamos nosso recanto no parreiral de Rilly. Depois de limpar o carro e ajeitar tudo, seguimos viagem para Epernay, a capital mundial do champagne. Mas, logo na saída da cidade, um susto. Mais um, mas diferente do de ontem. Dom Perignon

  
  

Finalmente deixamos nosso recanto no parreiral de Rilly. Depois de limpar o carro e ajeitar tudo, seguimos viagem para Epernay, a capital mundial do champagne. Mas, logo na saída da cidade, um susto. Mais um, mas diferente do de ontem.

Dom Perignon, monge “inventor” do champagne

Dom Perignon, monge “inventor” do champagne

Em uma viela, demos de cara com um caminhão encurralado em um cruzamento, insistindo em abrir caminho por ali. Paramos e demos uma ré. Crash! Este foi o som que ouvimos. Advinha o que acontece... batemos no carro de trás. O bendito estava escondido e era impossível enxergá-lo pelos espelhos retrovisores do motorhome.

Fachada da Maison Moët & Chandon, fabricante do mais famoso champagne

Fachada da Maison Moët & Chandon, fabricante do mais famoso champagne

As três saímos apavoradas do carro. Mas, Graças a Deus, nada de muito grave aconteceu. Apenas perdemos uma das lanternas traseiras. No outro carro, nenhum risco. Que sorte a nossa! Sem grandes prejuízos. Mais adiante, paramos e demos um jeito na lanterna pra ela agüentar até o conserto.

Casarões que enfeitam a Avenue de Champagne, em Epernay

Casarões que enfeitam a Avenue de Champagne, em Epernay

Mais uns 15 quilômetros e chegamos a Eperney. Foi aqui que nasceu o precioso e delicioso líquido. Aqui também é a sede da mais famosa Maison: a Moët & Chandon. Paramos o carro bem em frente à fábrica, num dos endereços mais requintados da cidade, na Avenue de Champagne. A Maison é linda, isso sem falar na lojinha tentadora. Dezenas de apetrechos para os apreciadores de champagne e outras variedades da Moët. Uma tentação. Difícil é resistir à sedução das borbulhas inebriantes.

Na lojinha, é difícil segurar o desejo diante de tantas maravilhas

Na lojinha, é difícil segurar o desejo diante de tantas maravilhas

O champagne é produzido nesta região da França a séculos. Tudo começou com os monges que viviam por aqui. As técnicas de fabricação deste vinho borbulhante foram desenvolvidas pelo monge Dom Pérignon, clérigo da Abadia Beneditina de Hautvillers entre 1668 e 1715. Logo a fama deste novo tipo de vinho correu a Europa, penetrando nas cortes reais da França e da Inglaterra. Hoje, a bebida é apreciada em todo o mundo e, muitas vezes, aberta somente em ocasiões muito especiais. Tim-Tim!!!!

A Moët & Chandon durante a noite

A Moët & Chandon durante a noite

  
  

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