Dias na fazenda

Olhando no mapa era difícil de acreditar nos acontecimentos dos últimos dias. Era difícil de acreditar que nós estávamos ali, nas margens do rio Xingu, há quilômetros de Belém, com o Pégaso e tudo, conhecendo “de verdade” o interior do

  
  

Olhando no mapa era difícil de acreditar nos acontecimentos dos últimos dias.

Era difícil de acreditar que nós estávamos ali, nas margens do rio Xingu, há quilômetros de Belém, com o Pégaso e tudo, conhecendo “de verdade” o interior do Pará. Bênçãos divinas!

A Fazenda do Sr. José fica no meio da floresta tropical, que é um pouco maior que a equatorial.

Do total, cerca de 15% foi desmatada para a criação de gado e o resto é preservado.

A madeira que se retida da região desmatada (legalmente, pode-se desmatar até 20% da área) é mais do que o suficiente para todas as necessidades da fazenda e da empresa.

Instalamos o Pégaso debaixo de uma mangueira e fomos conhecer a região.

O primeiro contato com nativos que tivemos foi com as formigas de fogo, um tipo de formiga vermelha com o bumbum preto e que tem uma picada muito dolorida.

O lugar é cheio delas e tivemos que andar de tênis ou bota o tempo todo.

Mesmo assim, fui picado várias vezes. Na fazenda, acompanhamos a vacinação do gado (razão da visita do Sr. José). São cerca de 5 mil cabeças de gado Nelore.

A vacinação foi feita num curral estreito com várias porteiras.

O gado entra por um lado e vai passando de porta em porta onde recebe vacinas e produtos contra mosca e carrapatos.

Uma verdadeira linha de montagem (ou melhor, de vacinação) bovina.

Ele deu vida ao conhecido ditado “o olho do dono é que engorda o gado”. Todos estavam bem gordinhos mesmo!

No final da tarde, fomos andar com nossas bikes Caloi pela trilhas.

Começamos pelo aeroporto e depois seguimos mata adentro por um trilha estreita.

Os troncos, a lama e o medo de onça não nos deixaram ir muito longe.

Mas valeu, foi um bom exercício!

  
  

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