Volta ao Mundo em família e amigos

Assim que saímos de Alcanede pegamos um dos piores trechos de estrada até agora. A pista era estreita, cheia de buracos e os motoristas parecia que estavam participando de um rally devido à velocidade com que dirigiam. Ainda bem que o trecho não foi muito

  
  

Assim que saímos de Alcanede pegamos um dos piores trechos de estrada até agora. A pista era estreita, cheia de buracos e os motoristas parecia que estavam participando de um rally devido à velocidade com que dirigiam. Ainda bem que o trecho não foi muito longo e logo nos deparamos com uma rodovia melhor.

Detalhe de azeitonas no caminho até a capital portuguesa

Detalhe de azeitonas no caminho até a capital portuguesa

No caminho, cruzamos com centenas de oliveiras. As árvores com folhas acinzentadas estavam repletas de azeitonas. Cláudia quis provar uma... Mas melhor teria sido se fosse menos curiosa. O sabor é horrível, confessou ela.

Estamos chegando a Lisboa

Estamos chegando a Lisboa

A poucos quilômetros de Lisboa, erramos uma entrada e caímos na auto-estrada (lê-se pedágio). Rodamos por menos de 40 quilômetros e pagamos 3,10 euros. Pelo menos conhecemos as rodovias pedagiadas de Portugal.

Finalmente o encontro das duas expedições: (da esquerda para a direita) Murilo Jr., Cláudia, Mayara, Fabiula, Murilo, Myllene, Patrícia e seus pais

Finalmente o encontro das duas expedições: (da esquerda para a direita) Murilo Jr., Cláudia, Mayara, Fabiula, Murilo, Myllene, Patrícia e seus pais

Lisboa é completamente diferente de tudo que já havíamos visto no país. A primeira impressão que tivemos é de que a cidade é ampla e parece ser mais bem cuidada que Porto e Coimbra, por exemplo.

Chegou a hora do almoço comunitário: churrasco com arroz e feijão

Chegou a hora do almoço comunitário: churrasco com arroz e feijão

Sabíamos que os nossos amigos, Murilo e sua família, estariam no camping municipal Monsanto e foi para lá que nos dirigimos assim que chegamos à cidade. O camping realmente tem uma estrutura muito boa: quadras esportivas, piscina (vazia nesta época do ano), bons banheiros. Antes que perguntássemos sobre a família brasileira, a recepcionista já nos disse que o pessoal estava no camping e que haviam reservado uma vaga ao lado do motorhome deles... Finalmente!!!

A primeira a nos avistar foi Mayara, a filha mais velha, depois veio o resto da turma: o pai Murilo, a mãe Myllene e o caçula, Murilo Júnior. Nem parecia que era a primeira vez que nos encontrávamos. A família saiu de Goiânia há cerca de dois anos e já cruzou a América todinha e há pouco tempo chegou à Europa. Aqui já estiveram na Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, França, Espanha e Portugal. Eles se preparam para dentro de poucos dias conhecer mais um continente: a África. Estão indo para o Marrocos.

O carro deles é bem maior do que o nosso. É um ônibus transformado em motorhome. Eles têm algumas comodidades: máquina de lavar-roupa (que nos foi muitíssimo útil também), secadora de roupas, além de outros eletrodomésticos que no nosso carro não cabem de forma nenhuma, isso sem contar o espaço interno, a capacidade de armazenar água... Exatamente por ter um carro maior, a dificuldade aumenta na hora de encontrar um lugar para estacionar também.

Decidimos fazer um almoço comunitário. O cardápio foi churrasco, saladas, maionese, arroz e feijão. Pudemos provar o feijão goiano e eles o churrasco do sul. Além de saborear o almoço quase jantar, o que mais fizemos nesta segunda-feira foi conversar. A família é muito simpática e falante. Trocamos experiências, falamos sobre política, livros, religião, histórias engraçadas e outras nem tanto já vividas por eles. A conversa se estendeu por horas... Para conhecer um pouco sobre a vida e as aventuras dessa família goiana acesse o site deles: www.voltaaomundoemfamilia.com.br .

  
  

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