Despedida

Depois de tanto tempo em Gravatá, chegou a hora de partir. Ontem brinquei com o prefeito Joaquim Neto, que daqui a pouco alguém da prefeitura ia me entregar um carnê de IPTU. Antes disso vou partir, afinal nosso destino é viajar, descobrir e conta

  
  

Depois de tanto tempo em Gravatá, chegou a hora de partir. Ontem brinquei com o prefeito Joaquim Neto, que daqui a pouco alguém da prefeitura ia me entregar um carnê de IPTU.

Antes disso vou partir, afinal nosso destino é viajar, descobrir e contar para vocês as belezas deste Brasil varonil (rimou!).

Amanhã vamos embora, em direção a Rio Tinto na Paraíba, onde iremos começar uma fase mais “corrida” desta expedição.

Gravatá vai ficar na memória, a cidade nos surpreendeu. Na verdade, toda esta etapa nordestina da nossa viagem foi uma surpresa.

Talvez por ignorância minha, eu imaginava um nordeste diferente, mais simples, mais pobre, menos diversificado.

Descobri, no entanto, lugares belíssimos, uma cultura diferenciada em cada estado, e que o nordeste é muito mais rico do que a maioria dos brasileiros pensam.

Digo rico em todos os sentidos. Por exemplo, quem imaginava que no agreste de Pernambuco poderíamos: comer morango no pé, conhecer o maior teatro do mundo, sentir frio a noitinha, saborear um delicioso foundi, encontrar maravilhosos haras e ver tanta riqueza cultural!?

É... em Gravatá vai ficar a saudade, os amigos, a lembrança dos cheiros e sabores desta terra Pernambucana.

Fica um abraço bem grande que envolve o pessoal da Secretaria de Turismo, o João, o Sérgio, o Dilamar, o Missinho, abraço que envolve também o prefeito Joaquim Neto, a Fátima e os meninos, o Raminho, o pessoal da Igreja Adventista, dos hotéis, pousadas e restaurantes, a Kitty e a maravilhosa Larissa e a todos aqueles não mencionados, porém não esquecidos.

Vamos deixar em Pernambuco a vontade de voltar a esta terra maravilhosa, muito bem descrita no hino do estado “terra de muitos coqueiros, de valentes guerreiros, terra imortal”.

Fui!

  
  

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