Ilha do Marajó - Soure

Saímos cedo de Belém e pegamos uma balsa no porto de Icoaraci para a ilha de Marajó. A viagem demorou 3 horas. A ilha de Marajó, a maior ilha fluvial do mundo, é dividida em vários municípios. Dentre eles, os mais importantes são Soure e S

  
  

Saímos cedo de Belém e pegamos uma balsa no porto de Icoaraci para a ilha de Marajó.

A viagem demorou 3 horas. A ilha de Marajó, a maior ilha fluvial do mundo, é dividida em vários municípios.

Dentre eles, os mais importantes são Soure e Salvaterra, do lado leste, Breves no lado sul e Afuá na parte noroeste.

Em Soure, existem algumas estradas asfaltadas e algumas de terra. Fora disto, o único meio de transporte possível na ilha é através de cavalo, búfalo ou lancha.

O clima na ilha é sempre quente e agradável, com um vento constante vindo do oceano.

Existem duas estações bem definidas: o inverno (Dezembro a Junho), onde chove muito; e o verão (Julho a Novembro) onde prevalece a seca.

Tudo na ilha é regido por este ciclo, conhecido como a Ditadura das águas.

No inverno, chove tanto que você chega em muitas fazendas somente de lancha voadeira.

Para se alcançar o mesmo lugar no verão, no entanto, é preciso andar horas e horas de cavalo.

A Ilha do Marajó é um lugar único, com um clima, uma cultura e uma história diferente de tudo no Pará.

A principal cidade da ilha é Soure, localizada no extremo norte da estrada asfaltada e principal pólo turístico da região.

Apesar de pequena, Soure tem o orgulho de ter sido totalmente planejada pelo arquiteto Aarão Reis, o mesmo que projetou a capital mineira, Belo Horizonte.

Suas ruas se dividem em avenidas e travessas numeradas, sempre perpendiculares umas com as outras.

Outro atrativo da cidade é o búfalo. Eles estão em toda parte.

Levam as crianças para escola, puxam carroças com material de construção e fazem parte da polícia montada do município, onde policiais militares usam estes enormes animais para patrulhar as ruas.

Dizem que os búfalos chegaram por aqui há mais de 300 anos, devido a um naufrágio ocorrido na parte norte da ilha.

Sem inimigos naturais e bem adaptados ao ambiente, eles se multiplicaram sem controle e hoje existe mais de 18 animais para cada habitante da ilha.

Bem, acho que já passei uma visão geral sobre a ilha e a cidade. Depois eu conto mais.

Na verdade, mal chegamos a Soure e já embarcamos numa voadeira em direção a Fazenda Sanjo, localizada a uma hora acima do rio Paracauari.

Mas isto eu conto amanhã. Fui!

  • Melhores hotéis na cidade de Soure:

-Hotel fazenda S. Jerônimo
Fones: (91) 3741-2093 ou 9612-3913
E-mail: saojeronimo@canal13.com.br

-Hotel Fazenda Sanjo
Fones: (91) 228-1385 ou 9145-4475
E-mail: fazendasanjo@yahoo.com.br

-Hotel Ilha do Marajó
Fones: (91) 225-0670
Website: www.iaraturismo.com.br

-Hotel Paracaury
Fone: (91) 222-6442
Website: www.paracauary.com

  • Melhor restaurante de Comida Típica da Região:

-Restaurante Delícias da Nalva
Quarta Avenida, n° 1051
Fone: (91) 9163-8653

Salvaterra (Ilha de Marajó) Soure (Ilha de Marajó)

  
  

Publicado por em

Karla Viana

Karla Viana

28/08/2011 17:51:27
Talvez nao exista no mundo um lugar com tamanha beleza.o Brasil e abencoado por Deus e bonito por natureza.

Erica

Erica

21/02/2011 14:30:45
eu amo soure...um lugar de pessoas maravilhosas

Valter de paula melo

Valter de paula melo

18/07/2010 12:33:23
maravilhoso,amo Marajo,continua mostrando tudo,so tenho que agradecer,obrigaduuuuuuuuuuuuuuuuuu.

ANDREIA

ANDREIA

29/09/2009 20:51:25
ILHA DO MARAJÓ (SOURÉ)UMA MARAVILHA,BELA TUDO DE BOM Ñ A CONHECIA QUANDO FUI AMEI, COMPREI ATÉ UMA CASA QUEM Ñ GOSTARIA DE MORAR NESSE LUGAR.

Geraldo G. Vieira

Geraldo G. Vieira

22/04/2009 15:46:33
Voltamos ontem de Marajó, eu e a Helen.O passeio chegou ao fim na ilha, onde conhecemos Salvaterra, Soure, Joanes, praia do Pesqueiro, com muitas fotos cavalgando búfalos e travessias em barcos e balsas, tudo muito diferente; mas a fazenda Eva estava ilhada.
Ficamos na Pousada Bosque dos Aruãs em Salvaterra; em Soure recomendamos conhecer a oficina do Carlos Amaral, que se autodenomina o último remanescente índio do Marajó e faz trabalho cerâmico muito interessante.
Estivemos também em Salinópolis e Ilha do Algodoal, Crispim, Marudá e Curuçá onde fiz o projeto Rondon há 34,4 anos...
Fizemos boas fotos para uma materia sobre a Ilha, búfalos, essas coisas bem atraentes que poucos conhecem, artesanato, aventuras, afinal, e muitas travessias de balsa e barcos popopó... tumtumtum...
Em dezembro iremos rodear a Ilha-do-Marajó de barco saindo de Belém via Macapá (24h) e Chaves ao norte retornandoa Belém, quando seguiremos de navio até Manaus: uma viagem Brasil-a-dentro pelo Brasil-remoto, conhecendo lugares e pessas interessantes.
Geraldo G. Vieira - Brasília-df

Eduardo

Eduardo

07/11/2008 18:04:12
Muito bom,adoraria visitar essa ilha.Sou do Rio e gosto de aventuras e praia.