Primeiro Festival Mundial Africano promoverá o desenvolvimento sustentável

Um festival diferente e muito peculiar. Através dele, vários conhecimentos, idéias e contribuições estão sendo graciosamente transmitidas na Internet. Personalidades brilhantes, grandes cabeças, expoentes em suas áreas de atuação, se reúnem em um mesmo Fó

  
  

Um festival diferente e muito peculiar. Através dele, vários conhecimentos, idéias e contribuições estão sendo graciosamente transmitidas na Internet. Personalidades brilhantes, grandes cabeças, expoentes em suas áreas de atuação, se reúnem em um mesmo Fórum Permanente, com simplicidade e praticidade, transmitirão suas mensagens, enriquecendo os mais variados ouvintes em todo o mundo, com seus conhecimentos e experiências.

O Festival é permanentemente, divulgado na internet e em demais veículos de comunicação, como rádios on-line espalhadas pelo mundo. Criado e organizado por africanos e afro-descendentes, o Primeiro Festival Mundial Africano tem como principal objetivo levar a mensagem do mundo para a África e, tão importante quanto, a mensagem da África para o mundo, mixando conhecimentos relacionados ao desenvolvimento do ser humano e da humanidade.

São diversificadas visões de um mesmo ou vários assuntos, que se completam e contribuem para diminuir as desigualdades e tornar a vida menos injusta em nosso Planeta.

As profundas desigualdades na distribuição da riqueza no mundo atingiram atualmente proporções verdadeiramente chocantes. O número de pobres não pára de crescer e já chega a 307 milhões de pessoas no mundo.

Relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) recentemente publicado mostra que nos últimos 30 anos o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,00/dia, duplicou nos países menos desenvolvidos.

Para a agência da ONU, o dado mais preocupante é a tendência de que esse número aumente até 2015, quando os países menos desenvolvidos poderão passar a ter 420 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.

Em algumas regiões, principalmente na África, parte da população já tem um consumo diário de apenas 57 centavos de dólares, enquanto um cidadão suíço gasta por dia US$ 61,9. Nos anos 70 cerca de 56% da população africana vivia com menos de US$ 1,00, hoje este valor é de 65%. A pobreza está a aumentar, em vez de diminuir.

ONGS que estarão sendo divulgadas:

» ADAC - Rosalina Fragoso

» ADEMUR - Ernestina Raposo

» AVIMI - Carlos da Silva

» CARITAS DE ANGOLA - Padre Luis Pakisse

» CRUZ VERMELHA - Angelo Sassango

» GAC - Drª Angelica Benvinda

» PROMAICA - Carolina Viemba Issac

O MOVIMENTO MULHERES PELA P@Z! criado pela economista palestino-brasileira AMYRA EL KHALILI, uma das 262 mulheres brasileiras indicadas para o `1000 Mulheres para o Prêmio Nobel da Paz`, está coordenando a divulgação e convites de Conferencistas para o Festival.

O MOVIMENTO MULHERES PELA P@Z! se encarregou de convidar os brasileiros, personalidades e referencias de várias causas e de diversos seguimentos. Ainda não existe o número total de participantes pois o Festival é permanente e, estão formulando os convites com critérios de seleçao por boas práticas sócio ambientais, uma vez que a proposta é aberta, sendo um espaço de muita visibilidade e alta exposição multimídia internacional.

O MOVIMENTO MULHERES PELA P@Z! tem conexões com o mundo inteiro e também estará convidando personalidades e ativistas pacifistas, bem como ambientalistas e demais personalidades de outros países.

“Neste momento estamos nos dedicando a convidar agora os brasileiros e os organizadores estão convidando os africanos, fazendo a ponte do lado do continente africano. Do lado de lá as dificuldades são muitas e precárias em termos de tecnologia.

Esta é a missão dos organizadores africanos e afrodescentes idealizadores deste festival, especialistas em tecnologia, profissionais da área de publicidade e marketing. Seus fundadores estão embuidos em levar todo apoio tecnologico e de orientaçao educacional usando esta fantástica ferramenta que é a internet aos povos africanos”, afirma Amyra El Khalili.

Os filhos da Mãe África querem retribuir tudo que esta divina lhes deu, dotados de conhecimentos `space commodities` , se inspiram na figura de Tutancamón, o menino Rei do Egito, para resgatar os mais de 1 milhões de papiros queimados da biblioteca de Alexandria.

Neste contexto criaram a figura de NANO HEXA, um operador de `space commodities`, jornalista com profundo conhecimento de tecnologia que estará fazendo a cobertura do Festival Mundial Africano, com os trabalhos e textos resumos da coletanea `Temas de Alexandria` produzidos pelos membros e coordenadores dos Núcleos de Estudos do Projeto BECE.

Todo esse trabalho também será conteúdo para diversas publicações impressas, livros, revistas, cartilhas, CD Rooms, apostilas que serão distribuídas gratuitamente em vários continentes, além da America do Sul e Continente Africano.

Para tanto o Movimento Mulheres pela P@Z! e Festival Mundial Africano estao angariando as parcerias, os apoios e, independente de viabilizar tudo o que pretendem, já estão disponibilizando conhecimento (space commodities-) graciosamente através da Rede BECE REBIA e do Primeiro Festival Mundial Africano.

A primeira apresentação em rádio ON Line das falas será na Rádio Cultura Angolana. Em seguida, além de permanecerem na internet para consultas on line, as falas serão transmitidas para outras rádios on line na África e em outros países do mundo.

Visite o site do Festival: www.digitalafricaschool.com/festival.htm

Confira as Confêrencias:

CELSO SALLES > Primeiro Festival Mundial Africano
http://www.digitalafricaschool.com/boletim4.htm

NANO HEXA > Space Commodities
http://www.digitalafricaschool.com/nanospace.htm

MARILENA LAVORATO > Boas Práticas Ambientais
http://www.digitalafricaschool.com/marilena.htm

VININHA F. CARVALHO > Sócio Economia e Fauna
http://www.digitalafricaschool.com/vininha.htm

Maiores Informações:

Festival Mundial Africano email: festival@digitalafricaschool.com

Movimento Mulheres pela P@Z! email: mulherespelapaz@terra.com.br


Visite a Revista Ecotour : www.revistaecotour.com.br

  
  

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