Vale dos dinossauros

Na parte da manhã cuidamos de alguns assuntos pessoais. O nosso computador havia quebrado em Ingá e fui consertá-lo em uma loja de informática. Também demos a segunda dose de vacina na Pepita Gold, consertamos um dos alternadores que havia pifado

  
  

Na parte da manhã cuidamos de alguns assuntos pessoais. O nosso computador havia quebrado em Ingá e fui consertá-lo em uma loja de informática.

Também demos a segunda dose de vacina na Pepita Gold, consertamos um dos alternadores que havia pifado e compramos algumas coisas que faltavam.

A tarde fomos conhecer o Vale dos Dinossauros.
Eu pensei que as pegadas fossem apenas algumas marcas no chão, mas definidas, e que as pessoas “achavam” que fossem pegadas. Fiquei surpreso.

Não há como negar que as pegadas fossilizadas sejam realmente destes antigos animais.

Algumas delas são super bem definidas e se consegue ver até as marcas das unhas.

Tivemos dois guias, a Renata e o Maciel, que nos levaram para conhecer tudinho.

A trilha que mais me impressionou foi a deixada por um Iguanodonte.

Ele deixou uma trilha de 52 pegadas que avança rio adentro. Junto com ela existem várias pegadas de Carnossauro, um tipo de T-Rex de menor tamanho.

Estas pegadas estão nas margens do rio e algumas vezes ficam sob a água.

Para evitar que as enchentes destruam as marcas, foi construído um canal de alivio para desviar a maior parte do fluxo d’água..

No parque ainda existem várias trilhas, algumas réplicas em tamanho natural de animais pré-históricos e um belo centro de visitantes. Tudo muito bem cuidado.

No centro, existe um museu mostrando passo a passo como se formaram as pegadas (gostaram do trocadilho? (Passo a passo....pegadas.....hehehehe).

O único porém é que a única teoria abordada é a da evolução. A teoria do criacionismo não é nem citada. Um absurdo!

As duas são teorias fundamentadas em fatos e nenhuma delas é conclusiva, por isto deveriam ser tratadas com igual respeito.

  
  

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