Blogs > Os Caminhantes > Viagens Nacionais >Senador AmaralCidade integrante do Circuito Serras Verdes do Sul de Minas
Estivemos em Senador Amaral, Senador Amaral - MGcom os amigos Robson, Roseli e Giovanna, no último feriado de Corpus Christi. O município integra o Circuitos Serras Verdes do Sul de Minas http://www.serrasverdes.com.br, junto com aproximadamente 20 municípios. Distante 244 km de São Paulo, é a segunda cidade mais alta do Brasil, com 1553 metros de altitude, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira. A temperatura varia de 4º C a 23º C. Primeiro dia Já havíamos combinado, então ele deixou o portão destrancado e a chave do nosso quarto na porta. Essa tranqüilidade seria impensável em outros lugares! Considerando o susto no início da viagem, ninguém conseguiu mais dormir, então decidimos explorar a pousada, antes disso, voltamos para o quarto para vestir mais roupas (tudo o que vcs puderem imaginar, mais calças, mais casacos, cachecol e até luva a Júlia colocou!) até a hora do café da manhã. Nosso frio era tão grande que nem conseguimos comer direito! Sob o sol da manhã, que começava a esquentar, ficamos conversando um tempão com o Almeida que nos indicou algumas opções de passeio pelas cercanias e optamos por conhecer a Cachoeira dos (parece estranho, mas está assim no cartaz) Luís http://www.cachoeiradosluis.com.br, e arredores. Saímos da Pousada quase 11:00 hs. Existem placas indicativas e é fácil chegar. Fica a cerca de 6 km da Pousada. A estrutura do local é bem organizada, com uma parte disponível para hospedagens (chalés) e restaurante. Pagamos R$ 3,00 por pessoa para a visita. O acesso à Cachoeira, muito bonita, por sinal, é feita por um caminho bem tranqüilo, possível a visitação tanto na parte de baixo da cachoeira e depois você volta pela trilha e visualiza pela parte alta. Não existem poços para banho, só mais para baixo, visualizamos um local que poderia servir como poço de banho, mas ninguém se aventurou. Chegamos até as torres de onde partem as tirolesas, mas o receptivo local ainda não havia chegado. Esperamos cerca de 40 minutos, assim como vimos alguns grupos chegarem, visitarem, esperarem, mas como o pessoal não chegava, desistimos e pegamos a trilha de volta até o restaurante. Perguntamos e o restaurante só serve refeições aos hóspedes. Na saída (por volta das 13:30 hs), encontramos a agência chegando com o equipamento, que nos ofereceram os folders e os passeios... Por causa do horário combinado para almoço, não deu tempo para conhecer a Cachoeira do Avestruz, que é bem pertinho. O combinado inicial na Pousada seria meia pensão, deixando o almoço para perto das localidades onde estivéssemos visitando, porém existe a necessidade de agendamento prévio com todos os locais que pudessem fornecer o almoço, então acabamos optando pela facilidade e proximidade, em almoçar na própria Pousada. Chegamos, o Almeida preparou uma caipirinha de limão bravo (ou rosa, ou cravo), não sei direito o nome, e seguimos para o almoço, preparado com ingredientes da região: arroz, feijão, uma vaca atolada com mandioquinha, deliciosa,( e eu não sou lá muito fã de mandioquinha, mas esta estava diferente!), ervilha torta, um franguinho grelhado, salada e suco de morango purinho, da região. Segundo dia Acordamos por volta das 8:00 hs, desta vez não tão frio como o primeiro dia, ou porque o sol já começava a esquentar um pouquinho, ou porque começávamos a nos acostumar com o frio. Tomamos café e nos aprontamos para os passeios do dia: Primeiro,visitamos a Cachoeira do Julinho, 4 km aproximadamente da Pousada. O Almeida nos acompanhou nestes passeios. Deixamos os carros na entrada da propriedade e uma trilha tranqüila, cerca de 1:30 h de caminhada depois, passando por um vasto campo de aveia, verdinho, verdinho, chegamos à Cachoeira. . No finalzinho da cachoeira, o Almeida indicou um lugar que dá para brincar de escorregar. Muito gostosa, o João tomou banho, logicamente, e escorregou também, mas só ele teve coragem. A Júlia ia tentar, mas o frio da água fez ela desisitr. Fizemos o caminho de volta até os carros, por um caminho diferente e depois, na volta da Pousada, passamos em uma propriedade para a esperada colheita de morangos! Digamos que nossa “produção” não foi muito boa porque a cada 2 que colhíamos um era “degustado”, mas nossos amigos conseguiram uma boa colheita. Morangos fresquinhos, macios e doces, bem diferentes do que compramos no mercado, além do preço que o proprietário nos ofertou. Cada caixinha com 4 (daqueles de mercado mesmo), ele cobrou R$ 6,00! Havia também plantação de tomates cerejas e cobraram o mesmo preço. Também foi combinado que seria cobrado o valor de R$2,00 por pessoa para a colheita. Como nós comentamos entre nós, pagaríamos com prazer se fosse R$ 10,00 a caixa, ao produtor, como nós costumamos pagar em São Paulo (quando encontramos aqueles caminhões, vendendo “Morangos de Atibaia”). Daí podemos ter uma leve idéia de como os atravessadores ganham em cima do produtor, que é quem tem o maior trabalho e quem é menos remunerado nesta cadeia toda... Á noite, ele combinou de acender a fogueira e para combinar com o evento, nossos amigos foram para a cozinha e prepararam um quentão, bem fraquinho que até a Júlia, completamente avessa a álcool, achou muito bom! Terceiro Dia Avistamos subindo pela estradinha que dava acesso à pedra, um tratorzinho vermelho. Quando estávamos já descendo, o trator parou e corremos na frente, junto com o Almeida, porque achamos que os carros estavam bloqueando a passagem do trator para a propriedade. Nada disso, o senhor era proprietário das terras e só tinha feito uma paradinha para prosear. Ele perguntou ao Almeida se ele sabia que havia uma trilha que dava acesso á parte debaixo da pedra. O Almeida se surpreendeu e perguntou se topávamos ir ver a trilha . –Claaaro!!! – foi nossa resposta e seguimos avidamente o senhor pela trilha que realmente, não dava para saber do caminho, quando passamos pela beira da estrada, fazendo todos os outros dar meia volta e avisar da recém “descoberta” trilha. Estava um pouco fechada, mas havia sinais de passagens de outras pessoas, infelizmente com um pouco de lixo, aqui e ali. A pedra, por cima, forma uma espécie de abrigo, e ali, o proprietário disse que era onde o senhor (aquele da casinha com a colméia) se abrigava antes e havia também sinais de fogueira. Nos remeteu, na hora, de uma pedra muito semelhante, que conhecemos em Piraí do Sul,http://www.pousadaserradopirai.com.brdo nosso amigo Emerson, e começamos a procurar, eu e a Júlia, sinais de habitações anteriores.Não somos arqueólogas, claro, mas achamos sinais, que lembram pinturas rupestres, como as vistas em Piraí, onde um destes desenhos demonstra o que parece a figura de um peixe. Ainda muito excitadas com a descoberta, resolvemos ver se contornássemos um pouquinho o caminho, onde iríamos chegar e fomos tocando em frente, com o Almeida logo atrás. Ele ficou receoso, dizendo que seria melhor voltarmos, mas a Júlia identificou uma trilha, mal feita, mas com marcas de passagem. Insistimos que se seguíssemos, conseguiríamos contornar o caminho e sair do outro lado da pedra. Ele foi para a frente, pediu que seguíssemos bem tranqüilamente, sem pressa e disse que voltaria com uma corda para auxiliar na subida. Neste intervalo, achamos que estávamos só nós três, mas o grupo todo já estava atrás de nós, subindo com dificuldade o finalzinho, bem íngreme, sem uma trilha certinha, e acabamos saindo bem do lado da casinha com a colméia que relatamos no começo e o Almeida, no final do grupo, carregando a corda nos ombros e com meu boné que deixei pendurado numa árvore, que seria nosso caminho de volta. Nem sei se alguém acabou usando a corda no final das contas. Túneis egípicios Um dos atrativos comentados no jornal que recebemos sobre o Circuito Serras Verdes (motivo da nossa viagem, aliás), em uma das feiras de turismo, nem me lembro mais qual, fazia menção a estes túneis, que comentei com o Almeida, e ele sabia da existência, mas não havia tido a oportunidade de visitar antes. Com a nossa curiosidade (principalmente da Júlia, sim sua porção nerd, em todos os assuntos de mitologia grega e egípicia), ele arrumou um motivo a mais para visitar o local e fomos lá, passando de volta pelo centro de Senador. Fomos recepcionados pelo Sr. Campos e sua família, assim mesmo, sem agendamento prévio. A propriedade estava desativada, mas este disse que em breve pretende ativa-la como Pousada, em aproximadamente um ou dois meses e também, a visitação aos túneis. Os túneis: o Sr.Campos conta que o projeto surgiu a partir de uma visita feita ao Egito e a construção levou cerca de 10 anos para ser concluída. Existe uma infinidade de túneis, não foi possível sua exploração total, até porque estávamos sem lanterna para todos, então, literalmente, não foi possível ver muita coisa...rsrsrs. Fomos tateando, por aquelas paredes, agarrando quem a gente mal conhecia, pelo pavor do escuro, de cair e de se perder..hehehe...O “clima” ainda era maior por causa acho que neta, do Sr. Campos e mais duas amiguinhas, que brincavam dentro dos túneis, e gritavam a toda hora, entrecortando os gritos por gargalhadas... conforme ele ia andando, ia explicando, aqui, tem uma saída para tal lugar, ali, nós vamos sair em lugar tal, e isso nos aguçou a curiosidade para vermos os túneis em funcionamento total, com todas as saídas. Após a saída principal, que dá acesso à chamada Sala do Silêncio, fomos “presenteados” até com uma revoada de morcegos, em cima de uma das corajosas integrantes do grupo, a Bia, que cismou de “ir ver o que tem naquela passagem”. Foi uma gritaria geral, daqueles que já estavam na Sala do Silêncio, sob os olhares daqueles que saíam assustados das escadarias escuras dos túneis, por causa dos nossos gritos, coisa de filme! Fala, Sr. Campos, tudo foi combinado e os morcegos o senhor contratou, né não? Saímos por uma das “passagens secretas”, do outro lado por onde entramos. Ainda visitamos a Torre, que têm 3 quartos, muito diferentes e com um “quê’ de clima Harry Potter. Só faltou a coruja, mas na falta da Edwiges, a Bia e a Júia encontraram no alto da Torre, filhotes de (eu acho, o Sr. Campos falou, eu esqueci que bicho era) gavião, com dois ratinhos mortos, para completar o clima do passeio! Nossa despedida foi feita com o tradicional suco de morango da região, gentilmente oferecida pelo César, filho do Sr. Campos. Último dia Acordamos, e para não pegar o trânsito de volta, já armamos o carro e pegamos a estrada logo após o café da manhã e com pesar no coração. Lógico que acabamos pegando trânsito na volta, já em Atibaia, e o compromisso que eu tinha para a tarde não pude comparecer. Nossas impressões finais A idéia das parcerias locais, investindo não somente na sua propriedade, única e exclusivamente, mas gerando oportunidades a todos envolvidos, desde o produtor, com a valorização da produção local, como o caso do cardápio envolvendo a cultura da mandioquinha e do morango, até a visita e indicação de passeios e pousadas vizinhas, do proprietário da Pousada Ilhas do Sol, Almeida, alavancando o turismo como um dos, se não, o principal atrativo turístico da região nos cativou e nos fez optar por semos acolhidos em seu refúgio. Cabe dizer ainda, que aliado a sua visão, a calorosa receptividade, seu desprendimento, seu desejo em nos deixar a vontade, não somente a nosso grupo, mas a todos os outros hóspedes e promover a interação entre o grupo presente (o que acabou acontecendo de maneira bastante tranqüila e naturalmente),destaque aqui para o casal Bia e Guilherme, que tornaram nossa estadia ainda mais agradável, reforça a nossa inerente natureza de “trilheiros”. O prazer que nos foi proporcionado, de “descobrirmos” uma trilha, de conhecer lugares ainda quase intocados, de ter contato, de sentar e ouvir um “causo” com gente da própria terra, de conhecer lugares onde ainda imperam a simplicidade, a prosa no fogão a lenha, valem para nós muuuuito mais que locais graduados com inúmeras estrelas, onde você conversa (conversa não, solicita o serviço) com o “conciérge” ou o gerente do hotel, nas águas mornas das piscinas e da alta gastronomia mundial. Deve ser um prato cheio para quem gosta, afinal, futebol, religião e gosto por viagem não se discute, mas,pelas experiências que vivenciamos, não é a nossa praia.
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Comentários |
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Noeli Langepostado: 21/7/2011 22:22:06![]() AMEI OS LUGARES, DE VERDADE, POIS SOU PROFESSORA DE HISTÓRIA E GEOGRAFIA E OBSERVEI AS PINTURAS RUPESTRES, AS CONSTRUÇÕES ANTIGAS E OS LOCAIS MARAVILHOSOS, POR ISSO PARABENIZO A VCS E AGRADEÇO A OPORTUNIDADE DE PODER VER COISAS TÃO LINDAS EM NOSSO PAÍS. |
Olá Noeli! |
Franciscapostado: 21/7/2011 23:33:49![]() muito lindo tudo isso, nasci e vivi em lugares assim plantando e colhendo da roça, matos, caminhadas, etc: |
Olá Francisca! |
Sônia - Pbpostado: 22/7/2011 08:33:12![]() o lugar é lindo mesmo. Vale a pena conferir! |
Olá Sônia! |
Maria da Silva Bruschipostado: 22/7/2011 08:58:48![]() Olá, Juventude!!! Amei o relato de vocês sobre a região de Senador Amaral! Caminhantes, vocês são protegidos pelos Arcanjos dos Viajantes, soldados do Senhor, que os acompanham, sempre!!! Muito obrigada pelo passeio que fiz " de carona" com vocês.Na verdade, gostaria muito de conhecer esse local em breve, mas esperarei o tempo esquentar, literalmente... rsrsrs |
Olá Maria! |
Claudio Robertopostado: 22/7/2011 09:41:23![]() Local bem interessante, com atrações inéditas, e bem perto de São Paulo. Pena que o reporter estava mais interessado em comentar sobre imprudencias na estrada, as pessoas do grupo foram citadas várias vezes, em vez de dar mais informações sobre sobre o local. Não fiquei sabendo o que tem de serviços na cidade, local mais próximo com banco e posto de gasolina, se existe outros locais para se hospedar, etc. |
Claudio, |
Dimas Tadeupostado: 22/7/2011 11:43:34![]() Parabéns,pelo trabalho da equipe,gostaria de convidalos para conhecer a serra do ccipó,MG a bordo do Residencial Aventura MG |
Olá Dimas! |
Abel Sidneypostado: 22/7/2011 14:24:25![]() Dá vontade pegar a estrada, depois as trilhas e sair carreganda as tralhas...;) Pena que moro tão longe. Mas quando puder incluirei este circuito nos meus planos de viajante! Valeu a "viagem"!! |
Olá Abel! |
Louracipostado: 22/7/2011 15:44:09![]() fantásticoooooooooooooooooooooooooooooo |
Olá Louraci!!! |
Tatianapostado: 22/7/2011 15:54:27![]() Que lugar lindo! Quero conhecer! Parabéns pelas fotos postadas e muito grata por compartilhar ! |
Olá Tatiana! |
Maria Helena mozinipostado: 22/7/2011 16:38:40![]() Faço parte de um pequeno grupo para viagens ecológicas e em especial para trilhas.Amei a descrição e iremos conhecer Senador Amaral.Mto bom poder contar com tantas e tão boas dicas.Obrigada |
Olá Maria Helena! |
Rogériopostado: 22/7/2011 17:14:08![]() Muito bacana a matéria...essa região nossa é muito rica em agricultura e beleza e tem os melhores MORANGOS que ja vi...porém trabalho com eles levo pra mercados na zona sul e oeste...quando quiserem um produto desses meu n.é(35)9915-6142. |
Olá Rogério! |
MARIA JOSÉ LOBATO MEDEIROSpostado: 22/7/2011 18:37:03![]() lindo esse lugar!!,dá vontade de está lá fazendo essas caminhadas,parabéns pelas belas fotos! |
Olá, Maria José! |
Dorival Scalabrinpostado: 22/7/2011 19:33:47![]() lindoooooooooooo ,muito lindo, estarei ai assim que puder .A NATUREZA É MEU FRACO OU FOTE MAS PARA MIM É TUDO , SOU GESTOR AMBIENTAL E ATUO NA AREA ESTOU DENTRO ! |
Olá Dorival, |
MARCELO TOURINO BARBOSApostado: 22/7/2011 23:53:54![]() Achei sensacional, gosto muito da natureza, principalmente vista através de caminhadas e com companias agradáveis. Moro no Rio de Janeiro e não tenho muito conhecimento de grupos de aventureiros. |
Olá Marcelo! |
Antonio Carlospostado: 23/7/2011 16:33:27![]() Sou médico(já aposentado e viajante contumas) e desde minha juventude sempre fui mateiro.Gostava e gosto muito de pescar,esportivamente;tambem tive a oportunidade de viajar pelo interior dêsse nosso Brasil pelas "asas"da FAB-quando me formei, em 1967 ,fui em muitos vôos pelo Brasil quando ainda nossas florestas e nossos rios estavam quase intocados.Muitas vêzes fiquei num alojamento da FAB no rio Xingu em meio às tabas indigenas onde me sentia "em casa".Enfim voçeis me proporcionam um gostoso retorno a êsse periodo já que com os anos chegando e as articulações rangendo são poucas as oportunidades de vivenciar êsses passeios.Não sei se voçeis conhecem,mas recentemente fui rever a serra Gaucha-Cambará do Sul e adjacências,S.J.dos Ausentes,etc. e acho que ainda é uma regiâo bem preservada.Um abraço prá todos e lindas e prazeirosas viagens A.Carlos. |
Olá Antonio Carlos! |
Jose Bernardino dos Santospostado: 23/7/2011 20:38:40![]() Fiquei encantada com todos os relatos mencionados, claro que isto deixa mais claro e convencido das belezas naturais deste nosso pais, que maravilha, como um recente aposentado e apreciador de tudo que Deus criou, colocarei na minha agenda mental e pretendo conhecer estas maravilhas. Parabens a vcs. Abracos. Fiquem com Deus. |
Olá! |
Jair Pazzini Lobo de Freitaspostado: 24/7/2011 11:24:22![]() Parabéns aos caminhantes e pela postagem! Fiquei realmente fascinado com o lugar. Como arqueólogo, gostei de saber da descoberta e, me parece, é um sítio ainda não cadastrado no IPHAN, razão por que recomendaria que entrassem em contato com aquele órgão para informá-los da descoberta. Seria (será) mais um excelente ponto da memória ancestral. Um abraço. |
Olá Jair! |
Crispostado: 25/7/2011 14:25:45![]() Fiquei entusiasmada e curiosa. Penso que fugir prá estes lugares no verão vai ser uma ótima ideia, até porque estou em Atibaia, um pouco mais perto. Obrigada caminhantes. |
Olá Cris! |
Eduardo Andreassipostado: 25/7/2011 17:57:24![]() Excelente reportágem. Conciso e ao mesmo tempo, bem relatado. Atenciosamente |
Olá Eduardo! |
Lúpostado: 26/7/2011 21:59:00![]() Parabéns!! Adorei a reportagem, adoro seu jeito de escrever: é como se estívessemos vivenciando o passeio ;) |
Olá Lú! |
marco antonio dos anjospostado: 26/7/2011 22:10:19![]() Não conheço as pousadas citadas,mas,conheço S.Amaral.Cheguei lá através de Bragança Paulista,vindo de Amparo,no caminho Pedra Bela,que também vale a pena ser vista.No caminho Munhoz,e através de estradas,sem ninguém,em meio a vegetação impar,cheguei a S.Amaral e depois saí por Cambui.Altitude,quietude e paz. |
Olá Marco Antonio! |
Rosemeirepostado: 3/8/2011 16:13:55![]() Será nossa próxima viagem, Senador Amaral MG, realmente Deus passou por minas e abençoou, td é muito lindo, nosso pais tem muito a ser mostrado. |
Olá Rosemeire! |
Nilza Rochapostado: 1/9/2011 13:03:38![]() E ai caminhantes,tudo bem?Fiquei deslumbrada com Senador Amaral,espero um dia chegar por la.Obrigada pelo roteiro. |
Olá Nilza! |
Quéferson Rezendepostado: 18/1/2012 09:28:12![]() Fiquei muito feliz com essa divulgação, nasci nessa cidade que é uma cidade abençoda por DEUS, um lugar maravilhoso, com muitos atrativos e pessoas acolhedoras, os lugares são mesmo fantasticos com uma beleza deslumbrante vale apena conferir... Gostaria de ver mais fotos postadas desse belo roteiro. Um grande abraço! |
Olá Queferson! |
Alexandre Camargopostado: 18/1/2012 14:45:35![]() Primeiramente parabéns pelo conteúdo, vi uma crítica a cima, mas não se preocupem pois acredito que seja o formato que escolheram para relatar, sendo bem envolvente com detalhes até das próprias emoções! |
Olá Alexandre! |
Fabiane Rezendepostado: 18/1/2012 16:58:02![]() Moro em Senador Amaral, realmente é uma cidade abençoada!!! Parabéns pelas fotos... |
Olá Fabiane! |
Rodespostado: 19/1/2012 18:59:22![]() Amei as fotos e sinto-me orgulhosa por fazer parte dessa terra tao abençoada por Deus,parabens a vcs que tiveram a oportunidade de conhecer um pedacinho do céu.Valeu |
Olá Rodes! |
Clodoaldo Antonio da Costapostado: 9/2/2012 13:03:16![]() Olá pessoal, gostaria de parabenizar a belíssima matéria que fizeram em Senador Amaral. Há seis meses assumi a secretaria de turismo da cidade e estamos caminhando na busca do turismo sustentável na região e também oferecer através de nossas ações melhorias no sistema de informação, capacitação na área e divulgação desta cidade que possui como maior riqueza, suas belíssimas paisagens e seu clima, além de outros fatores como sua altitude e grande potencialidade para o turismo rural. |
Olá Clodoaldo! |
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