Blogs > Eurotrip > Boletins >Viagem a Maintal (parte 1)Quando deixamos Roma, sabíamos que tínhamos pela frente 1.300 km para chegarmos até a cidade de Maintal, onde devolveríamos o nosso carro, já que foi alugado na Alemanha. Demos adeus a Adriano, grande amigo que fizemos em Roma, e a Carla, cunhada de Patrí5 de Janeiro de 2004. Publicado por Equipe EcoViagem Quando deixamos Roma, sabíamos que tínhamos pela frente 1.300 km para chegarmos até a cidade de Maintal, onde devolveríamos o nosso carro, já que foi alugado na Alemanha. Demos adeus a Adriano, grande amigo que fizemos em Roma, e a Carla, cunhada de Patrícia que havíamos encontrado em Londres, e iniciamos a viagem. Não tínhamos muita pressa, nossa intenção era a de chegar em Maintal até sexta-feira, dia 09, por isso fomos devagar e ainda tivemos tempo de rever amigos pelo caminho. ![]() Último café da manhã em Roma na companhia de Adriano e Carla Na primeira noite dormimos numa cidadezinha a poucos quilômetros de Florença. Encontramos um estacionamento bem grande numa praça e não tivemos dúvida, foi exatamente lá que paramos. Eram quatro e meia da madrugada quando acordamos com uns barulhos esquisitos. Patrícia foi dar uma olhada e viu um homem montando uma barraquinha que parecia de feira. Xiiiii! Já vimos este filme. Em Bruges, na Bélgica, fomos despejadas pelo mesmo motivo. ![]() Eurotrip, mais uma vez, acordando no meio de uma feira perto de Florença O frio estava de matar e decidimos dormir até que realmente alguém viesse bater na nossa porta pedindo para que saíssemos. Isso ocorreu às 7h. Nos desculpamos com o feirante, procuramos um outro lugar, na mesma praça, e dormimos mais um pouco. Quando acordamos, a janela do carro estava cheia de cristais de gelo e a praça repleta de barracas, feirantes e pessoas comprando. ![]() O frio congelando a água que sai da torneira Bem, seguimos viagem. Passamos por cidades como Bolonha, Verona e Trento e a paisagem já começou a ficar branquinha por conta da neve. Pouco depois que anoiteceu paramos o carro num posto de combustível na estrada. Seria ali que passaríamos a noite. Jantamos e Cláudia foi tirar uma dúvida com os funcionários do posto. Em Portugal, por exemplo, se você passa a noite na estrada, o pedágio praticamente duplica e não queríamos correr esse risco. ![]() Bela paisagem no extremo norte da Itália Cláudia voltou com a informação. Se ficássemos na estrada depois das 21h pagaríamos o dobro de pedágio. Olhamos no relógio e faltavam menos de 15min para as 21h. Patrícia que já estava deitada levantou às pressas, arrumamos o carro e partimos. Queríamos parar fora da estrada, depois do posto de pedágio, na primeira cidadezinha que encontrássemos. ![]() Trecho de estrada com neblina a caminho da Áustria Antes das nove da noite conseguimos sair da auto-estrada. Ufa. Depois de pagar o pedágio, Patrícia perguntou a respeito do preço depois das 21h e o funcionário respondeu: “Não há diferença nenhuma, o preço é o mesmo”. Se não fosse caro, a gente voltava até o posto só pra pegar aquele funcionário de araque que nos deu a informação errada. Decidimos seguir por mais alguns quilômetros na estrada e paramos num estacionamento gigantesco para caminhões, carros e motorhomes, pouco antes da fronteira com a Áustria. A auto-estrada estava limpíssima. Não havia nem sinal de gelo, mas o estacionamento estava com uma fina camada de neve, o que exigiu um pouco de cautela na hora de estacionar. |
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