Conhecendo a região

Outra curiosidade de Paulo Afonso, BA, é que ela fica muito próxima de outros 3 estados. Atravessando uma enorme ponte metálica a poucos minutos do centro da cidade já estamos em Alagoas. Andando 40 quilômetros em direção leste entramos em Sergipe

  
  

Outra curiosidade de Paulo Afonso, BA, é que ela fica muito próxima de outros 3 estados. Atravessando uma enorme ponte metálica a poucos minutos do centro da cidade já estamos em Alagoas.

Andando 40 quilômetros em direção leste entramos em Sergipe. Se viajarmos um pouco mais para o norte entramos em Pernambuco. Tudo é muito pertinho.

Num destes dias eu almocei em Alagoas, fiz digestão em Sergipe e vim jantar na Bahia, olhando a paisagem de Pernambuco. Chique não?

Outra vantagem geográfica de Paulo Afonso é sua proximidade de várias capitais do nordeste. Aracajú 280 km, Maceió 320 km, Recife 460 km, e Salvador 480 km.

Passeando pela região, demos de cara com um lindo museu próximo a usina de Xingó, na cidade de Canindé do São Francisco. O MAX (Museu Arqueológico do Xingó) está em um prédio super moderno, construído recentemente, é uma referência em beleza, estilo e organização. Parece um museu europeu no meio do sertão. Viram só?? Nós também podemos fazer boa coisa, quando queremos.

Lá tivemos a oportunidade de aprender um pouco sobre a história do São Francisco e dos homens que viveram aqui há muito tempo atrás.

O único problema é que o pessoal do museu fala de homens habitando a América a 11 mil anos, enquanto eu (criacionista de carteirinha) creio que o ser humano foi criado por Deus a pouco mais de 6 mil anos.

O interessante é que os utensílios antigos, quando datados sem levar em conta as rochas que os cercam, nunca tem datas superiores a 3 ou 4 mil anos.

Acho que num país cristão, católico (ou evangélico), a criação deveria ao menos ser tratada como uma teoria válida ensinada como uma coisa possível, ao invés de ser escondida e rebaixada ao nível de conto de fadas.

Afinal, nosso país e nossos dirigentes crêem na Bíblia, ou não? Acho que as duas teorias deveriam ter o mesmo tratamento, uma vez que nenhuma das duas tem comprovação definitiva e dependem de muita fé para se acreditar nelas.

Porque meia dúzia de crânios esfacelados valem mais do que todas as provas concretas da ocorrência do dilúvio de Noé? Acho que deveríamos pensar um pouco mais no assunto.

  
  

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