Blogs > Família Goldschmidt > Expedição Giro pela América >Receita de ItaúnasA chuva finalmente deu uma trégua. Entediados de ficarmos trancados dentro do motorhome, saímos correndo e fomos conhecer a “famosa” Itaúnas. Praça Central de Itaúnas Você pode nunca ter ouvido falar desta vila, mas nós, desde que che10 de Janeiro de 2003. Publicado por Família Goldschmidt A chuva finalmente deu uma trégua. Entediados de ficarmos trancados dentro do motorhome, saímos correndo e fomos conhecer a “famosa” Itaúnas. ![]() Praça Central de Itaúnas Você pode nunca ter ouvido falar desta vila, mas nós, desde que chegamos em Minas Gerais, estamos ouvindo: “vocês não podem deixar de conhecer Itaúnas, é Linnnnnndo!” ![]() Sandra e Erick sobre a antiga igreja de Itaúnas E lá fomos nós, por uma estradinha de terra de 25 quilômetros que nos levou até este distrito de Conceição da Barra. Itaúnas é um lugar interessante, um caldeirão de estilos. Os ingredientes principais deste prato saboroso são: ![]() Dunas 1 - Uma parte de moçada ![]() Dunas 2 Toda esta mistura é temperada com muito forró Pé de Serra, com grande porções de natureza, sol e alegria. O resultado é uma vila muito interessante e com hábitos próprios. ![]() Sandra e seus amiguinhos navegam na praia de Guaxindiba Aqui todos dormem tarde (por causa do forró) e por isso todos acordam tarde também. Das 11 ao meio dia acontece um verdadeiro “Êxodo” das pessoas em direção a única praia e a vila fica praticamente deserta. O termo “Êxodo” se torna ainda mais propício porque para chegar a praia, as pessoas têm que atravessar enormes dunas de areia. São centenas de pessoas atravessando, por uma única trilha este “deserto” capixaba. Este é o único caminho até o mar e o desfile lembra muito o Êxodo bíblico (guardadas as devidas proporções, é lógico). Até procurei por Moisés, mais não encontrei (acho que foi tomar uma água de côco – cara, por sinal – R$ 1,50). Vale mencionar também que embaixo destas dunas, que chegam a ter 30 metros de altura, está a velha vila de Itaúnas. Devido ao desmatamento (irresponsável) de uma restinga, a velha vila foi pouco a pouco sendo soterrada pela areia. Casa por casa, coqueiro por coqueiro, tudo foi parar debaixo da areia. Hoje pode-se ver (ou sentar-se) por sobre o teto da antiga igreja, a única construção que restou. A cidade mudou-se para além do rio e por enquanto está segura da fúria da natureza. Parece que o povo aprendeu a lição. Hoje as dunas e as áreas alagadas ao longo do rio são tratadas com carinho e protegidas por um parque estadual. Amanhã vamos voltar aqui. Depois eu explico porquê. Tchau! |
Comentários |
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THAYNARA ANGELO BREDApostado: 23/10/2008 09:04:30![]() Amei ITAÙNAS principalmente o JOÃO PEDRO |
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