Indo para Silves - Pousada Guanavenas

De volta a Manaus, reencontramos nossa querida Pepita, que mais uma vez ficou aos cuidados do Nonato. Bem que ela queria viajar com a gente, mas não tinha condições. Ela já não era mais uma cadelinha... se é que vocês me entendem. Estava n

  
  

De volta a Manaus, reencontramos nossa querida Pepita, que mais uma vez ficou aos cuidados do Nonato.

Bem que ela queria viajar com a gente, mas não tinha condições.

Ela já não era mais uma cadelinha... se é que vocês me entendem. Estava no cio. Impossível viajar.

O Nonato fez um ótimo trabalho de Dog-siter. Mal chegamos e já fomos saindo.

Desta vez em direção a cidade de Silves, próxima a Itacoatiara.

Fomos conhecer a Pousada Guanavenas, um outro hotel de selva.

Silves é uma pequena cidade que fica em uma ilha às margens do Rio Urubú.

Ao lado dela, está um dos primeiros hotéis de selva da Amazônia, fundado há 24 anos.

Guanavenas é o nome de uma antiga tribo que habitava no local há mais de 300 anos. Deles sobraram apenas o nome e alguns artefatos.

Para Chegar em Silves, enfrentamos uma viagem bem longa.

Primeiro foram 3 horas de van e depois mais 1 hora e meia de lancha rápida. Desta vez a Pepita foi conosco, toda feliz e sorridente.

Já estávamos com saudades de sua companhia. Ela se comporta muito bem.

Chegamos ao hotel no final da tarde e fomos logo recebidos pela pretinha, uma macaca-aranha que vive solta por ali.

Ela logo se incomodou com a Pepita e tentou persegui-la. Foi um auê!

O hotel fica no alto de uma colina, bem na beira de um grande lago e é todo cercado de mata.

A região é rica em aves e por isto, perto do pôr-do-sol fomos observar alguns ninhais.

Foi interessante notar como as aves se organizam para dormir. Cada espécie procura uma árvore diferente.

Papagaios, garças, cegonhas, cada qual no seu território. Agora, dentro destes territórios. é uma bagunça geral.
Todos bicam todos tentando pegar o melhor lugar.

Parecem uma autêntica família humana. Todos respeitam os vizinhos, mas dentro de casa o pau quebra.

Depois de assistirmos a um belíssimo pôr-do-sol, fomos convidados pelos nossos guias, o Júnior e o Sr. Luiz para fazer uma focagem de jacarés.

Com uma lanterna em mãos, percorremos devagar as margens do rio em busca dos olhos brilhantes dos jacarés (os olhos destes animais brilham ao serem iluminados por uma lanterna).

Depois de observar alguns espécimes bem grandinhos, o Sr. Luiz começou a se aproximar devagar de um jacaré com um metro e meio de comprimento.

Sem falar nada, ele colocou a lanterna na boca e pegou uma vara que tinha um laço na ponta.

Saiu do barco pisando devagar na água rasa. De repente ele passou o laço em volta do pescoço do bicho que se contorceu de forma violenta.

Com toda a técnica aprendida por quem sempre viveu na beira do rio, o Sr. Luiz agarrou firme o pescoço do réptil e o puxou para dentro do barco.

Tínhamos acabado de presenciar a captura de um dos animais mais temidos do Brasil.

Fiquei encantado e pedi que ele me ensinasse a técnica. Ele prometeu que no dia seguinte seria a minha vez.

Assim fui dormir sonhando que era o Crocodilo Dundee. ZZzzzzzzzzzzz!

  • Pousada Guanavenas

Fone: (92) 656-1500 ou 656-8740
Website: www.guanavenas.com.br

  
  

Publicado por em

Riliard azulino lopes

Riliard azulino lopes

08/12/2009 15:19:26
silves é uma cidade muita linda eu adorei silves