Ilha Mexiana: um paraíso sem igual! - Parte I

Chegamos a ilha Mexiana no amanhecer do dia e fomos recebidos por ninguém menos que o Diego, nosso amigo suíço-argentino-brasileiro. Foi um reencontro emocionante, pois na verdade foi ele que nos incentivou a fazer toda esta aventura pelos rios do

  
  

Chegamos a ilha Mexiana no amanhecer do dia e fomos recebidos por ninguém menos que o Diego, nosso amigo suíço-argentino-brasileiro.

Foi um reencontro emocionante, pois na verdade foi ele que nos incentivou a fazer toda esta aventura pelos rios do Pará.

Junto com ele estavam alguns turistas de Fortaleza e um dos filhos do Sr. Rebelo, o Luiz, dono do hotel e diretor-presidente de todo o Grupo Reicon.

Fomos recebidos com suco de cupuaçú logo na recepção.

O hotel é bem grande e ainda está sendo ampliado.

Hoje, há disponíveis apenas 80 apartamentos, mas a previsão é para 400.

Toda ilha Mexiana é cercada por densa selva equatorial e seu centro é composto por planícies alagadas.

O hotel foi instalado exatamente na transição destes dois ecossistemas e construído todo em madeira.

Ficamos instalados no primeiro andar com um vista magnífica para o campo e para a mata.

Logo depois do café da manhã saímos a campo para fazer algumas atividades.

O Diego nos levou a bordo de voadeiras para um passeio pelo meio dos campos alagados.

Nunca tinha visto na vida tantos pássaros juntos.

À medida que a lancha avançava pelas curvas do rio, centenas de pássaros levantavam vôo e exibiam todas suas habilidades no ar.

Vimos garças, cegonhas, piuçocas, marrecos, patos selvagens, guarás e uma infinidade de outras aves que nem sei o nome.

No meio do caminho, encontramos uma pata com seus filhotinhos.

Os pobrezinhos começaram a nadar desesperados e um a um foram mergulhando na água, até sumirem de vista.

  
  

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