Colunistas > Acessibilidade no turismo > Turismo adaptado >Visita Técnica Internacional à Cidade de SocorroRede Internacional de Turismo Acessível se reune para traçar planos e aproveita para fazer uma vistoria de acessibilidade e inclusão à cidade de Socorro
A Reatech (Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade) realizada todo ano no mês de abril, atrai pessoas de diversas partes do mundo interessadas em conhecer produtos e serviços relacionados à pessoa com deficiência. A Turismo Adaptado reuniu no dia 25/04, pessoas que fazem parte de uma rede Internacional de Turismo Acessível, para visitar os trabalhos realizados pelo Ministério do Turismo em Socorro, sobre acessibilidade e inclusão. Participaram desta visita Ricardo Shimosakai, Joedson Nunes e Bruna Mendes (Turismo Adaptado/ Brasil), Scott Rains (Ticket to Travel/ Estados Unidos), Jani Nayar (Society for Accessible Travel & Hospitality/ Índia), Nelida Barbeito (TTS Viajes/ Argentina) e Craig Grimes (Accessible Nicaragua/ Nicaragua). Todos trabalham com turismo para pessoas com deficiência nos países de origem. Depois de almoçar, seguimos para a Base 55, uma operadora de esportes de aventura onde fizemos uma trilha de quadriciclo. No fim do dia, passamos pelo Hotel Fazenda Campo dos Sonhos, do mesmo propietário (José Fernandes) do Parque dos sonhos, onde nos mostrou as instalações do local com suas adaptações. Ficamos para o jantar e ainda conversamos com Sérgio Franco, Diretor da Adventure Sports Fair, a Maior Feira de Esportes e Turismo de Aventura do Hemisfério Sul e que acompanha os trabalhos da Turismo Adaptado. Tudo isso ajuda a fortalecer o Turismo para pessoas com deficiências no cenário nacional e internacional, pois com trocas de experiências conseguimos encontrar soluções mais facilmente. O Brasil apesar de estar no início deste processo de inclusão no turismo, tem um grande potencial que se explorado com sabedoria, irá beneficiar não somente o público com deficiência, mas também diversas pessoas que tem em seu círculo social ou profissional uma pessoa com deficiência, além do mercado do turismo que ainda não aprendeu a explorar esse grande segmento com clientes em potencial.
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Comentários |
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Naide Paiva de Oliveira Nobregapostado: 14/10/2008 12:22:19![]() Tenho 65 anos, curso turismo na faculdade mauricio de Nassau em Recife -Pe. Vou, juntamente coma a colega Jasmine Frutuoso, fazer o TCC sob o tema da acessibilidade e inclusão das pessoas com deficiencias ao turismo. Gostariamos de contar com a ajuda dos senhores no que diz respeito a dados e informaçoes sobre a acesibilidade na cidade de Socorro .Caso atendam nossa solicitação, voltaremos a nos comunicar. |
Olá Naide, |
elanepostado: 30/10/2008 21:38:21![]() acho esse assunto maravilhoso,pis não devemos deixar as pessoas com necessidades especiais de fora da diversão e do conforto proporocionados pelas empresas que trabalham com o turismo.mas voces trabalham tb com a capacitação de pessoas para receber essas pessoas com necessidades especiais nos hoteis? preciso dessa informação pois estou estudando sobre este assunto. |
Olá Elane, |
Valentim do Nascimentopostado: 16/1/2009 12:18:00![]() Gostaria de informar e pedir divulgação,sobre o serviço de transporte de cadeirantes em santos Sp,operamos com veículos adaptados com plataforma elevatoria com todos itens de conforto e segurança,estamos prestando serviços no terminal de navios passageiros ,fazendo o embarque e desembarque nesta temporada e tbm city tour em todo litoral. Um abraço a todos Valentim do Nascimento |
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silochipostado: 26/4/2010 18:47:52![]() Essa segmentação do turismo é uma das que mais me atrai. Esta disposição e incentivo do governo abri caminho para que outras cidades o façam com a ajuda das prefeituras. Sou formando da Faculdade de Turismo da Estácio de Sá/sc e meu tcc é sobre a terceira idade e a inclusão de serviços turísticos em meios de hospedagem para a melhor idade. Grande passo para o desenvolvimento do turismo no Brasil! |
Olá Silochi, |
maria aparecidapostado: 5/5/2011 18:50:58![]() o que me deixa triste é que quando encontramos o turismo adaptado o custo é muito alto e nem todos tem acesso.penso que poderia ser + acessivel.Sou deficientea cadeirante e tb.na melhor idade. |
A Turismo Adaptado pratica a questão dos preço de forma idêntica a outras pessoas, sem distinção. É claro que se a pessoa quiser algumas opções extras, terá um custo maior. Isto não está vinculado à deficiência, mas sim, à necessidade da pessoa. E pensamentos como o seu, que o turismo acessível é caro, é equivocado. Com planejamento, pode se fazer lindas viagens de forma muito econômica, só é necessário conhecimento. A Turismo Adaptado tem esse conhecimento, então nos procure através do email ricardo@turismoadaptado.com.br |
Clesnei do Nascimentopostado: 25/5/2011 14:27:36![]() Olá Ricardo, meu nome é Clesnei e estou no 5 semestre da Faculdade de Turismo em São Caetano do Sul - SP. |
Eu elaborei um livro digital chamado Acessibilidade e inclusão no turismo, um DVD com artigos, fotos, leis, vídeos, normas, trabalhos, apresentações, reportagens e diversos outros materiais sobre o assunto. Se quiser adquiri-lo, veja mais informações no link a seguir. Nesse material muitas de suas dúvidas já podem ter uma resposta, mas se mesmo assim elas persistirem, pode entrar em contato comigo que eu lhe orientarei. |
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