Aves marinhas são monitoradas na costa brasileira

As aves marinhas que habitam a costa sul e sudeste do Brasil e que acompanham as pescarias realizadas além das 200 milhas náuticas brasileiras são observadas e monitoradas por pesquisadores e do Instituto Albatroz, sediado em Santos, litoral de São Paulo.

  
  

As aves marinhas que habitam a costa sul e sudeste do Brasil e que acompanham as pescarias realizadas além das 200 milhas náuticas brasileiras são observadas e monitoradas por pesquisadores e do Instituto Albatroz, sediado em Santos, litoral de São Paulo.

O trabalho é feito com apoio da Univali - Universidade do Vale do Itajaí, que desde 2000 mantém uma equipe de observadores de bordo trabalhando junto às frotas estrangeiras arrendadas que operam em águas brasileiras.

De acordo com a bióloga do Instituto Albatroz, Tatiana Neves, a intenção dessa parceria é promover um intercâmbio técnico, científico e cultural entre as instituições a fim de se identificar e contar quantas e de quais espécies são as aves acompanham a pesca de espinhel, prática que utiliza uma série de linhas e anzóis submersos , realizada por barcos arrendados em áreas distantes da costa brasileira.

Para tanto, as instituições ministram cursos aos profissionais contratos para a função de observador de bordo, apresentando as metodologias aplicadas à identificação e monitoramento de aves marinhas e das práticas de pesca empregadas pelos barcos arrendados.

`Esse trabalho de observação e monitoramento das aves e das práticas pesqueiras será realizado por observadores de bordo que atuam nas embarcações arrendadas de pesca com espinhel nos portos de Santos e de Itajaí`, explica o oceanógrafo Roberto Wahrlich, coordenador do Programa de Observadores de Bordo em Embarcações Arrendadas (Proa), da Univali.

Segundo Wahrlich, trata-se de uma conveniente parceria que capacita o observador de bordo para outras tarefas técnico científicas dentro das embarcações, promovendo, inclusive, uma economia de tempo e de recursos, que passam a ser concentrados numa mesma atividade, dentro de um mesmo período.

`A intenção do Instituto Albatroz é aproveitar a presença desses profissionais nas embarcações que pescam além das 200 milhas náuticas para conhecer profundamente a fauna de aves marinhas que acompanham as pescarias`, revela Tatiana.

Esta parceria entre a Univali e o Instituto Albatroz se dá por meio de um convênio de cooperação técnico-científica, assinado em maio deste ano.

Além das atividades de observação e monitoramento de aves, o convênio prevê a realização de outras projetos de pesquisa e extensão que enfocam, principalmente, a Educação Ambiental.

Fonte: Univali


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