O adeus a Serra do Cipó

Hoje começamos a arrumar a casa para seguir viagem. Vamos embora amanhã. Não dá vontade de partir. A Serra do Cipó é super tranqüila e a natureza exuberante. Ficamos no camping Véu da Noiva praticamente sozinhos, dormindo ao som da cachoeira. O Gigi resum

  
  

Hoje começamos a arrumar a casa para seguir viagem. Vamos embora amanhã. Não dá vontade de partir. A Serra do Cipó é super tranqüila e a natureza exuberante. Ficamos no camping Véu da Noiva praticamente sozinhos, dormindo ao som da cachoeira. O Gigi resumiu muito bem a vida aqui na serra: “A hora do almoço? É quando dá fome; A hora de dormir? É quando dá sono; A hora de trabalhar? É quando dá vontade; A hora de beber? O dia todo. Grannnnde Gigi!
Por ser nosso último dia na serra, resolvemos por as pernas para funcionar. Pegamos as CALOI e saímos pedalando pelas fazendas da região. Seguimos uma trilha muito bonita que atravessava o rio Cipó e chegamos na fazenda mais velha da região: a Cipó Velho. Contam que, desde meados de 1700, as pessoas paravam aqui para pousar. Chegamos na hora da “reza do terço” e aproveitamos que todos estavam ausentes para fotografar o local. Na volta, o Erick resolveu ir de bicicleta até o Camping, mais 5 quilômetros. Chegou mortinho, mas feliz.
De noite, quase que por coincidência, encontramos com todos os nossos novos amigos no restaurante Taverna e nos despedimos. Tchau Gigi, Claudino, Tetê, Lilo, Everton, Russo, Henri. Tchau maravilhosa Serra do Cipó!

Kangoo usa o rack Thule para levar as bibicletas da família

Kangoo usa o rack Thule para levar as bibicletas da família

Trilha entre matas e fazendas

Trilha entre matas e fazendas

Chegada a fazenda Cipó Velho

Chegada a fazenda Cipó Velho

Sandra admira a beleza do lugar, sentada na sua Caloi

Sandra admira a beleza do lugar, sentada na sua Caloi

Sempre-viva, uma das belas flores da Serra do Cipó

Sempre-viva, uma das belas flores da Serra do Cipó

  
  

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