O trabalho de investigação e os primeiros apoios à expedição

Já desligadas dos antigos empregos, as jornalistas Cláudia e Fabiula passaram a se dedicar exclusivamente ao projeto EUROTRIP, enquanto Patrícia ainda se dividia em uma jornada dupla entre o trabalho de repórter na TV e os infindáveis “expedientes” estipu

  
  

Já desligadas dos antigos empregos, as jornalistas Cláudia e Fabiula passaram a se dedicar exclusivamente ao projeto EUROTRIP, enquanto Patrícia ainda se dividia em uma jornada dupla entre o trabalho de repórter na TV e os infindáveis “expedientes” estipulados para que a organização da viagem se desenvolver em tempo recorde.

Durante quatro meses, as reuniões diárias que muitas vezes se estenderam por até 16 horas aconteciam nas nossas casas. No começo, parte destas horas eram dedicadas aos contatos com empresários do trade turístico de Foz do Iguaçu, já que o principal objetivo da expedição sempre foi o de divulgar na Europa os atrativos da Terra das Cataratas.

Aos poucos, a novidade EUROTRIP começou a circular entre os principais setores da cidade. Nós, as “meninas superpoderosas”, como passamos a ser chamadas pelo apresentador e colunista Carlinhos Carvalho, nos tornamos notícia.
Tamanha divulgação deu maior credibilidade ao projeto. Assim, o acesso a novos contatos com possíveis parceiros ficou mais fácil. A cada visita, mais idéias e estratégias de trabalho enriqueciam a proposta e começamos a colher importantes resultados.

No fim de outubro, a expedição ganhou um escritório do Iguassu Convention & Visitors Bureau a convite do então interventor da entidade, senhor Sérgio Lobato. Uma ajuda e tanto. Com toda esta estrutura disponibilizada e a proximidade do embarque, passamos a imprimir um ritmo mais acelerado a nossa disciplina de trabalho.

  
  

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