Viagem através de Rondônia

Depois de quase dois dias em Porto Velho, resolvemos botar o Pégaso na estrada e seguir viagem. Ele devia estar ansioso, pois já faz uns 3 meses que ele não pega estrada de verdade. Desde nossa chegada a Belém, os trajetos tem sido feitos

  
  

Depois de quase dois dias em Porto Velho, resolvemos botar o Pégaso na estrada e seguir viagem.

Ele devia estar ansioso, pois já faz uns 3 meses que ele não pega estrada de verdade.

Desde nossa chegada a Belém, os trajetos tem sido feitos de balsa ou lancha voadeira e o nosso querido busão tem esperado pacientemente a hora certa de comer asfalto.

Agora sua vontade vai ser satisfeita, pois serão 703 quilômetros até nossa próxima parada, a cidade de Vilhena, no Sul do estado.

Logo na saída, porém, notei uma placa na beira da estrada que dizia: Cooperativa de seringueiros.

Com não havia tido contato com nenhum seringueiro até então, fui lá xeretar.

Era uma cooperativa de beneficiamento de borracha que funciona uma vez por mês.

O ex-seringueiro e responsável pelo local era o José, um cara super gente fina.

Ele nos mostrou toda a instalação e os equipamentos usados pelos trabalhadores na selva.

Falei para ele da nossa intenção de montar um pequeno museu mostrando as coisas que vimos durante a viagem e ele se dispôs a fazer uma doação de peças.

Nos deu todos os apetrechos usados pelos seringueiros no mato como cesta, facão, botas feitas de borracha natural, cuia, pingador e até amostras dos diversos tipos de borracha.

Depois destas e de algumas outras paradas, seguimos viagem em direção ao sul.

Como saímos tarde, acabamos dormindo em um posto de Gasolina na cidade de Jarú, chamado Irmãos Leite.

Muitos caminhoneiros, boa comida e segurança.

O resto conto amanhã!

  
  

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