Fazenda Sanjo

Como disse antes, mal chegamos em Soure e a Ana Teresa da fazenda Sanjo já nos esperava com uma voadeira. Embarcamos juntos com ela e subimos o rio Paracauari em direção ao interior da ilha. Depois de uma hora de viagem, atravessando trech

  
  

Como disse antes, mal chegamos em Soure e a Ana Teresa da fazenda Sanjo já nos esperava com uma voadeira.

Embarcamos juntos com ela e subimos o rio Paracauari em direção ao interior da ilha.

Depois de uma hora de viagem, atravessando trechos de mata e campo.

Desembarcamos em uma ponta de terra e enquanto nossa bagagem era colocada sobre uma carroça puxada por búfalos, cada um de nós escolhia um cavalo para percorrer o trecho final até a sede da fazenda.

O Erick, como de costume, foi o que se deu melhor. Ele tem uma habilidade nata para cavalgar.

E enquanto todos nós seguíamos a passo de tartaruga (ou de cavalo), ele ia e voltava correndo dando um show de destreza.

Na sede nos espera o Sr. Fernando e Dna. Graça, os pais de Ana Teresa.

Foi uma recepção maravilhosa, regada a suco de cupuaçú e queijo de búfala, recém preparado.

A fazenda Sanjo começou a pouco mais de um ano a receber turistas e a mostrar de modo muito familiar as belezas da ilha e o dia-a-dia no campo.

Na época que chegamos, uma parte do campo ainda estava alagada, e por isto era possível andar tanto a cavalo como de barco.

Um dos primeiros lugares que conhecemos foi uma réplica de um cemitério indígena feita no meio de um bosque de Tucumãs, uma palmeira cheia de espinhos.

Aprendemos um pouco sobre os nativos marajoaras, uma raça misteriosa que chegou aqui quase há 1.000 anos antes de Cristo e trouxe consigo uma técnica de cerâmica que até hoje impressiona aos estudiosos.

Neste cemitério, o pessoal da Sanjo procurou mostrar como são encontrados as cerâmicas em uma das centenas de cemitérios indígenas da ilha.

Outro momento interessante do dia foi quando fomos todos, junto com os vaqueiros da fazenda, recolher os búfalos no campo e trazê-los para o curral.

Fomos todos montados em cavalos, atravessando áreas alagadas e outras um pouco mais secas, porém, com muita lama.

O Erick e a Ingrid novamente se destacaram e ajudaram muito os vaqueiros.

Depois, sentamos nas cercas do curral e admiramos os peões marajoaras laçarem e domarem alguns animais.

Foi um dia interessante e muito interativo, onde pudemos aprender muita coisa deste mundo quase desconhecido por nós brasileiros: a Ilha de Marajó.

  • Hotel Fazenda Sanjo

Fone: (91) 228-1385 ou 9145-4475
E-mail: fazendasanjo@yahoo.com.br

Salvaterra (Ilha de Marajó) Soure (Ilha de Marajó)

  
  

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