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Terceira maior baía do Brasil em volume de águas, depois das baías de Todos os Santos e de Guanabara, a Baía de Camamu abriga uma variedade de ilhas de todos tamanhos, além de praias, manguezais e florestas ainda bem preservados. Com ventos constantes e águas fundas e calmas, a Baía de Camamu oferece condições favoráveis para velejar e muitos pontos seguros para ancorar.
Dotada de um mirante em sua parte alta, a cidade fica situada defronte a uma baía repleta de manguezais, habitada, segundo lenda local, por uma figura da mitologia nativa chamada “Curupira”, que tem os pés voltados para trás e que já teria feito mais de uma pessoa perder a orientação dentro do mangue. Se você passar algum tempo caminhando entre as raízes aéreas do manguezal, vai entender o porquê da crença.
A cidade possui um rico patrimônio arquitetônico e urbanístico, além de uma das maiores igrejas do interior do Estado, a Matriz de Nossa Senhora da Assunção, do século XVIII.
Camamu segue a tradição luso-brasileira de cidade de dois andares, com ruas tortuosas e estreitas, observadas em Lisboa, Porto, Salvador e Maraú. O sítio onde a cidade foi implantada é acidentado, com desnível de 40 metros. Na parte baixa da cidade fica o porto, onde se instalou, em 1693, a Casa de Câmara e Cadeia.
Texto: Governo do Estado da Bahia
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Localização Está a 348 Km de Salvador – BA e 180 Km da Ilha de Itaparica – BA.
Acesso Por Terra: Seguir pela BR-324, antes de chegar a Feira de Santana, pegar a BR-101 em direção sul, até o entroncamento para Valença. Nesse ponto, pegar a BA-001, também em direção sul. O percurso total é de 335 km. De ônibus, saindo de Salvador pelo Terminal Rodoviario.
Por água: Atravessar a Baía de Todos os Santos, pelo sistema ferry-boat (Salvador-Bom Despacho). Desembarcar na Ilha de Itaparica e seguir pela BA-001, passando por Nazaré, Valença, Taperoá, Nilo Peçanha, Ituberá e Igrapiúna, por 180 km.
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