Buritis, motos e circo

Nosso dia foi no mínimo diferente. Era sábado e não havia igreja por perto (nem carro para ir se tivesse). Então fizemos um culto familiar e fomos dar um volta de Caloi pela zona rural. Na volta do passeio, fui abordado por dois camaradas

  
  

Nosso dia foi no mínimo diferente. Era sábado e não havia igreja por perto (nem carro para ir se tivesse).

Então fizemos um culto familiar e fomos dar um volta de Caloi pela zona rural.

Na volta do passeio, fui abordado por dois camaradas que chegaram perguntando: De que banda é este ônibus?

Apesar da pergunta “ingnorantia” (como diria Seu Creyson) respondi e ainda expliquei sobre o nosso projeto.

O sujeito falou sobre viagens, perguntou de Comodoro Rivadávia e eu comecei a achar estranho.

Dali a uns 20 minutos o cara se identificou. Era o Antonio Carlos Buriti, um amigo que corresponde conosco desde a primeira etapa do projeto em 1999.

Eu só o conhecia por e-mail e por isto ele me enganou com aquela sessão de perguntas. Foi uma alegria conhecê-lo pessoalmente.

Ele é super animado, viajante e tem aventura correndo nas veias. Ele tem o mesmo nome do prefeito de Ingá, mas é um parente distante.

Ficamos conversando o dia inteiro e ainda faltou coisa para falar.

Mais a tarde surgiu um grupo de motoqueiros de Campina Grande chamados de Tropeiros do Asfalto.

Vieram nos conhecer. Nada discretos e muito animados, fizeram de nosso acampamento uma festa.

Já havia dois circos na cidade (de verdade) e nós nos transformamos no terceiro.

Todos que passavam na rua paravam para olhar as motos, os Goldschmidt e a bagunça.

O Eduardo nos ofereceu um triciclo para dar umas voltas, o que aceitamos sem demora.

Foi supimpa (como dizia minha vó)! Agitamos ainda mais a pacata Ingá dando voltas com o barulhento triciclo e disputando espaço com carros, bicicletas e cavalos.

De noite fomos com nosso guia Ricardo e sua namorada ver nossos concorrentes, os circos.

Visitamos o Circo Pindorama e nos deliciamos com os trapezistas e palhaços.

Está certo que algumas piadas eram um pouco pesadas para as crianças, mas tirando este toque de mau gosto, o resto foi bom.
Buritis, motos e circo

Nosso dia foi no mínimo diferente. Era sábado e não havia igreja por perto (nem carro para ir se tivesse).

Então fizemos um culto familiar e fomos dar um volta de Caloi pela zona rural.

Na volta do passeio, fui abordado por dois camaradas que chegaram perguntando: De que banda é este ônibus?

Apesar da pergunta “ingnorantia” (como diria Seu Creyson) respondi e ainda expliquei sobre o nosso projeto.

O sujeito falou sobre viagens, perguntou de Comodoro Rivadávia e eu comecei a achar estranho.

Dali a uns 20 minutos o cara se identificou. Era o Antonio Carlos Buriti, um amigo que corresponde conosco desde a primeira etapa do projeto em 1999.

Eu só o conhecia por e-mail e por isto ele me enganou com aquela sessão de perguntas. Foi uma alegria conhecê-lo pessoalmente.

Ele é super animado, viajante e tem aventura correndo nas veias. Ele tem o mesmo nome do prefeito de Ingá, mas é um parente distante.

Ficamos conversando o dia inteiro e ainda faltou coisa para falar.

Mais a tarde surgiu um grupo de motoqueiros de Campina Grande chamados de Tropeiros do Asfalto.

Vieram nos conhecer. Nada discretos e muito animados, fizeram de nosso acampamento uma festa.

Já havia dois circos na cidade (de verdade) e nós nos transformamos no terceiro.

Todos que passavam na rua paravam para olhar as motos, os Goldschmidt e a bagunça.

O Eduardo nos ofereceu um triciclo para dar umas voltas, o que aceitamos sem demora.

Foi supimpa (como dizia minha vó)! Agitamos ainda mais a pacata Ingá dando voltas com o barulhento triciclo e disputando espaço com carros, bicicletas e cavalos.

De noite fomos com nosso guia Ricardo e sua namorada ver nossos concorrentes, os circos.

Visitamos o Circo Pindorama e nos deliciamos com os trapezistas e palhaços.

Está certo que algumas piadas eram um pouco pesadas para as crianças, mas tirando este toque de mau gosto, o resto foi bom.

  
  

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