Seguindo para Pirenópolis

Saímos cedo (desta vez fiz certo) de Brasília e viajamos por uma excelente estrada para Pirenópolis. Foram apenas 150 km de viagem. Na cidade, ficamos “acampados” no estacionamento da Pousada Alter Real, que fica no caminho das cachoeiras.

  
  

Saímos cedo (desta vez fiz certo) de Brasília e viajamos por uma excelente estrada para Pirenópolis.

Foram apenas 150 km de viagem. Na cidade, ficamos “acampados” no estacionamento da Pousada Alter Real, que fica no caminho das cachoeiras.

Acompanhados pelo Uirá, nosso novo amigo e guia, fomos conhecer um pouco da cidade.

O Uirá trabalha junto com o Rodrigo e o Gustavo na Drena Turismo, a melhor agência de Pirenópolis, e foram eles que organizaram nossa estada na cidade.

A história de Pirenópolis é muito interessante. Tudo começou com duas lavras de ouro que dividiam a cidade em dois lados.

À esquerda do rio ficavam as lavras do Frota, um português que enviava seu ouro para a França.

Do lado direito, ficavam as lavras do Arenas, um espanhol que trouxe maquinário de última geração (na época) e muitos recursos para explorar o rio das Almas (não é o mesmo rio dos Kalungas).

Os dois disputavam em tudo, com muita riqueza e opulência.

O que um fazia, o outro queria fazer melhor e mais pomposo.

Quando o Frota resolveu construir a igreja do Carmo, o Arenas construiu uma outra igreja, defronte a ela em homenagem à Nossa Senhora do Rosário.

Esta briga continuou até que o Sr. Arenas começou a destruir o rio com suas lavras e sujar de tal maneira a água da cidade que ninguém mais podia consumi-la.

Revoltados, os moradores foram até a vila do Arenas e a destruíram, expulsando seus proprietários e seus empregados.

Dizem que esta foi a primeira revolta ecológica de que se tem notícias no Brasil.

Findo o ciclo do ouro, a cidade caiu no esquecimento e seguiu sua vida pacata durante mais de 200 anos.

Pirenópolis só foi descoberta para o turismo há pouco mais de 8 anos e de lá para cá só tem crescido e atraído mais investidores.

Para se ter uma idéia, o número de pousadas cresceu de 10 para 120 neste período.

O bom desta história é que a maioria da arquitetura e dos costumes locais foram preservados, o que faz da cidade um dos principais cartões postais de Goiás.

Suas ruas calçadas de pedras, seus casarões e igrejas atraem milhares de turistas todos os finais de semana.

As casas barrocas, as cavalhadas, a culinária secular, são um atrativo fantástico não só para o goiano, mas também para visitantes de outras partes do Brasil e do mundo.

Por toda parte em Pirenópolis pode-se ver estrangeiros que de alguma maneira ouviram falar desta Pérola Goiana.

Só o Brasil ainda não conheceu este lugar maravilhoso.

  • Hotéis e Pousadas:
  • Estalagem Alter Real – Excelente pousada com piscina aquecida e restaurante internacional

Fone: (62) 331-1656
E-mail: estalagemalterreal@hotmail.com

  • Cavaleiros dos Pireneus

Fone: (62) 331-1570
Estrada do Bonsucesso, km 1,5
Website: www.cavaleirodospireneus.com.br

  
  

Publicado por em

Viviane

Viviane

27/10/2010 22:49:34
Olá, Boa Noite!
Iremos para Pirenoplis em janeiro e pretendemos ficar na POusada Arvoredo ou Vila Velha, alguma informação sobre essas pousadas?
Grata,
Viviane Gonçalves

Luiza bueno

Luiza bueno

02/04/2009 21:45:19
pirenopolis e perfeito,eu vou viajar pra la em agosto, no passeio da escola xau ;]

Luana macedo monteiro

Luana macedo monteiro

10/09/2008 10:04:39
eu gostei muito; vocês são legais

thau