Blogs > Família Muller Aventura > Viagens Nacionais >São Bento do Sapucaí - SPO município de São Bento do Sapucaí está a 205 km de São Paulo, na divisa com Minas Gerais. Como sua vizinha, Campos do Jordão, tem muitos encantos e uma topografia montanhosa belíssima, típica da Mantiqueira.10 de Maio de 2005. Publicado por Família Muller Aventura ApresentaçãoFomos convidados pela Pousada do Sítio, da simpática dona Nória, a passar um final de semana em São Bento do Sapucaí, para conhecer a cidade e suas belezas naturais. O município de São Bento do Sapucaí está a 205 km de São Paulo, na divisa com Minas Gerais. Como sua vizinha, Campos do Jordão, tem muitos encantos e uma topografia montanhosa belíssima, típica da Mantiqueira. A parte mais deslumbrante desta paisagem é o Complexo do Baú, composto pela Pedra do Bauzinho, Pedra da Ana Chata e a Pedra do Baú, que durante muito tempo serviu de ponto de referência e símbolo da região. Para aproveitar melhor o tempo, partimos na sexta-feira... Sexta-feira-Cachoeira dos AmoresJá no momento em que chegamos, seguindo a sugestão de dona Nória, fomos direto à Cachoeira dos Amores que fica a cinco quilômetros da cidade em direção à estrada do Paiol. Na estrada mesmo, tem uma placa indicando a entrada da cachoeira. Como é propriedade privada, é cobrada uma taxa de R$ 2,00 por pessoa para preservação. A cachoeira é muito bonita e corre entre pedras e grandes árvores, caindo num lindo cânion e formando piscinas naturais. Neste passeio, para fazer companhia ao nosso filho Matheus de 9 anos, levamos conosco dois sobrinhos: a Raiara (de 9 anos) e o Riron (de 11 anos). Não é preciso dizer, que de cara, as crianças entraram na água, que apesar do belo sol, estava gelada. Foi neste momento que o dono da propriedade que estava por ali, abordou-nos e conseguiu convencer as crianças a sair da água com a proposta divertida de “escalaminharmos” a cachoeira. Como guia experiente, ensinou-nos a achar um apoio e subir “pedra a pedra”. Para todos nós, foi uma aventura diferente, já que por segurança, não teríamos esta iniciativa estando desacompanhados. Passamos ao lado do cânion, onde eu e as crianças ficamos olhando de cima, já o Ronny, meu marido, aventurou-se com o guia até a parte baixa. Chegamos então ao topo da cachoeira, de onde sai uma trilha para mata. Caminhando pela trilha, ficamos sabendo que a Cachoeira dos Amores abastece de água toda a cidade de São Bento, e que apesar de ser uma propriedade particular, este acordo com a prefeitura da cidade vinha datado de muitos anos, já que o primeiro dono das águas, era o bisavô do nosso guia. Aventurar-se com crianças, é uma experiência única, pois apesar de andarmos devagar e pararmos muitas vezes, temos oportunidade de observar mais a natureza e compartilhamos da sua imaginação. Durante boa parte da trilha eles “avistaram” muitos animais, bichos denominados “extraterrestres” e barulhos esquisitos, fazendo do passeio uma aventura muito rica. Até que fomos “apresentados” à “árvore dinossauro”. Desta vez, tivemos que concordar com as crianças, pois a formação da raiz em conjunto com o tronco da árvore, era literalmente um dinossauro, daqueles “pescoçudos”! Depois de mais ou menos 20 minutos de caminhada leve, surgiu na nossa frente, o encontro de duas cachoeiras imensas, ambas chamadas de Véu das Noivas, não sem motivo, pois a força das águas forma uma grande espuma branca, tornando o visual incrivelmente bonito e harmonioso. Foi uma dificuldade imensa sair de lá, pois além de aproveitarmos as cachoeiras, ninguém estava a fim de ir embora e perder a visão daquele paraíso. No entanto, já era final de tarde e mesmo no verão, dá uma esfriada à noite. Demos a última olhada, e nos despedimos, agradecendo nosso guia. Se você for com crianças à Cachoeira dos Amores e quiser fazer a escalaminhada que fizemos, é legal falar com a pessoa que cobra a taxa, para chamar alguém para acompanhá-lo, pois não é sempre que tem guias à disposição. Se for passar o dia na cachoeira, é bom levar um lanche na mochila, pois não há estrutura por lá, o local é bem rústico. No dia seguinte, aguardava-nos uma programação diferente... Sábado-A AerotrilhaNuma parada no Café Buena Vista para um “lanchinho”, conhecemos o pessoal da agência Paralelo 22, que apesar de ainda não estar estabelecida na região, convidou -nos a conhecer uma modalidade diferente do esporte de aventura: a aero-trilha; que consiste em várias travessias pela mata através de falsas baianas e tirolesas, inclusive passando por cima da Cachoeira do Toldi. Ao ver as fotos, nos preocupamos com as crianças (desta vez levamos conosco outro sobrinho de 09 anos, o Marcelo), mas com o aval de um guia experiente e com um bom equipamento, lá fomos nós curtir a adrenalina. Começamos atravessando pequenos vales passando por duas falsas baianas. Aí entendemos o porquê do “aero”: não é possível caminhar por estes lugares, pois a mata é bem fechada lá embaixo. No caminho, o guia veio nos contando que na época da guerra pelas terras entre São Paulo e Minas Gerais, neste local ficavam localizadas trincheiras de defesa. Adentramos à mata, e logo chegamos na primeira tirolesa com aproximadamente 60 m.Mas foi na segunda que atravessa a Cachoeira do Toldi em sua parte mais alta e larga, que a adrenalina pegou mais forte. Só em pensar naquela altura...! Os olhos das crianças brilhavam, estávamos todos na expectativa. Como sempre, fui eu (Luciana) primeiro para tirar as fotos, me joguei no espaço...Deslizar por 80 m. em poucos segundos naquele visual foi indescritível! Depois vieram as crianças e por último o Ronny. Para todos nós, a sensação foi única, tão boa que os meninos queriam voltar e ir de novo, mas não seria possível daquele ponto, então continuamos em frente. Perto dali, tudo termina em outra tirolesa de mais ou menos 45 m. que nos leva de volta ao chão, porém os meninos continuaram “nas alturas!” As aventuras oferecidas pela Agência Paralelo 22, inclusive a aero-trilha, estão em fase de implantação e apenas futuramente serão oferecidos aos turistas. Os contatos para informações devem ser feitos através do Café Buena Vista. Como estávamos pela Estrada do Paiol, resolvemos comer no Café Boa Vista mesmo e seguir depois para ver o por do sol de cima da Pedra do Bauzinho... Por do sol no BauzinhoSeguindo pela estrada do Paiol (estrada nomeada em homenagem ao Acampamento Paiol Grande), por mais ou menos uns 13 km, à direita, é possível avistar a indicação de entrada para estrada de terra que por mais uns 06 km leva à base do Complexo do Baú. Para assistir ao Pôr do Sol no Bauzinho, é aconselhável chegar por volta das 17:30 h no verão e das 16:30h no inverno. Pois além da dificuldade para estacionar, você vai levar mais ou menos uns 20 a 30 minutos para se colocar num lugar com uma vista legal. Subimos a trilha com muito cuidado, pois ali não tem guia e com crianças é preciso muita atenção, é necessário ficar atento a cada passo e colocá-los do lado de dentro da pedra. Não segure nas mãos das crianças enquanto estiver andando, pois se você escorrega, leva a criança a escorregar também, e o chão é de pedra, machuca! Para ajudá-los em alguma situação, pare, apóie-se e só então ajude. Acomodamo-nos na primeira parte elevada da pedra, já que não pretendíamos ir até a ponta com as crianças. Para acompanhar nosso programa, levamos um lanche e agasalho, pois lá em cima venta e faz um friozinho. A visão do Bauzinho é privilegiada, pois ali temos a melhor visão da pedra do Baú, com o sol se pondo exatamente entre das duas pedras.Enquanto esperávamos, comemos nosso lanche, recolhendo sempre todo o lixo, e ficamos olhando os parapentes coloridos que pulavam da rampa de decolagem do complexo. Quando o sol começou a baixar, veio o espetáculo; o vermelho alaranjado do por do sol, o céu azul, os pássaros, os parapentes e a Pedra do Baú formavam um visual no mínimo encantador. Sentimo-nos então envolvidos por aquele momento, compartilhando uma das maiores obras de arte da natureza. Já no domingo fomos conhecer um pouco mais da cultura da região... Domingo-A cidadeAproveitamos o domingo para conhecer a cidade. Paramos o carro perto do centrinho e saímos a pé por São Bento do Sapucaí. Na praça principal, acontece aos segundos domingos do mês (somente aos segundos domingos) uma feira de artesanato local. As crianças, assim como nós, adoramos estas “feirinhas”, pois sempre compramos umas “lembrancinhas”. A Igreja Matriz, além de ser um monumento histórico e religioso, é patrimônio cultural da região, pois foi ao seu redor que surgiu a cidade. No altar, encontra-se a imagem de São Bento, que foi trazida em procissão para ser padroeiro da cidade. As paredes de taipa foram construídas por escravos e guardam pinturas e quadros, vale a pena conhecê-la. Saindo dali, fomos até o bairro do Quilombo.No caminho, já na Estrada do Quilombo, passamos para visitar a fábrica de velas da cidade. Fomos recebidos pela Regina (dona da fábrica), que nos mostrou a produção. Foi muito interessante presenciar o trabalho, que é totalmente manual. No local existe uma loja da fábrica onde se pode adquirir velas super originais. O bairro tem este nome por ter sido refúgio de escravos que ali fizeram sua “pequena cidade”. Hoje, é um reduto de artesãos e rico por suas manifestações culturais, com destaque para o Senhor Ditinho Joana, que com suas esculturas na madeira, tem conquistado espaço em todo o Brasil e também no exterior. “Bater um papo” com seu Ditinho foi ótimo, pudemos ouvir suas histórias a respeito do Quilombo e de como era a vida na cidade na época dos escravos. Para o Matheus, foi muito bom ouvi-lo, pois este ano irá começar a aprender sobre a escravidão. “Papo vai, papo vem”, seu Ditinho resolveu nos mostrar sua maior obra-prima. Na parte inferior de sua casa, ele está construindo uma miniatura do bairro do Quilombo. Com a ajuda de vários moradores antigos e suas lembranças, seu Ditinho está por terminar a réplica perfeita do que seria o Quilombo há cem anos atrás. Todo o treze de maio é realizada uma festa no bairro, em homenagem a libertação dos escravos, seu Ditinho pretende que até lá possa inaugurar sua obra, é imperdível! Outro destaque é a igreja do bairro, que data de mais de duzentos anos, completando agora cem anos de sua restauração. Continuando na linha do artesanato, saindo do Quilombo, no outro canto da cidade, meio escondido, encontramos o seu Miguel, que desenvolve um trabalho muito deferente com a fibra de bananeira. Depois de anos de pesquisa, ele conseguiu chegar num belíssimo resultado que se vê hoje em suas cúpulas de abajur, flores e outros adornos feitos com a fibra. As peças são vendidas no local e têm preços bem acessíveis. Depois de conhecer a cidade, sua cultura, fazer umas comprinhas e almoçar, infelizmente era hora de voltar. Passamos para agradecer dona Nória pelo convite, e logo na entrada, ela nos aguardava ansiosa para mostrar sua descoberta. Numa das árvores próxima ao prédio da pousada, um beija-flor havia feito seu ninho com dois ovinhos. Não podíamos imaginar que eram tão pequenos! Antes de por o “pé na estrada”, não resistimos e fomos mais uma vez até a estrada do Paiol, dar mais uma olhada no visual do Complexo do Baú. Pareceu-nos um presente. Só nós ali na estrada, com um som no carro observando aquelas três imponentes pedras que tem tanta história para contar. Não demorou para o Matheus sugerir que fossemos até lá novamente ver o pôr-do-sol. Vontade não faltou, mas a “segunda-feira” estava logo ali a esperar por nós, vai ficar para outra vez. Tchau Bauuuuú!!! Histórico e A lenda dos três irmãosHistórico: A exuberância da Pedra do Baú atraiu o primeiro líder de bandeirantes que se instalou na região, servindo como ponto de referência para colonizadores que passavam com minérios rumo ao vale do Paraíba. Foi testemunha dos conflitos entre paulistas e mineiros pela posse do território. Seu cume foi alcançado em 1940 pela primeira vez por sertanejos filhos da terra, conhecidos por Irmãos Cortez. Depois disto, sua importância ganhou mais destaque e atraiu pessoas como o Sr. Luiz Dumont Villares, que patrocinou a colocação dos grampos e escadas (via ferrata) que levam ao cume. Hoje, as belezas naturais do local, atraem turistas e apreciadores do mundo inteiro. Subir aos 1950m. da Pedra do Baú é um destes momentos na vida que nunca são esquecidos. Um pouco sobre a Pedra do Baú - A lenda dos três irmãos – O castigo de um pecado: “MONTE BARÃO chamava-se o irmão mais velho, que possuía uma força de vontade muito grande, sacrificava sua mocidade em louvor a um Deus sempre presente, em seu coração puro”. ANA e SILVANÉ eram suas irmãs e o acompanhavam em sua crença. ANA era baixa, feia e rústica, mas uma pessoa simples e devotada a uma vida santificada, por estas características foi apelidada de ANA CHATA. SILVANÉ era bela, exuberante, formosa e vaidosa. Passava horas se contemplando no reflexo das águas dos lagos... Foi nesta vaidade, que Lúcifer encontrou uma brecha para atacar o reduto de fé, formado por MONTE BARÃO e ANA CHATA. Numa tarde retornando de uma feliz caçada, MONTE BARÃO encontrou Silvané tão meiga e linda, e se perturbou intimamente a ponto de passar a noite toda meditando. Em questão de horas, sua aparência mudou e seus cabelos envelheceram, tamanho o conflito que enfrentava. Gigante em sua fé viu-se reduzido ao mais mesquinho dos seres humanos, estava apaixonado por sua irmã. Ao amanhecer, MONTE BARÃO e ANA CHATA tiveram uma visão: Se os irmãos se tocassem como homem e mulher, se transformariam em pedras, e aconteceu! Neste momento a natureza, ofendida em sua pureza, reagiu tornando o dia em noite, o céu se fechou em meio a raios e relâmpagos. Na alvorada do dia seguinte a paisagem da floresta estava mudada, os três irmãos se transformaram em pedras mantendo suas características físicas; ANA CHATA se transformou num rochedo rústico e mais baixo que seus irmãos, SILVANÉ (BAUZINHO) manteve suas formas provocantes e traiçoeiras, MONTE BARÃO forte e imponente, continua unido ao seu máximo pecado numa eterna oração de amor...” Dicas dos autores-Como estávamos com três crianças, e uma delas com medo de altura, desta vez optamos por não subir a Pedra do Baú, no entanto, é um dos melhores programas em São Bento. Existem agências locais que levam turistas ao cume com toda segurança. -Subir a Pedra da Ana Chata, também é uma boa opção. Esteja preparado para uma boa caminhada, pois com crianças o passeio leva pelo menos umas 5 horas. As agências também levam até lá. -Ir na época do carnaval para São Bento é um programão, pois a cidade tem como tradição, colocar nas ruas os bonecos gigantes da família do Zé Pereira, que foi fundador da cidade. As crianças adoram. -Já no Feriado de Corpus Christi, as ruas são enfeitadas com motivos religiosos bem coloridos, é bonito de ver. -Vá conhecer também o espaço do restaurante Trincheira no Quilombo, as crianças vão adorar as pontes elevadas e o museu que tem no local. E você pode tomar um café ou uma cerveja do Baden Baden com vista para a Pedra do Baú. -Viajando com seus filhos, não deixe de apresentar-lhes a cultura do local, é muito importante. -Tenha sempre na mochila: Kit de primeiros socorros, repelente, protetor solar, água, algo para comer como bolachas etc, uma toalha, um boné e agasalho. -Não esqueça de estar sempre “bem acompanhado”, não arrisque, contrate sempre uma agência local de confiança. -Este roteiro é indicado para crianças acima de 06 anos, mas respeite sempre a orientação dos guias das agências. Dá para ser feito o ano inteiro, no verão chove mais, e os dias são mais longos. No inverno, apesar do frio, os dias são mais bonitos e quase não chove. Vá lá conferir! ServiçosPousada do Sítio |
Comentários |
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claudiapostado: 4/9/2008 18:39:57![]() ola por favor me mande o endereço ou uma forma de saber como faço para ir a este local espetacular |
Olá Claudia, Grande abraço, Família Muller |
paulapostado: 16/11/2008 09:45:29![]() ola! o local e lindo uqntas horas de sp, tem local para almoçar . gostaia de mais esplica |
Oi Paula, Realmente São Bento do Sapucaí é muito bonito. Só a vista do Complexo da Pedra do Baú já vale a visita. A cidade está a 205 km de São Paulo, na divisa com Minas Gerais. Visite nosso site e conheça outros destinos de ecoturismo e aventura: www.familiamulleraventura.com.br Um abraço, Família Muller |
Dayanepostado: 2/3/2009 21:11:43![]() As fotos sao muito pequenas quase nao da para enxergar direito mais esta muito bom os textos e a criatividade do site. |
Olá Dayane, Obrigado por seu comentário. http://www.familiamulleraventura.com.br/home/pagina160.html confira|]] também outros roteiros de turismo e aventura no link "nossas viagens" dentro do site da Família Muller: http://www.familiamulleraventura.com.br/home/pagina148.html grande|]] abraço, Família Muller |
Rosana Lambertpostado: 24/3/2009 17:22:39![]() Desde pequena sempre fiquei fascinada pela Perda do Bau, e fiquei mas fascinada ainda quando fui pela primeira vez em São Bento e puder observa-la por esse lado é demais, vale a pena só falta coragem para subir la em cima............. |
Olá Rosana, Obrigado pelo comentário! Não deixe que seu medo seja maior que sua vontade. A Pedra do Baú é um lugar especial da natureza, tanto que tornou-se um ícone para nossa família. Você vai gostar muito de chegar ao cume. Hoje é possível subir a Pedra com muita segurança contratando uma agência especializada, nós indicamos a: Buena Vista EcoturismoEstrada do Paiol Km 10,5 Veja no nosso site a matéria de São Bento do Sapucaí no link: http://www.familiamulleraventura.com.br/home/pagina160.html veja|]] as fotos de quando subimos ao cume com nosso filho. Visite também nossas viagens em nosso site e descubra outros destinos de ecoturismo e aventura, aproveite e www.familiamulleraventura.com.br Grande abraço, Família Muller |
Sílviapostado: 14/5/2009 14:50:51![]() Esse fim de semana fomos na Pedra do Baú, claro que dá um pouco de medo, mas depois que vc chega lá em cima e vê um belo pôr-do-sol e uma nuvem passando por vc o medo passa na hora. Vale mais do que a pena ir... claro que fomos com equipamento vincuncalo um no outro e em quatro pessoas.... foi demais... |
Olá Silvia, Obrigado por seu comentário! Subir à Pedra do Baú é um momento daqueles que ficam para sempre! Que bom que você viveu esta experiência! Aguarde que em breve vamos divulgar uma nova matéria completa de São bento do Sapucaí. Visite também nosso site, faça seu cadastro e conheça outros destinos de ecoturismo e aventura: www.familiamulleraventura.com.br Grande abraço, Família Muller |
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