Viagem a Rio Tinto

Nossa saída de Gravatá foi um pouco tumultuada. Alguns problemas de ordem internética atrasaram nossa saída. Alguns e-mails que enviei para o escritório não chegaram e por isto tive que enviá-los novamente. Aí surgiu uma entrevista, um visita aos

  
  

Nossa saída de Gravatá foi um pouco tumultuada. Alguns problemas de ordem internética atrasaram nossa saída.

Alguns e-mails que enviei para o escritório não chegaram e por isto tive que enviá-los novamente. Aí surgiu uma entrevista, um visita aos Correios, uma passada no supermercado, uma despedida de um amigo e assim foi.

Ao invés de sair às 11 horas como tinha planejado, acabei saindo as 16:30 h. Decidimos não ir direto a Rio Tinto (PB), nossa próxima parada e seguir só metade do caminho.

Já era noite quando chegamos na fábrica da Igarassú, a mesma empresa que demos uma palestra alguns dias atrás.

No refeitório havia um jantar quentinho nos esperando. O entorno da fábrica é tão verde que nem parece um fábrica.

Dormimos sob frondosas árvores, na beira de um lago e sobre o cantar dos grilos. Muito tranqüilo.

Deixo a minha sugestão: Se um dia a fábrica não der mais, monte um camping, vai ser um sucesso! Pela manhã (após um belo desjejum) seguimos rumo ao nosso destino.

As estradas de Pernambuco estão muito boas, mas as da Paraíba estão ainda melhores. É só atravessar a divisa para notar a diferença.

As mudanças são notórias também na vegetação e no tipo físico das pessoas. No lado paraibano, encontramos também muitas barracas de frutas super-completas na beira da estrada.

Paramos em uma delas e vimos manga, coco, maracujá, mangaba, graviola, melancia, pêra, maçã, abacaxi, cajá, pinha, jacá, pitomba, e algunas frutitas mas.

Depois de seguir por uma rodovia sem placas de sinalização, conseguimos chegar a Rio Tinto, uma cidade planejada, criada pela companhia têxtil Rio Tinto há quase 90 anos.

A fábrica faliu, mas a cidade seguiu adiante. Vou falar dela mais para frente quando conhecê-la melhor. Fomos recebidos com banda de música e tudo numa tremenda festa.

Todos estavam lá, desde a prefeita Dra. Vânia, até o mais simples funcionário da prefeitura. Foi muito emocionante.

Depois do primeiro contato, algumas fotos e entrevistas, fomos todos até uma chácara próxima degustar um delicioso almoço.

No cardápio, galinha de capoeira e galinha à cabidela, buchada de bode, peixe, camarão, macarrão, charque e outros pratos.

Tinha para todos os gostos. No final, um delicioso quebra-queixo, um doce muito comum por aqui.

Depois do almoço, levamos a nossa velha casa para nosso novo quintal, mas isto eu conto amanhã.

Tchau!

  
  

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