Jungle Palace - Passeio na selva

Logo cedo saímos de voadeira para conhecer um igapó próximo ao local onde estávamos, e depois desembarcamos para uma caminhada na selva. O caminho escolhido era bastante acidentado, com muitas subidas e descidas. Quem imagina que a selva é

  
  

Logo cedo saímos de voadeira para conhecer um igapó próximo ao local onde estávamos, e depois desembarcamos para uma caminhada na selva.

O caminho escolhido era bastante acidentado, com muitas subidas e descidas.

Quem imagina que a selva é plana engana-se redondamente.

Junto com um nativo e nosso guia, fomos descobrindo alguns dos muitos segredos que a Amazônia esconde.

Descobrimos a palha branca, que é utilizada para fazer o telhado das casas, o pau de breu que solta de sua casca uma cera branca e altamente inflamável e as diversas palmeiras, que apesar dos 3 meses que estou na região, ainda não consegui identificar.

Quando penso que é uma, o guia fala que é outra. E assim vai.

Conhecemos as enormes raízes, que saem do tronco de algumas árvores, na forma de paredes retangulares chamadas Sapopemas.

Elas são conhecidas como os telefones da selva, porque ao se bater nelas com um pau, elas emitem um som que se espalha por toda a região.

O Erick, que vive sempre machucado, conheceu uma árvore que produz um anti-séptico tipo mercúrio cromo.

Até a cor é semelhante. Conhecemos também um formiga que ao ser esmagada produz um cheiro delicioso.

Elas fazem uma enorme casa nos troncos das árvores.

E por falar em formigas, vimos as temidas Tucandeira, que são formigas enormes e muito agressivas.

Algumas delas chegam a ter 4 centímetros de comprimento e atacam em bando.

Na parte da tarde, atravessamos o Rio Negro e fomos visitar as ruínas de um antigo presídio, já tomado pela selva.

Parecia aqueles templos vietnamitas cobertos de mato que vemos nos filmes sobre a guerra do Vietnã.

Enormes árvores saindo do meio de salas, cipós descendo do teto e grandes raízes subindo pelas paredes.

Depois de um tour completo, fomos de voadeira até um igarapé próximo para pescar piranhas.

Apesar da fama do Erick e da Ingrid de grandes pescadores, foi eu quem salvou a reputação da família.

Pesquei uma pequenininha. No final, com um lindo pôr-do-sol como pano de fundo, voltamos a cruzar o rio, para nosso merecido descanso palaciano.

Seria nossa última noite neste palácio flutuante.

  • Jungle Palace - FM Turismo

Fones: (92) 633-6200 ou 633-6051
E-mail: fmtur@internext.com.br

Manaus

  
  

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