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O impacto do Ecoturismo sobre a fauna e a flora

Precisamos desenvolver ´códigos de conduta´ voluntários, a fim de controlar os impactos ambientais e sociais

2 de Abril de 2008. Publicado por Vininha F. Carvalho  

Algumas leis foram criadas para defender os animais, mas ainda não estão sendo cumpridas, por isto o ideal é que nós busquemos implantar maneiras de impedir que ocorram certas atitudes reprováveis. Nas áreas sob propriedade privada, cabe ao proprietário estabelecer as condições para pesquisa e visitação pelo público, observadas as exigências e restrições legais.

Cabe a nós, indivíduos, fazer do ecoturismo uma ferramenta para despertar o lado responsável de cada um, tranformando-se num instrumento capaz de reafirmar o papel do indivíduo no mundo, se preocupando com a sustentabilidade, com a educação ambiental e com a inclusão social.

Precisamos desenvolver "códigos de conduta" voluntários, a fim de controlar os impactos ambientais e sociais de funcionários e clientes, e assegurar que o cumprimento destes códigos seja monitorado adequadamente.

Os safáris fotográficos devem ser realizados sómente dentro das trilhas, para permitir a renovação da flora com as mudas que estão em crescimento mantendo assim o sistema da vida sempre puro e renovador do meio selvagem.Colheita de plantas nativas pelos visitantes também devem ser proibida.

As visitas às áreas de preservação devem acontecer num horário padrão, caso contrário podera ocasionar o stress nos animais nativos.A transmissão de doenças para os animais selvagens ou mudanças repentinas da saúde deles através da perturbação de rotinas diárias ou aumento dos níveis de estresse, apesar de não aparentes para o observador casual, podem se traduzir em taxas de sobrevivência e procriação menores", disse à "New Scientist" o pesquisador Philip Seddon, da Universidade de Otago em Dunedin, na Nova Zelândia.

As placas de sinalização não devem utilizar arames, pregos ou qualquer objeto estranho para serem colocadas em espécimes vegetais, porque além de prejudicar a saúde dos espécimes vegetais provocando o estrangulamento e saída da seiva, enfraquecendo-as, é de péssimo gosto visual ver essa agressão.

A sinalização pode existir em toda a propriedade, mas de maneira discreta para evitar a poluição visual , principalmente nas trilhas e locais de fragilidade maior do meio ambiente.As placas devem ser fincadas no chão e não amarradas ou pregadas. Alimentar ou tentar domestiscar os animais silvestres é muito prejudicial , porque eles passarão a depender da alimentação dada pelo homem provocando um descompasso no equilíbrio ecológico.

Biólogos e ambientalistas estão preocupados com os ursos polares, golfinhos, pingüins e outras criaturas por estarem ficando estressadas, perdendo peso e algumas estão até morrendo, devido ao aumento da presença humana em seu ambiente.Os ambientalistas estão pedindo que sejam realizadas novas pesquisas avaliando o impacto do ecoturismo sobre os animais e, dizem que esta atividade deve se desenvolver respeitando o meio ambiente.O bem-estar dos animais e a preservação da flora devem estar acima de tudo , sem eles, não haverá mais o ecoturismo.

Comentários

Francisco Rodrigues de Freitas Filho

 postado: 28/8/2008 13:45:19editar

Nós ambientalistas precisamos ver, conhecer , preservar e sustentar nossa fauna e flora. Adorei esse texro.

 

fabia

 postado: 18/9/2008 20:28:29editar

melhorar a fauna e flora seria muito bom!!!!

 

guilherme valle

 postado: 1/11/2008 17:25:18editar

INÉRCIA E DECEPÇÃO Vejam só! Montes Claros, sexto maior municipio de Minas Gerais, conta com dois órgãos públicos Federais, a saber:DNOCS e CODEVASF.São órgãos criados eminetemente com o proposito de combater a seca que, ano após ano, tem se tornando um flagelo cada vez pior pra nossa população. Vejam só o que são homens públicos; são homens eleitos pelo povo, atraves do regime de governo chamado democracia que, na acepção da palavra, quer dizer governo do povo, pelo povo e para o povo.Será mesmo que isto está acontecendo? O próprio povo financia os salários destes homens publicos, atraves do pagamento de impostos, sejam eles diretos ou indiretos. São homens, por sinal muito bem pagos para resolverem os problemas de nossa região; pelo menos é o que se espera deles. São Senadores, Deputados Federais,Deputados Estaduais, Prefeitos e Vereadores. Só de Deputados Estaduais temos 77 deles representando Minas Gerais, sendo 5 representantes apenas do norte de Minas, que se reúnem, não mais que três dias da semana na Assembléia Legislativa do Estado, em Belo Horizonte. Vejam agora a questão do combate a seca no Norte do Estado: o rio Verde Grande, por exemplo, há 10 anos ou mais, está agonizando, entre a vida e a morte e, com ele, tambem estão morrendo seus afluentes. Os afluentes mais proximo da sua nascente, entre os municipios de Bocaiuva e Montes Claros que, definitivamente, podem contribuir imensamente com sua perenização, são os rios Vargem Alegre,Espigão.rio do Sitio e rio do Cerrado e o rio do Peixe, entre outros, que deságuam no Verde Grande suas já escassa águas. Tais rios que pelo capricho da natureza, ainda estão vivos, possuem grotões onde podem ser construidas pequenas barragens sem sequer precisar gastar qualquer verba pública com desapropriações. Porém parece que nosso homenm público, especialmente aquele grupo de deputados Estaduais que representam o norte de Minas na ALMG, além dos diversos prefeitos de nossa região que, de tempos em tempos nos cortejam, nos cantam um voto aqui, outro ali, não demostram nenhum tipo de interesse em equacionar este problema. É mais cômodo para ele o improviso, o cala boca, o paliativo. Muito comum é, em tempos de eleições, a compra de votos, ou melhor, a troca de votos por tubos de irrigação, caixas d`água e meia duzia de poços artesianos que vão prejudicando e minando, cada vez mais, nossos lençóis freaticos. Há casos de poços artesianos com vazão de 5 mil litros d`água para atender mais de 30 famílias em nossa região, e por ai vai. Nisso eles vão enrolando, tapeando, promentendo o que não podem cumprir e gastando o dinheiro, o nosso dinheiro dos impostos a bel prazer. Tal prática parece já ter se tornado um câncer maligno, dificil de ser exterminado, em nossa sociedade. Só vem confirmar um vicio de um passado não muito remoto a que parece não ter sido debelado: o voto de cabresto. Vão deixando de lado o sofrido homem do campo que, eleição após eleição, é iludido, enganado, taxado como besta, otário e sem inteligência. Homens públicos, vocês que se dizem nossos representantes legitimos na Assembléia, Câmaras Municipais e Prefeituras, parem com tanto discurso e vão trabalhar! Vão trabalhar para,de fato, resolverem a questão da seca no Norte de Minas. Não podemos mais admitir esta prática mesquinha, este golpe sujo e inescrupuloso que é a troca de favores, o toma lá dá cá. O povo Norte Mineiro é forte, inteligente e vencedor por natureza. O minimo que se espera dos nossos representantes, daqueles homens eleitos por nós, é um trabalho um pouco mais sério, de maior visão e comprometido com a população. Não o engodo, a demagogia, o paliativo, o tapa-buracos, o apaga-incêndio. É inadmissivel deixarmos que a COPASA, uma estatal rica e respeitada, fique clamando pela economia da água. Também é evidente que, com isso não usemos de pretexto para o desperdicio. A água é um recurso natural preciosissimo, representa a vida, traz a alegria, renova as esperanças do homem do campo, responde pela fartura dos alimentos em nossa mesa. E, infelismente, no Norte de Minas, está ficando cada vez mais escassa. As barragens represam as águas das chuvas que estão indo embora sem nenhum apoveitamento. Caros homens públicos, deixem o homem do campo produzir, deixem que ele fique em sua propriedade com seus familiares. Enfim basta de inércia, chega de decepção: trabalhem, façam jus aos seus mandatos por nós confiados e ás altas remunerações e inúmeras vantagens de seus cargos. Resolvam esta questão da SECA no Norte de Minas. Guilherme Valle. Eleitor e cidadão da zona rural de Montes Claros.

 

mayara

 postado: 17/9/2009 19:24:49editar

INÉRCIA E DECEPÇÃO Vejam só! Montes Claros, sexto maior municipio de Minas Gerais, conta com dois órgãos públicos Federais, a saber:DNOCS e CODEVASF.São órgãos criados eminetemente com o proposito de combater a seca que, ano após ano, tem se tornando um flagelo cada vez pior pra nossa população. Vejam só o que são homens públicos; são homens eleitos pelo povo, atraves do regime de governo chamado democracia que, na acepção da palavra, quer dizer governo do povo, pelo povo e para o povo.Será mesmo que isto está acontecendo? O próprio povo financia os salários destes homens publicos, atraves do pagamento de impostos, sejam eles diretos ou indiretos. São homens, por sinal muito bem pagos para resolverem os problemas de nossa região; pelo menos é o que se espera deles. São Senadores, Deputados Federais,Deputados Estaduais, Prefeitos e Vereadores. Só de Deputados Estaduais temos 77 deles representando Minas Gerais, sendo 5 representantes apenas do norte de Minas, que se reúnem, não mais que três dias da semana na Assembléia Legislativa do Estado, em Belo Horizonte. Vejam agora a questão do combate a seca no Norte do Estado: o rio Verde Grande, por exemplo, há 10 anos ou mais, está agonizando, entre a vida e a morte e, com ele, tambem estão morrendo seus afluentes. Os afluentes mais proximo da sua nascente, entre os municipios de Bocaiuva e Montes Claros que, definitivamente, podem contribuir imensamente com sua perenização, são os rios Vargem Alegre,Espigão.rio do Sitio e rio do Cerrado e o rio do Peixe, entre outros, que deságuam no Verde Grande suas já escassa águas. Tais rios que pelo capricho da natureza, ainda estão vivos, possuem grotões onde podem ser construidas pequenas barragens sem sequer precisar gastar qualquer verba pública com desapropriações. Porém parece que nosso homenm público, especialmente aquele grupo de deputados Estaduais que representam o norte de Minas na ALMG, além dos diversos prefeitos de nossa região que, de tempos em tempos nos cortejam, nos cantam um voto aqui, outro ali, não demostram nenhum tipo de interesse em equacionar este problema. É mais cômodo para ele o improviso, o cala boca, o paliativo. Muito comum é, em tempos de eleições, a compra de votos, ou melhor, a troca de votos por tubos de irrigação, caixas d`água e meia duzia de poços artesianos que vão prejudicando e minando, cada vez mais, nossos lençóis freaticos. Há casos de poços artesianos com vazão de 5 mil litros d`água para atender mais de 30 famílias em nossa região, e por ai vai. Nisso eles vão enrolando, tapeando, promentendo o que não podem cumprir e gastando o dinheiro, o nosso dinheiro dos impostos a bel prazer. Tal prática parece já ter se tornado um câncer maligno, dificil de ser exterminado, em nossa sociedade. Só vem confirmar um vicio de um passado não muito remoto a que parece não ter sido debelado: o voto de cabresto. Vão deixando de lado o sofrido homem do campo que, eleição após eleição, é iludido, enganado, taxado como besta, otário e sem inteligência. Homens públicos, vocês que se dizem nossos representantes legitimos na Assembléia, Câmaras Municipais e Prefeituras, parem com tanto discurso e vão trabalhar! Vão trabalhar para,de fato, resolverem a questão da seca no Norte de Minas. Não podemos mais admitir esta prática mesquinha, este golpe sujo e inescrupuloso que é a troca de favores, o toma lá dá cá. O povo Norte Mineiro é forte, inteligente e vencedor por natureza. O minimo que se espera dos nossos representantes, daqueles homens eleitos por nós, é um trabalho um pouco mais sério, de maior visão e comprometido com a população. Não o engodo, a demagogia, o paliativo, o tapa-buracos, o apaga-incêndio. É inadmissivel deixarmos que a COPASA, uma estatal rica e respeitada, fique clamando pela economia da água. Também é evidente que, com isso não usemos de pretexto para o desperdicio. A água é um recurso natural preciosissimo, representa a vida, traz a alegria, renova as esperanças do homem do campo, responde pela fartura dos alimentos em nossa mesa. E, infelizmente, no Norte de Minas, está ficando cada vez mais escassa. As barragens represam as águas das chuvas que estão indo embora sem nenhum apoveitamento. Caros homens públicos, deixem o homem do campo produzir, deixem que ele fique em sua propriedade com seus familiares. Enfim basta de inércia, chega de decepção: trabalhem, façam jus aos seus mandatos por nós confiados e ás altas remunerações e inúmeras vantagens de seus cargos. Resolvam esta questão da SECA no Norte de Minas. Guilherme Valle. Eleitor e cidadão da zona rural de Montes Claros.

 

 

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