Quintal rico

Hoje tive uma experiência incrível. Estive na casa de uma senhora na zona rural de Sousa. Tinha porco, galinha, horta, plantação, petróleo, milho.......ops! Eu disse petróleo? É isto mesmo, a dona Julia perfurou um poço a procura de água e

  
  

Hoje tive uma experiência incrível. Estive na casa de uma senhora na zona rural de Sousa.

Tinha porco, galinha, horta, plantação, petróleo, milho.......ops! Eu disse petróleo?

É isto mesmo, a dona Julia perfurou um poço a procura de água em 1981 e ao invés de H2O saiu um óleo preto identificado como sendo PETROLEO. Coisa de louco. Só vendo para crer.

Eu não resisti, pequei uma latinha de óleo vazia, amarrei em um arame e busquei lá embaixo, a apenas 12 metros de profundidade, um pouco do óleo que move o mundo.

Não deu para encher o tanque do Pégaso, mais trouxe uma amostra de lembrança. Qualquer dia eu mostro.

Dois outros fatos me chamaram atenção no dia de hoje. Primeiro foi uma árvore de Algaroba gigante.

Apesar de plantada há apenas 35 anos, a árvore cresceu para todos os lados até atingir 60 metros de comprimento, 40 de largura e 20 de altura.

Os galhos tocam o chão e sobem novamente sustentados por novas raízes.

O interessante é que a Algaroba é uma árvore exótica, originária do deserto do Atacama, no Chile.

Eu mesmo vi muitas por lá, mais nenhuma do tamanho desta.

Lá ela se chama Algarrobo. Há 40 anos atrás, o governo introduziu esta espécie no sertão como alternativa para a alimentação do gado.

Ela se deu tão bem que hoje você encontra a Algaroba por todo o nordeste.

Outro fato interessante é que fomos abordados por um simpático tocador de acordeom cego.

Acompanhado por um ajudante que tocava o pandeiro, ele fez um pequeno show tocando músicas nordestinas e alguns clássicos do folclore paraibano.

Uma apresentação digna de nota.

  
  

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