Na Costa Atlântica francesa...

O dia amanheceu chuvoso. A propósito, ultimamente o sol anda um pouco escondido, quando não chove, o dia fica nublado quase o tempo todo. Pegamos a estrada logo cedo em direção à região de Bordeaux, famosa pelos seus vinhos tintos. Teríamos cerca de 320 q

  
  

O dia amanheceu chuvoso. A propósito, ultimamente o sol anda um pouco escondido, quando não chove, o dia fica nublado quase o tempo todo. Pegamos a estrada logo cedo em direção à região de Bordeaux, famosa pelos seus vinhos tintos. Teríamos cerca de 320 quilômetros pela frente.

Patrícia e Cláudia abastecendo nossa “casa” de água

Patrícia e Cláudia abastecendo nossa “casa” de água

Poucos minutos depois da partida, encontramos na estrada um estacionamento com água. Paramos e aproveitamos para encher o nosso carro. Enquanto isso, o pai e a mãe da Patrícia colhiam o que seria a nossa salada verde para os próximos dias. Trabalho feito, seguimos viagem.

As torres, antigas fortificações, de La Rochelle

As torres, antigas fortificações, de La Rochelle

No caminho fica a cidade de La Rochelle, capital dos esportes náuticos da França, na costa atlântica. Não resistimos e entramos para conhecer. Na verdade, fomos muito insistentes para conseguir ver o mar. Rodamos cerca de 30 quilômetros, entramos e saímos da cidade umas três vezes até pegarmos o caminho certo e parar pertinho da marina. Isso que o lugarejo não é muito grande.

A bela marina da cidade com seus barcos e iates

A bela marina da cidade com seus barcos e iates

Ainda bem que fomos persistentes, o lugar é bastante simpático e convidativo para um passeio. Demos uma caminhada pela região e fotografamos a bela marina da cidade. Dessa vez Fabiula ficou no carro pra tomar conta. Chega de sustos! A partir de agora o nosso motorhome sempre terá uma guardiã.

Motorhome bem pertinho da costa atlântica francesa

Motorhome bem pertinho da costa atlântica francesa

La Rochelle possui nove museus entre eles o Marítimo e o da Arte e da História, um aquário e três torres que restaram das antigas fortificações da cidade e que datam dos séculos 13 a 15. Na região é possível encontrar um pedacinho do Brasil, no Parc de l’Arche de Noé et parc Amazonia, que fica na Ile de Ré. Vários pássaros (muitos daqueles que encontramos no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu) podem ser vistos no lugar.

Depois da parada para o descanso, seguimos novamente... Nossa intenção era parar numa cidadezinha antes de Bordeaux. A uns sessenta quilômetros encontramos um estacionamento com toda a infra-estrutura para motorhomes: banheiro, água, restaurante (que encontramos fechado porque era segunda-feira) e até uma tomada de energia, mas esta estava desligada. Várias outras famílias que viajam assim como nós, nos fizeram companhia naquela noite.

O cardápio foi bem brasileiro: frango refogado, purê de batatas, arroz branco e uma super salada colhida pelas visitas. O vinho não poderia ser outro, era francês. Estava tudo delicioso.

Nesses últimos dias rodamos bastante, foram quase setecentos quilômetros de Paris até bem perto de Bordeaux. A paisagem agora é completamente outra. A vegetação é mais rasteira e a arquitetura das casas também mudou. Estamos prestes a conhecer a região vinícola mais famosa do mundo. A caminho dos vinhos de Bordeaux. Saúde!

  
  

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