A cereja do bolo

Hoje nos aprofundamos no Vale Sagrado em direção ao destino mais conhecido e mais visitado de todo o Peru. Estou sempre comentando que Machu Picchu é a cereja do bolo de qualquer viagem ao Peru.

  
  

Hoje nos aprofundamos no Vale Sagrado em direção ao destino mais conhecido e mais visitado de todo o Peru. Estou sempre comentando que Machu Picchu é a cereja do bolo de qualquer viagem ao Peru.
Nossa viagem começou na estação de Ollantaytambo, onde embarcamos em um trem com destino a Águas Calientes. Conforme o trem avançava, o vale tornava-se cada vez mais estreito. De um lado o rio Urubamba ia ganhando volume e força, do outro, as montanhas iam chegando cada vez mais perto e ficando cada vez mais altas. Chegou a um ponto em que o trem só podia avançar atravessando por túneis escavados na pedra. A paisagem que já era linda se tornou ainda mais impressionante e imponente. Impossível desgrudar os olhos da janela.

Machu Picchu

Depois de uma hora e meia chegamos finalmente a Águas Calientes, a vila que serve de base para quem visita as ruínas de Machu Picchu. É nesta vila que se concentram todos os hotéis e restaurantes da região. A única exceção é o Santuary Lodge, o único hotel em frente as ruínas,cujo valor da diária nem vou comentar.

De Águas Calientes embarcamos em um micro ônibus para percorrer o último trecho de 20 minutos até as ruínas. Uma estrada sinuosa nos levou do nível do rio até 400 metros acima da montanha. A cada curva, o vale ia ficando mais abaixo e a paisagem se tornado mais e mais interessante.

Chegamos em Machu Picchu sob chuva e uma forte neblina. Demorou um pouco para o tempo melhorar, mas valeu a pena esperar. As nuvens foram se abrindo pouco a pouco e a lendária Machu Picchu foi se revelando para a Familia Goldschmidt (e também para as 856 pessoas que estavam por lá). A partir do lugar chamado de “Casa do guarda” tiramos muitas fotos das ruínas com as montanhas Cuchi-Picchu e Waina Picchu ao fundo.

Foi num dia assim, nublando e chuvoso que o explorador americano Hiram Bingham chegou a Machu Picchu em 1911. Ele foi o primeiro cientista a visitar a cidade desde que foi abandonada no século XVI e foi ele quem fez as primeiras escavações e revelou ao mundo as ruínas de Machu Picchu. As ruínas forma batizadas com o nome da montanha onde estava, pois o nome original da cidadela Inca se perdeu no tempo. Não há registro, em todas as crônicas Incas sobre a existência desta cidade, quem a habitou e porque foi abandonado. Sua história é um mistério. Sabe-se apenas que era uma cidade completa com zona agrícola, residencial, templos e praça central.

Além de visitar as ruínas fizemos uma caminhada de meia hora até a Ponte Inca. O caminho é na verdade uma trilha estreita que segue entre a montanha e o precipício. Muitas vezes a largura se reduz a menos de 1 metro, mas é perfeitamente seguro. A Ponte Inca faz parte do caminho que vai a Choquequiral outra cidade Inca na selva. Ela foi construída na parede de um desfiladeiro, onde os Incas empilharam pedras rente a rocha para fazer não só a ponte como também o caminho. Impressionante!

Todos voltaram ao hotel úmidos e felizes. Todos loucos para voltar às ruínas amanhã quando planejamos conhecer mais detalhes da cidadela e caminhar até a Porta do Sol, a entrada oficial de Machu Picchu e inicio (ou final) da Trilha Inca. Esperamos um dia com sol e com muitas aventuras. Até lá!

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