Vaquejada

Mais uma surpresa aqui de Gravatá foi poder ter assistido a uma vaquejada, algo que eu nunca tinha visto. Eu, o Erick e o Sérgio (Divino), nosso guia e anjo da guarda, fomos conhecer esta manifestação tão típica do nordeste. Nunca tinha visto nada

  
  

Mais uma surpresa aqui de Gravatá foi poder ter assistido a uma vaquejada, algo que eu nunca tinha visto.

Eu, o Erick e o Sérgio (Divino), nosso guia e anjo da guarda, fomos conhecer esta manifestação tão típica do nordeste. Nunca tinha visto nada igual.

Vou tentar explicar: de uma das extremidades de uma arena retangular é solto um touro que sai correndo em disparada para a saída, que fica do lado oposto.

Dois cavaleiros se posicionam um de cada lado do animal. Um deles tenta agarrar sua cauda enquanto o outro tenta manter o boi correndo em linha reta.

Quando chegam a uma determinada marca, o cavaleiro que segurou o rabo do boi tem que derrubá-lo apenas puxando o rabo e desequilibrando o animal.

Para dificultar ainda mais, o touro tem que cair dentro de uma área especifica e tirar as quatro patas do chão.

É preciso muita habilidade e coragem, pois muitos dos touros pesam até 1 tonelada. Coisa para macho.

Neste dia estavam inscritos mais de 600 cavaleiros. Eu até que ia tentar, mas eu estava com um unha encravada no dedinho do pé, o que poderia atrapalhar minhas habilidades especiais de vaqueiro.

Deixa para lá, fica pra próxima. Hehehehehehe!

  
  

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