Flores, Morangos e cavalos

Mais uma surpresa do agreste pernambucano. Descobri que em Gravatá, num lugar onde esperava encontrar uma terra seca e árida, se produz flores e frutas da melhor qualidade. Por causa do clima mais frio, aqui se produz um morango de ótima qualidade.

  
  

Mais uma surpresa do agreste pernambucano. Descobri que em Gravatá, num lugar onde esperava encontrar uma terra seca e árida, se produz flores e frutas da melhor qualidade.

Por causa do clima mais frio, aqui se produz um morango de ótima qualidade. Visitei a fazenda do Sr. Satô, lá no alto da serra e me empanturrei das frutinhas vermelhas.

Na verdade não só eu como toda a família. Só a Sandra não estava presente, vítima de uma bactéria semelhante a que tirou o Erick do ar em Paulo Afonso.

Ela já estava mal há uma semana e teve mesmo que entrar no antibiótico. Na verdade nunca tivemos tantos problemas de saúde como nesta expedição. E isto apesar dos cuidados que tomamos.

Voltando ao morango, descobrimos uma senhora, a dona Nadir, que montou uma pequena cooperativa de plantadores. Juntos, eles conseguem uma boa produção e transformam o morango em geléia e licores.

Depois dos morangos, fomos conhecer as flores. Não bastassem as deliciosas frutas, logo ao lado existe uma enorme plantação de crisântemos. As cores renderam ótimas fotos e o perfume nos trouxe lembranças de casa (isto eu explico amanhã).

Além do crisântemo e do morango, também são produzidos aqui tomates, bananas, rosas e orquídeas. Uma surpresa para nós!

Gravatá também é considerado o maior criador nordestino de cavalos quarto de milha e manga larga. Em qualquer direção que se ande há sempre um ou dois haras.

Visitamos dois deles: o Haras da Serra e o Parquevira. Conhecemos lindos animais, inclusive com direito a teste-drive. Quem gostou mesmo foi o Erick que adora cavalos e está tentando me convencer a comprar um para ele.

Talvez no futuro, mas só se ele prometer não trazê-lo para dentro do motorhome. Questão de higiene, sabe? Hehehehehehe!

  
  

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