Furnas distribui mais de uma tonelada de material informativo na Rio + 10

A gerente de Meio Ambiente de Furnas, a bióloga Norma Pinto Villela, lamentou a decisão da maioria dos países participantes da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+10) de rejeitar a proposta brasileira que prevê, até 2010, que pelo menos 10% da matriz energética mundial sejam gerados por fontes renováveis.

Para Norma, a rejeição à proposta vai impedir que os países que pouco se utilizam de energias renováveis passem a fazê-lo com mais freqüência.

"Acredito que a não aceitação da proposta é ainda mais preocupante porque sabemos que boa parte das mudanças climáticas registradas nos últimos tempos tem como origem a queima de combustível fóssil advinda da geração termelétrica", destacou.

Furnas, que tem 93% de sua energia de base hidráulica, é uma das empresas que participam do estande brasileiro, desde o dia 24 de agosto, em Joanesburgo, na África do Sul.

No estande, a empresa apresentou informações sobre o investimento feito em 16 áreas protegidas e o trabalho com populações indígenas.

Entre eles, os investimentos na reposição do território dos índios Avá Canoeiro, que estão instalados no alto curso do Rio Tocantins, em Goiás, em uma área de 38 mil hectares. Próximo ao local foi instalada a Usina Hidrelétrica Serra da Mesa.

Norma considerou a participação de Furnas, no estande brasileiro, de extrema importância, principalmente pela oportunidade de apresentar práticas concretas de desenvolvimento sustentável.

Até o final da terça-feira, dia 3 de setembro, já tinham sido distribuídos no estande brasileiro aproximadamente 1300 kilos de material informativo sobre Furnas.

Fonte: Ecom-Ecologia& Comunicação