Fazendo novos amigos em Cracóvia

Já direcionadas, afinal temos agora o mapa de Cracóvia nas mãos, fomos em busca dos “amigos” recomendados por outros amigos que conhecemos nesta incrível aventura. Mauro e Fabrício estavam nos esperando, só faltava agora entrarmos em contato c

  
  

Já direcionadas, afinal temos agora o mapa de Cracóvia nas mãos, fomos em busca dos “amigos” recomendados por outros amigos que conhecemos nesta incrível aventura. Mauro e Fabrício estavam nos esperando, só faltava agora entrarmos em contato com eles e marcar um local de encontro. Antes, um passeio rápido pelo centro histórico da cidade fez com que mudássemos de opinião sobre a antiga capital da Polônia.

Mauro e Fabricio: os novos amigos

Mauro e Fabricio: os novos amigos

Visitamos o Rynek - a praça central onde funciona o mercado público, com feiras de artesanato, música e uma grande movimentação de pessoas, além de abrigar a torre da antiga prefeitura - a Filarmônica de Cracóvia, a igreja onde o papa João Paulo II participava da missa quando ainda era arcebispo, as clássicas e tradicionais universidades da cidade e a Igreja de São Casemiro, um lugar especial onde dezenas de corpos de pessoas mortas há séculos continuam conservados misteriosamente sem nenhum processo químico.

Centro de Cracóvia

Centro de Cracóvia

A hora marcada para o encontro estava próxima, voltamos então para o Rynek, como tradicionalmente fazem os que moram na cidade, para esperar “os meninos” - nem os conhecemos e já estamos íntimas, não? Acho que estamos mal acostumadas já. Também, não poderia ser diferente, estamos sendo muito bem recebidas em todos os lugares que chegamos. Bem que os estrangeiros dizem mesmo: os brasileiros são bastante receptivos, não tem como não se sentir em casa, até mesmo antes de conhecê-los.

Banco da igreja onde o papa rezava diariamente enquanto viveu em Cracóvia

Banco da igreja onde o papa rezava diariamente enquanto viveu em Cracóvia

Assim como nós, os meninos também pareciam ansiosos para o encontro. Não deu outra, em pouco tempo já estávamos todos à vontade, passeando pelo centro histórico de Cracóvia. Jantamos em um restaurante típico, um dos poucos que existiam na era comunista. Até hoje o lugar recebe um subsídio do governo, o que torna o preço bastante em conta. Comemos pierogi (uma massa em formato de pasteizinhos, cozidos e recheados com carne e repolho ou batata e queijo), bigos (ensopado de repolho com carne e feijão) e kasia (trigo sarraceno cozido). Os dois primeiros pratos são deliciosos, mas o último, não aconselhamos, só mesmo os polacos devem gostar deste prato típico.

Vitral de Deus na igreja do papa

Vitral de Deus na igreja do papa

Dali, voltamos para a praça central. Em meia hora começaria a apresentação de abertura do Festival Ludiwig van Beethoven, reproduzida ao público no Rynek, já que todos os ingressos tinham sido vendidos e a procura continuava grande para todos os outros dias também. Segundo os nossos amigos, tínhamos que conhecer ainda um bar, tomar uma cerveja e talvez dançar. Fomos ao bar então, tomamos uma cerveja e conversamos um pouco para combinar as atividades do dia seguinte. Uma programação bastante pesada, adiantamos. Planejamos conhecer os campos de concentração de Auschwitz e Birkenau.

  
  

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