Rumo à Galápagos

Os equatorianos têm privilégio nas Ilhas Galápagos, o que achamos muito justo, infelizmente, no Brasil isto não ocorre. Porém, injusta é a diferença brutal dos preços que temos que pagar pela taxa de ingresso nas ilhas.

  
  

Voamos para Ilhas Galápagos....

Saímos cedo para o vôo, o aeroporto grande e bonito mas, totalmente desorganizado. Demoramos alguns bons minutos para encontrar a empresa de aviação Copa, que faz vôos diretos para a cidade do Panamá, pois teríamos que garantir as passagens, finalmente conseguimos.

Vôo pontual para a tão famosa Galápagos, durou 1:30h. O clima não está muito bom por aqui, é inverno e não faz sol, às vezes, uma luz sai de repente e logo se vai, o que é uma pena, pois, isto aqui, é o paraíso...

Os equatorianos têm privilégio nas Ilhas Galápagos, o que achamos muito justo, infelizmente, no Brasil isto não ocorre. Porém, injusta é a diferença brutal dos preços que temos que pagar pela taxa de ingresso nas ilhas.

Desembarcamos na Ilha de Baltra, pagamos a taxa para ingressar no arquipélago, os equatorianos pagam U$ 6,00 e estrangeiros U$ 100,00, porém descobrimos, na hora, pedindo desconto, algo importante que não nos foi informado pela agência, que o Mercosul e a comunidade Andina tem desconto de 50%. Para nós foi um sinal de boas vindas...

Fomos comprar o ticket para o ônibus e um jovem americano da Pensylvânia estava desesperado pedindo U$ 40 emprestado para inteirar na taxa de ingresso, já que ali não havia caixa eletrônico... e eles teriam que reter o seu passaporte. Como sabemos não é qualquer um que empresta dinheiro, mas tivemos dó do menino e o emprestamos, ficou muito agradecido... Quando chegássemos a Puerto Ayora ele nos devolveria, e assim o foi.

Puerto Ayora

Pegamos um bus lotado até o "ferry boat" (há quanto tempo não andamos de ônibus)! Cruzamos, em 5 minutos, o belíssimo canal de Itabaca com águas verdes esmeralda, ele separa a ilha de Baltra da Ilha de Santa Cruz e, em seguida, mais um ônibus enfrentamos até a capital da ilha, Puerto Ayora. Todo o percurso durou, mais ou menos, 1:30h.

Fomos direto a um restaurante, pois estávamos cegos de fome, o primeiro que vimos, entramos! Comemos uma deliciosa comida e pagamos caro por isso... Enquanto eu aguardava o almoço, o Cláudio foi procurar hotel, pois a minha intuição nos dizia que não encontraríamos tão fácil, os mais baratos estavam lotados... há hotel para todos os gostos e bolsos. Após visitar uns três, o Cláudio conseguiu reservar um bem simples, porém limpo. Ficamos no quarto mais econômico, não havia água quente, porém tivemos a sorte de uma bela vista para o mar...

Passeio de barco

Depois de instalados, fomos passear de barco, conhecemos uns israelenses muito engraçados, demos muitas risadas e uma brasileira com dupla nacionalidade, (Equador e Brasil). Fomos fazer "snorkel" com os tubarões, mas fiquei com muito medo... o Cláudio logo entrou e foi nadar com os bichinhos, dentro de uma fenda, pena que não tiramos fotos, não havia máquina subaquática, mergulhei e fiquei apreciando aquela belíssima fauna marinha ao redor do barco... que coisa hein... quem sabe mais tarde eu dê um mergulhinho com eles. O Cláudio viu 4 tubarões grandes, não sentiu nenhum medinho, isto é o que ele diz... Depois, seguimos para a maravilhosa, de cor azul clara, praia de Tortuga Bay - águas tranqüilas, rodeada por vegetação de mangue, onde os passarinhos chegavam muito próximos procurando por comida, lindíssima!

Pela noite, fomos comer uma pizza, e na TV do restaurante estava passando novela brasileira... não acreditamos, aqui em Galápagos! Achávamos que estaríamos isolados, ledo engano... tem internet, tv a cabo, hotéis luxuosos, táxis circulando e tudo o que imaginas numa cidade urbana...

  
  

Publicado por em

Elisete

Elisete

13/10/2009 12:29:24
OBRIGADO PELAS DICAS

Joyce e Cláudio Guimarães

Joyce e Cláudio Guimarães

Obrigado por visitar nossa página e ficamos a disposição para eventual dúvida. Visite também o nosso site: www.terrasemfronteiras.com Abraços, Joyce e Cláudio