Maranguape



Palavra de origem Tupi, que significa Vale da Batalha. O nome Maranguape é uma homenagem ao lendário cacique da tribo de índios que dominava o Vale.

Sociedade Artística Maranguapense

Edificado no tempo em que se enfrentava a seca com obras permanentes. Foi construído durante o flagelo de 1877-79 e destinava-se a ser uma escola pública e como tal funcionou durante muitos anos.

A partir de 1924 sediou a Artística Maranguapense, que posteriormente nela instalou-se o Cine Teatro São José. O prédio foi palco de grandes concentrações de operários, bem como movimentos políticos promovidos pela Legião Cearense do Trabalho (LCT) e pelos simpatizantes do integralismo.

Seu prestígio começou a declinar a partir da década de 40, quando cessaram as atividades de teatro que eram promovidas por grupos amadores locais. Seus salões foram cedidos depois para a realização de bailes carnavalescos.

Recentemente foi incorporado ao Patrimônio Histórico Municipal com recursos federais , os quais asseguraram a sua restauração. Hoje, abriga as atividades de música da Fitec, com uma sala de espetáculos para 135 pessoas.

Solar das Correias

Construído no Século XIX teve como primeiros proprietários a tradicional família Correia. O prédio no início do uso, além de residência da família foi também casa comercial.

Atualmente, funcionam vários estabelecimentos comerciais e serviços em suas dependências . A parte superior é residência com projeto para funcionamento da Pousada Central.

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha

A Igreja principal da cidade foi fundada em 04 de agosto de 1849. A edificação preserva traços da antiga arquitetura religiosa do Estado. Maranguape tem uma peculiaridade de possuir dois padroeiros: Nossa Senhora da Penha e São Sebastião, este último foi escolhido pelo povo em Ação de Graças, devido à suposta intervenção do mesmo na grande epidemia de cólera ocorrida em Maranguape no ano de 1862.

Os fiéis acreditam ter sido a partir da proteção de São Sebastião responsável pelo fim da epidemia.

Solar Bonifácio Câmara

O Solar Bonifácio Câmara foi construído pela Família Correia na segunda metade do Século XIX, quando o café era o carro chefe da economia de Maranguape.

Vindo do arquipélago de Açores em Portugal em 1837, João Correia Martins mandou construir o sobrado, cujas obras demoraram cinco anos para ser concluídas. Influenciado pela arquitetura portuguesa, o prédio foi edificado para abrigar dois usos: em cima, a residência da família e embaixo ponto de comércio. O sobrado pertenceu por quatro gerações à Família Bonifácio Câmara.
Atualmente, o Solar Bonifácio Câmara é um bem do Patrimônio Histórico Municipal e é sede da Biblioteca Pública Municipal Capistrano de Abreu com um acervo de aproximadamente 15.000 exemplares, sala de exposições, videoconferência, pesquisa via internet, brinquedoteca e cursos extracurriculares para crianças e adolescentes.

Palácio da Intendência (Antiga Prefeitura)

O Palácio da Intendência foi construído como obra de emergência na seca de 1877-79, para abrigar a sede do Governo Municipal. A inauguração do prédio aconteceu no ano de 1878.

Os titulares na época chamavam-se intendentes. O primeiro intendente foi Joaquim José de Sousa Sombra. A partir de 1914, receberam a denominação de prefeitos. O primeiro prefeito de Maranguape foi Manuel de Paula Cavalcante (1914-1918).

O Palácio foi restaurado na gestão do prefeito Antônio Marques de Abreu (1951-55). Foi sede do Governo Municipal até ser transferida para a atual localização no Paço Municipal na Praça Senador Almir Pinto. Sediou a EMATERCE e agora abriga a Farmácia Popular.

Floricultura Naturallys Tropicus

Na casa sede, uma construção do século XIX, funciona a administração da floricultura, uma das maiores produtoras de crisântemos do Estado do Ceará.

Endereço: Rua Major Agostinho, s/n – Parque Santa Fé
Contato: (85) 3341.2239

Solar dos Sombra

Obra do Século XIX. Foi construída por solicitação do primeiro intendente de Maranguape, Joaquim de Sousa Sombra, para sua residência. Assistiu nos seus faustos dias, momentos de glória como a visita do senador e romancista José de Alencar em seu encontro com o maranguapense Capistrano de Abreu.

O prédio foi sede da farmácia de um dos filhos de Joaquim de Sousa Sombra, o farmacêutico Joaquim Correia Sombra. Para ali acorriam os doentes nos surtos e pestes.

O envolvimento de Joaquim Correia Sombra na política movimentou o Casarão, como no episódio histórico do cerco da Fazenda Trapiá, de onde partiram as tropas para o referido cerco e também serviu de cárcere temporário para o Cel. Afro Tavares Campos e Manuel de Paula Cavalcante.

Na atualidade , abrigou no silêncio de seus amplos aposentos , os descendentes do farmacêutico e político Joaquim Sombra, e após ter sido restaurado abriga a Caixa Econômica Federal. É um dos maiores e mais imponentes edifícios residenciais do Século XIX , ainda existente no Ceará.

Y-Park – Lazer para toda a família

Um dos destinos turísticos mais procurados entre brasileiros e estrangeiros, o Ceará conta com uma novidade para quem deseja conhecer outros lugares além de suas belas praias: O Y-Park – Complexo Turístico Ypióca, localizado na zona metropolitana da capital, ao pé da Serra de Maranguape, a apenas 30 quilômetros de Fortaleza.

A principal e mais conhecida atração do complexo é o tradicional Museu da Cachaça, em funcionamento desde 2000. “A partir da experiência com o museu, decidimos ampliar o conceito de diversão para toda a família e criamos o Y-Park. Um complexo turístico que integra cultura, lazer, esportes ao ar livre e aventura entre outras atividades, no mesmo espaço”, explica Paulo Campos Telles, diretor de planejamento do Grupo Ypióca.

Entre as atrações, está o maior tonel de madeira do mundo, com capacidade para 374 mil litros, registrado no Guinness Book – o segundo maior está na Alemanha, com capacidade para 234 mil litros. A concepção do museu é assinada pela museóloga Margarita Hernandez, responsável pela pesquisa histórica, e pelo museógrafo André Scarlazzari, que aplicou com primor os recursos cenográficos e audiovisuais de última geração utilizados em toda a ambientação

Além do Museu da Cachaça, o parque abriga o Campo de Aventura, além de dispor aos seus visitantes opções de lazer como passeio de charrete, jardineira e pedalinho no lago. “Nosso objetivo é garantir comodidade para os adeptos do turismo ecológico e de esportes de aventura, assim como elevar a consciência de preservação ambiental e de qualidade de vida”, conclui Paulo Telles.

Museu da Cachaça

O casarão erguido pelo patriarca Dário Telles de Menezes, entre 1851 e 1854, atualmente abriga o Museu da Cachaça. No passado, a propriedade sediou a primeira unidade industrial da Ypióca e atualmente reúne um completo acervo de mapas, documentos, fotos e filmes, maquinário, garrafas, equipamentos agrícolas e tonéis de bálsamo. O museu recebe cerca de 10 mil visitantes por mês e é reconhecido como uma das principais atrações do turismo em Fortaleza. “A decisão de criar o Museu da cachaça é uma forma de resgatar a própria história da Ypióca, iniciada em 1846, e que se confunde com a trajetória da aguardente no Brasil”, afirma o presidente da empresa, Everardo Telles.

A história da família Telles começa a ser contada a partir da chegada de Dário Telles de Menezes a Fortaleza, em 1843. Vindo de Lisboa, Portugal, Dário trouxe em sua bagagem um pequeno alambique de cerâmica e a experiência na fabricação de aguardente. Cada geração da família ganhou espaço em murais e galerias.

O espaço é composto por ambientes que reconstituem situações de época com movimentos acionados por sensores. A cozinha do casarão foi preservada, com utensílios originais, como o fogão à lenha. Um canavial – localizado no centro do museu (com iluminação natural), faz a ligação entre a história contada em documentos, em maquetes e nos cenários. O museu faz homenagem aos escravos na saga da cana-de-açúcar com dois bonecos de resina em tamanho natural, encenando o trabalho na moenda e a produção artesanal da cachaça do século passado.

No salão dedicado à linha de produção, encontra-se a simulação de todo o processo de fabricação artesanal da cachaça, desde a moagem, passando pela fermentação, destilação, envasamento e aplicação de rótulos. Em seguida, o visitante faz um passeio por cerca de 40 metros entre tonéis de madeira de bálsamo, com até quatro metros de altura, que armazenam cachaça envelhecida por um período de até 42 anos. Neste percurso é possível sentir o aroma da bebida.

A próxima atração é um tonel de cinco metros de altura, que funciona como passagem para o bar temático. Dentro dele, o visitante pode assistir a vários comerciais dos produtos Ypióca para a televisão. Antes de sair do museu, encontram-se o bar, com mobiliário e música ambiente da década de 30, clima ideal para a degustação de bebidas fabricadas pela Ypíóca. Na loja, o visitante pode adquirir vários produtos, a exemplo da Ypióca 160, a primeira cachaça adicionada de malte no mundo.

Campo de Aventura

O espaço para prática de esportes de aventura ocupa 100 mil m² e tem capacidade para atender mais de 1.500 pessoas. Lá o visitante encontra opções de atividades ao ar livre adequadas para todas as idades como passeios de caiaque, trilhas ecológicas, arvorismo e tirolesa. O Campo de Aventura conta com infra-estrutura completa de segurança, composta por monitores, guias, salva-vidas e equipe de primeiros socorros, tudo dentro dos rigorosos padrões que garantem a comodidade dos visitantes.

A grande atração fica por conta da tirolesa de 200 metros sobre um açude natural de águas calmas. “Construímos a segunda maior tirolesa da região Nordeste. Por isso, investimos em equipamentos modernos e seguros, além de uma equipe muito bem treinada” afirma Paulo Campos. Além disso, os equipamentos são devidamente aferidos e previamente testados, em conformidade com os padrões utilizados em operações de escala e técnicas verticais. O brinquedo pode ser utilizado por pessoas a partir de 12 anos.

O Campo de Aventura conta ainda com um circuito de arvorismo, com 50 metros de extensão e três níveis de dificuldade, que oferece aventura e emoção para jovens e adultos. “O Campo de Aventura deverá ganhar, em breve, novas atrações, como o rapel e o muro de escalada, com graus de dificuldade para adultos e crianças”, adianta o diretor de planejamento do Grupo Ypióca.

O visitante pode optar por diferentes níveis de trilhas, do básico ao avançado, e passear por uma área privilegiada cercada de vegetação serrana. A mata local abriga grande biodiversidade, segundo levantamento realizado pelo biólogo Luiz Gonzaga Sales, professor de Ornitologia e Ecologia do Semi-Árido da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Durante o passeio é possível observar raposas, cassacos, preás, guaxinins, garças, socós, jaçanãs, tejus, sagüis, pebas, gaviões, graúnas e corrupiões, além das espécies vegetais ameaçadas de extinção como pau-branco, jurema, juazeiro, pau-d’arco , cedro, angico e maniçoba. No ambiente lacustre, há predomínio de vegetação aquática (água-pé), junco, taboa e calumbi.

A infra-estrutura física do Campo de Aventura é rústica. Localizada à beira do açude, a edificação é composta por banheiros, duchas e lanchonete tudo para garantir a comodidade dos visitantes que desejarem se banhar no açude, após a prática dos esportes e caminhadas pelas trilhas.

Passeios e gastronomia

Além do Museu da Cachaça e do empolgante Campo de Aventura, o visitante que procura tranqüilidade encontra atrações de gastronomia e lazer diversificados. Aos fins de semana e feriados, o restaurante do Y-Park oferece cardápio variado com pratos típicos, como baião de dois, paçoca e carneiro, feitos especialmente com o tempero do Ceará. A famosa tapioca e os doces de frutas regionais podem ser encontrados na bodega do Zé Leite, criada em homenagem ao idealizador do Museu da Cachaça. Sua decoração temática faz alusão às típicas vendas da região e levam nossa imaginação a um cenário da década de 20.

Passeando pelas terras do antigo sítio Ypióca, que abriga o Y-Park, é possível assistir a uma demonstração do processo de fabricação da cachaça em alambique de cobre, seguida de degustação. Neste mesmo espaço, chamado Casa de Engenho, também são preparados o puxa-puxa, o alfenim (massa branca de açúcar). A minifazenda, com animais e filhotes, e a bilheteria em formato de tonel completam o cenário tranqüilo do Y-Park, ideal para passeios de charrete (da década de 30), jardineiras e pedalinhos no lago.

Y-PARK - COMPLEXO TURÍSTICO YPIÓCA
Entrada: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia)
Passeios: 000
Passe livre passeios Y-Park *: R$ 45,00 (Adulto) R$ 40,00 (Criança)
Horário: 8h30 às 17h – de terça-feira a domingo
Endereço: Sítio Ypióca, em Maranguape, região Metropolitana de Fortaleza (CE)
Mais informações: 85 3341.0407 / 3341.3452

  • Todos os passeios incluídos.

Regiões Turísticas

Localização

Maranguape está situada no Nordeste do Estado do Ceará, no sopé da serra de Maranguape, a 30 km distante de Fortaleza.

Acesso

Por terra: As principais vias de acesso são a CE-065 (acesso a Fortaleza e Palmácia) e a CE-455 (acesso a Canindé).







Hotéis e Pousadas em Maranguape








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