Viagem a Maintal (parte 2)

Quando acordamos no dia seguinte, aproveitamos um pouco para admirar a paisagem e brincar na neve. Fizemos boneco de neve, fotografamos e filmamos as montanhas, casinhas, tudo coberto por uma camada de uns 25 cm de neve. Realmente muito bonito. Eurot

  
  

Quando acordamos no dia seguinte, aproveitamos um pouco para admirar a paisagem e brincar na neve. Fizemos boneco de neve, fotografamos e filmamos as montanhas, casinhas, tudo coberto por uma camada de uns 25 cm de neve. Realmente muito bonito.

Eurotrip em meio à neve

Eurotrip em meio à neve

Seguimos em direção à Áustria. Rodamos uma meia hora pelas estradas do país e paramos mais uma vez para registrar a paisagem coberta de branco. Na nossa passagem pela Áustria tivemos de desembolsar um dinheiro que não imaginávamos. Um novo sistema de pedágio no país obriga que veículos com peso superior a 3,5 toneladas paguem mais para transitar pelas rodovias. Como o nosso tem 3,85 toneladas, não tivemos como escapar.

O carro vizinho ao nosso motorhome coberto de gelo

O carro vizinho ao nosso motorhome coberto de gelo

O sistema seria divertido se não fosse caro. No posto de pedágio tivemos que comprar uma “caixa controladora” e colocar cerca de 45 euros de crédito nela. A cada quatro ou cinco quilômetros foram postos alguns portais e quando passássemos sob eles, a caixa apitava. Era engraçado.

O castelo no topo da montanha fica ainda mais bonito coberto de neve

O castelo no topo da montanha fica ainda mais bonito coberto de neve

O equipamento tem validade de dois anos. Mas, como passaríamos apenas algumas horas no país, a funcionária do pedágio nos informou que poderíamos entregar a caixa nos escritórios da empresa que existem perto da fronteira e pegar parte do dinheiro de volta. Resumindo a história, conseguimos que nos devolvessem alguma coisa, mas para cruzar a Áustria e rodar apenas 110 quilômetros, tivemos que pagar 45 euros de pedágio. Salgado, não?

Cláudia limpando o meio-fio para que pudéssemos estacionar o carro em Munique

Cláudia limpando o meio-fio para que pudéssemos estacionar o carro em Munique

Bem, chegamos a Munique e logo fomos nos localizar para encontrar a casa da Mirian e do Klayber. Ela é alemã e ele é brasileiro. Conhecemos os dois em Budapeste, mas agora eles vivem em Munique. Não foi difícil encontrar o apartamento deles. A nossa experiência de quase um ano rodando pela Europa com certeza nos ajudou.

Sylvia, Klayber e Mirian, nossos amigos de Budapeste, agora em Munique

Sylvia, Klayber e Mirian, nossos amigos de Budapeste, agora em Munique

Ligamos pra eles e em poucos minutos, Mirian e a irmã, Sylvia, foram nos encontrar no carro, estacionado a uma quadra do apartamento. Em seguida, apareceu o Klayber que estava pronto para um concerto com sua clarineta.

No dia seguinte passeamos por Munique, conversamos, rimos, nos divertimos. Ao meio-dia, Mirian e Sylvia foram pra cozinha e preparam lasanha vegetariana e saladas deliciosas e, à noite, foi a vez de Cláudia e Fabiula preparem bacalhau com purê de batatas, arroz selvagem e salada. Ahhhhh! Klayber foi o responsável por uma deliciosa caipirinha. Foi muito legal reencontrar os nossos amigos.

Realmente fizemos muitos bons amigos nessa viagem, alguns na Bélgica, na Holanda, na Alemanha, na Polônia, na Hungria, na Itália, na Suíça, na Inglaterra e Espanha. Esperamos revê-los em breve... só Deus sabem onde!!!

E finalmente, na quinta-feira à noite chegamos a Maintal... Que festa fizemos na chegada. Vencemos! Mesmo tendo enfrentado tantos problemas durante esse tempo estamos de volta. Obrigada acima de tudo a Deus, que guiou nossos caminhos para que conseguíssemos chegar até aqui... Muito obrigada, mesmo!

  
  

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