Visita a Ruppert Brasil e pé na estrada...

Deixamos o sábado para visitar a Ruppert Brasil, uma operadora de viagem responsável por encaminhar cerca de duas mil pessoas para o nosso país todo ano, e um jornal de Munique. O jornal não deu muito certo, porque não encontramos ninguém na redação para

  
  

Deixamos o sábado para visitar a Ruppert Brasil, uma operadora de viagem responsável por encaminhar cerca de duas mil pessoas para o nosso país todo ano, e um jornal de Munique. O jornal não deu muito certo, porque não encontramos ninguém na redação para conversar, mas a visita à operadora foi ótima.

Ruppert Brasil, especializada em pacotes para o Brasil

Ruppert Brasil, especializada em pacotes para o Brasil

Na Ruppert, encontramos Patrick, um alemão que já foi inúmeras vezes ao nosso país e fala português. Quando chegamos, um casal estava comprando um pacote para passar férias no Brasil. No roteiro, estavam Foz do Iguaçu, Rio de Janeiro e Salvador. Como o nome já diz Ruppert Brasil, a operadora, é especializada em viagens para o Brasil, mas vende pacotes também para outros países da América Latina. Quando perguntamos porque eles trabalham com o nosso país preferencialmente, Patrick nos disse: “o Brasil é muito lindo, por isso o meu chefe escolheu este destino”.

Agente de viagens com o material de Foz

Agente de viagens com o material de Foz

Na volta da operadora encontramos uma lavanderia e já marcamos conosco mesmo um compromisso para este domingo: lavar as roupas sujas acumuladas em mais de um mês de expedição.

Os varais de roupa invadiram o motorhome

Os varais de roupa invadiram o motorhome

Demos mais uma volta pela cidade e voltamos pra casa à tardinha. Esvaziamos o esgoto, enchemos o tanque com água e deixamos o carro pronto para a viagem no dia seguinte, depois da lavação de roupa.

No domingo, passamos pelo menos umas três horas e meia na lavanderia. Como nem tudo secou, transformamos o nosso motorhome numa grande área de serviço. Difícil era circular dentro dele, com tantas toalhas, lençóis, camisetas e moletons pendurados.

Na saída passamos pelo Englischer Garten, um parque no centro da cidade e que foi criado a partir da idéia de um conde: Von Rumford. Inaugurado em 1808, o parque tem uma área de cinco mil metros quadrados e é um lugar perfeito para caminhar, correr e relaxar. Aqui funcionam também três “biergartens” (jardins de cerveja) que abrem preferencialmente no verão. O mais movimentado em Munique é o da Torre Chinesa. Nos despedimos de Munique com uma pontinha de tristeza. Adoramos a cidade, pena que o tempo de permanência aqui terminou. A próxima parada será Nuremberg, a segunda maior cidade da Bavária e que nos séculos 15 e 16 se transformou em um dos centros culturais da Europa.

  
  

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