Voltamos para a selva, yupiiiiiii!

Nosso passeio desta vez nos levou mais longe do hotel, muito além do igarapé Pau Mulato onde estivemos outro dia. Contornamos a ilha 1 hora e meia de barco e chegamos até o Igarapé Fundo. Da mesma maneira que no anterior, o igarapé foi se

  
  

Nosso passeio desta vez nos levou mais longe do hotel, muito além do igarapé Pau Mulato onde estivemos outro dia.

Contornamos a ilha 1 hora e meia de barco e chegamos até o Igarapé Fundo.

Da mesma maneira que no anterior, o igarapé foi se estreitando conforme adentrava na mata.

Durante o trajeto, cruzamos com um grupo de botos cor-de-rosa, animais magníficos que ficaram brincando ao nosso redor.

Apesar de algumas semelhanças esta travessia da selva nos mostrou aspectos diferentes da floresta.

Desta vez ,além dos macacos e das araras tivemos a oportunidade de encontrar algumas moças que pegavam açaí.

O açaizeiro é uma árvore palmiteira (que produz palmito) e também produz um fruto muito saboroso e energético.

As duas moças moravam em uma casa próxima e nos impressionaram pela habilidade com que subiam a quase 15 metros de altura.

As duas estavam de shorts, descalças e sem nenhuma proteção.

Auxiliadas apenas por um saco enrolado aos pés na forma de laço chamado Pecúnia, subiam e desciam do açaizeiros como se fosse a coisa mais fácil do mundo.

Curioso como sou, fui tentar subir no pé de Açaí. Descobri que a coisa é mais difícil do que parece.

Tentei, tentei e só cheguei aos 3 metros de altura, e ainda com muita ajuda.

Todos no barco rolavam rir e paguei o maior mico (nada mais comum na selva do que pagar mico, não é?) Valeu a tentativa!

É bom saber como as coisas são difíceis para se dar valor. Logo depois desta parada ,abandonamos a floresta em direção ao centro da ilha.

Assim que saímos da mata fomos recepcionados por uma revoada de guará, um pássaro vermelho cor de fogo. Foi lindo!

Eram centenas de pássaros juntos com seu filhotes(mais escuros). Eles ficaram algum tempo sobrevoando o barco e depois seguiram para longe.

Após a recepção seguimos o rio que se estreitou um pouco mais até que foi completamente fechados pelas Canaranas (plantas flutuantes).

A única maneira de atravessar era acelerando ao máximo a voadeira e passando por cima das plantas.

Logo descobrimos que aquele calmo riacho estava cheia de piranhas. Conforme o barco passava, as piranhas assustadas pulavam para fora d’água até a altura de 2 metros.

Ficamos morrendo de medo que alguma delas cair dentro da voadeira e ficamos bem atentos.

Tivemos sorte, só pularam para dentro do barco duas traíras pequenas.

Paramos depois em uma ponte e fomos conhecer um pouco mais as piranhas, mas isto eu só vou contar amanhã.

Tchan, tchan, tchan tchannnnnnn!

  
  

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